Ploc Gigante: agora abriu o baú

19-usinaPor Maurílio Mendes, “O Mensageiro”

Publicado em: 24 de outubro de 2014

Seguimos a coluna de Nostalgia no nosso canal de comunicação.

Hoje vamos relembrar a mundialmente famosa Coleção de Figurinhas do ciclé Ploc Gigante:

Uma espécie de ‘livro Guiness informal’,  que retratava os gigantes da época.

usina hidrelétrica outra postagem: "Ploc Gigante" represa aérea lago foz iguaçu brasil binacional Itaipu comportas rio paraná energia represa geração

Atualização: vamos adicionar fotos ilustrando as figurinhas. Itaipu. Figurinha nº19

Como veem pela figura acima, Itaipu era a maior usina hidrelétrica (hoje há 1 maior na China, que alias está se especializando em ter as maiores coisas do mundo).

…………….

Se você tem mais de 30, não é preciso explicar nada, basta abrirmos o baú e deixarmos nossa memória viajar de volta pelo túnel do tempo.

Já relembramos como eram os refrigerantes nessa mesma época.

(Alias uma nota: nosso canal de comunicação passou por um ‘salto  quântico’ no Carnaval de 2015, quando essa página subiu pro ar. O modal que a precedeu foi o do emeio [2010-2015].

itu-sp

Itu-SP: eis o maior orelhão do planeta, figurinha nº 12.

E no ciclo pioneiro do emeio essa dos refrigerantes foi a mensagem mais comentada da história. Agora no  corrente ciclo do modal da página ela também não faz feio:

É a 9ª matéria mais acessada quando escrevo essas linhas [nov.16], entre as mais de 300 que já foram levantadas pra rede.)

………….

De volta ao tema de hoje. Aos mais novos: a muitos e muitos anos não chupo chiclete. Não sei como esse produto é hoje. Na minha infância ele vinha com uma figurinha.

Assim era um benefício duplo, você adoçava a boca e ainda lutava pra completar a coleção. Torcia: ‘tomara que venha o número 9, que eu não tenho’. Ploc Gigante

Quando vinha repetido, decepção inicial, mas não era de todo perdido, você ainda assim guardava pra trocar com os coleguinhas, as vezes eles tinham a que você não tinha e vice-versa.

Tempo bom . . .

………

Não volta mais, só resta relembrar. Então galera, pra mim a que marcou mais foi justamente essa do Ploc Gigante.

O chiclete mais famoso era o Ping-Pong, como todos se lembram. Mas as figurinhas do Ploc eram mais divertidas.

Dessa série aqui, a “Terra de Gigantes”, aqui eu fechei de ponta a ponta, do 1 ao 60.

anaconda

Cobra Anaconda, figurinha n° 18.

Notas: Coloquei sempre a melhor versão que consegui puxar da rede, não te esqueças que estamos lidando com um material que circulou 30 anos atrás.

Outra coisa:  Sem querer inverti as figurinhas 14 e 15.

E não dá para arrumar, a não ser que eu refaça a galeria inteira até esse ponto, ou seja, apague as 15 primeiras e re-adicione. Então fica assim mesmo.

Clique sobre as figurinhas pra ver a galeria.

Deus proverá                       

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2 comentários sobre “Ploc Gigante: agora abriu o baú

  1. Rodrigo disse:

    … Bom relembrar de tanta coisa boa. E marcante!
    Gostava do de LARANJA. Época onde se consumia demasiadamente chiclete.
    Havia outros onde as FIGURINHAS existiam (tipo em CURIOSIDADES & LEVE TUDO NA ESPORTIVA). Boa memoria mesmo.
    Nesta época as coisas eram bem diferentes/onde na maioria das vez éramos BEM mais felizes.

    *E valeu pelo trabalho em ORDENAR AS FIGURAS.

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  2. omensageiro77 disse:

    Valeu pelo apoio irmão. Eu me lembro vagamente que haviam outros temas – é claro, a coisa tem que variar senão enjoa. Mas não me recordava quais eram, o que me marcou mesmo foi esse aqui.

    E, mano, antes a gente colecionava figurinhas ,futebol, bete-ombro (taco em SP), esconde-esconde. E pombas, não tinha criança deprimida, ansiosa ou tomando remédio tarja-preta como hoje, em que a molecada não sai da tela dos eletrônicos.

    Não me entenda mal, eu amo internet. É a revolução. Eu trabalho por aqui fazendo essas matérias, passo horas todos os dias na frente do computador. O problema é que tem muita gente, principalmente os mais novos, que não sabem viver desconectados nem por alguns minutos. E isso é preocupante.

    Eu não tive filhos. Quem os teve, é claro que não dá pra impedir o acesso da molecada ao mundo digital, até porque nossa era é digital. Agora, em muitos casos deveria haver um equilíbrio: algumas horas por dia criança fica sim nos joguinhos e redes sociais, mas pelo menos um período por dia longe das telas, lendo, desenhando, estimulando a criatividade, interagindo com outros meninos e meninas.

    Porque vendo as taxas de depressão infantil – repito, doença que era desconhecida quando eu vivia batendo bafo e jogando bola pelas ruas de anti-pó e terra de Santa Cândida (Z/N de Ctba) interagindo ao vivo com os amigos – e ademais enfiam medicação psiquiátrica pesada pra tratar, eu fico bastante bastante preocupado com o futuro.

    Tem uma música que diz: “Não fazem mais gente como em 70”. Talvez seja isso, né? Deus abençoou nossa geração. Agora, resta relembrar….

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