BR-116, BR-381, etc: como as rodovias são numeradas

BR-020

BR-020: Brasília (Km 0) – Fortaleza.

Por Maurílio Mendes, “O Mensageiro”

Publicado em 31 de março de 2013

Vamos falar hoje de uma curiosidade: Como são numeradas as estradas federais brasileiras?

A nomenclatura atual das BR’s foi adotada em dezembro de 1964, já no regime militar, e tem Brasília como marco inicial.

BR-040

BR-040: popular Rio/Brasília. Tecnicamente Brasília/Rio, a nova capital é o marco zero.

Mudaram a prefixação numérica das estradas federais, tendo agora Brasília como referência.

O antigo modelo tinha o Rio de Janeiro como sede.

A posição da estrada em relação a Brasília é sempre o que determina se o segundo dígito será maior ou menor que 5.

Com exemplos ficará nítido como funciona.

……………….

BR-070

BR-070: Brasília/Cuiabá. Na verdade vai até a fronteira com a Bolívia.

Ilustrei com estradas com todos os tipos de prefixos.

Nos originais estava especificado se cada é trecho é de pista dupla, simples ou mesmo de terra.

Aqui não nos importa esse grau de detalhamento, portanto reduzi a apenas duas variáveis: se está ou não implantado.

De preto, o trecho foi projetado mais ainda não existe.

De vermelho, ele existe e é utilizado, mas lembre que dentro disso pode variar muito:

BR-101

BR-101, a “Beira-Mar“: do Rio Grande do Norte (Km 0) até o Rio Grande do Sul, sempre lambendo o Atlântico

Desde uma auto-pista duplicada com 4 faixas em cada sentido e excelente estado de conservação, até vias de chão batido que ficam inutilizadas quando chove muito forte.

E qualquer estágio entre esses extremos. Me preocupei apenas em mostrar se a estrada existe. Eis o critério de numeração:

Rodovias radiais: o primeiro dígito é 0. BR-020, BR-070, etc. Tem o marco zero justamente na capital federal Brasília.

O segundo dígito cresce em sentido horário, tendo o norte como referência, e vai de zero a 4 se estiver a leste de Brasília, e de 5 a 9 se estiver a oeste.

A BR-020 é a popular Brasília-Fortaleza (1ª imagem no alto da mensagem, a direita).

BR-116

Eis a principal estrada do Brasil: a BR-116, que vai de Fortaleza (Km 0) a fronteira com o Uruguai.

A BR-040 liga Brasília ao Rio de Janeiro, via Belo Horizonte e Juiz de Fora-MG (mostrada acima, a esquerda)

Do Rio a Petrópolis é a ‘Washington Luís’ (homenageando seu construtor).

E de Petrópolis a Brasília desde 2009 é a Rodovia ‘Presidente Juscelino Kubitschek’.

Que ergueu a capital e diversas rodovias que dão acesso a ela, incluindo o último trecho da 040, Brasília/B. Horizonte.

Nomes a parte, tanto a BR-020 quanto a 040 são a leste de Brasília. A oeste, temos a BR-070, a Brasília-Cuiabá.

Na verdade ela vai além da capital mato-grossense, terminando na fronteira com a Bolívia.

Rodovias verticais (norte-sul do Brasil): o primeiro dígito é 1. BR-101, BR-116, BR-153, etc.

br-116-ce

Fábrica da Ambev: BR-116, km 32, Aquiraz-CE.

O segundo digito tem como referência o litoral. Aumenta conforme vai indo pro interior.

Novamente, as estradas a leste de Brasília tem o segundo dígito entre 0 e 4, as que estão a oeste entre 5 e 9.

O Marco Zero, o ponto inicial, é sempre na ponta norte. Vale pra todas as estradas.

Cada vez que muda de estado a quilometragem zera de novo.

br-116-rs

Fábrica de laticínios: BR-116, km 33, Vacaria-RS. Vizinhos? Claro que não!! Mas um estrangeiro pensaria que sim.

Por exemplo, o Km Zero da BR-116 é em Fortaleza-CE, num trevo na Zona Sul da capital do Ceará onde a Avenida Aguanambi se torna a rodovia.

A quilometragem começa. Quando ela entre em Pernambuco, volta pra zero.

Quando entra na Bahia, zera de novo, e assim sucessivamente, até o Rio Grande do Sul.

Por exemplo. Acabo de fotografar os rótulos  de duas fábricas na BR-116:

BR-153

BR-153: De Marabá-PA a Bagé-RS. Chamada de “Belém/Brasília” ao norte da capital federal, e “Trans-Brasiliana” ao sul dela.

Uma de refrigrantes da Ambev, endereçada BR-116, km 32, Aquiraz-CE.

E outra de queijo ralado, que fica na BR-116, km 33, Vacaria-RS.

Alguém que não conhece o Brasil e não sabe nossas siglas estaduais pensa que as fábricas são vizinhas:

“Distam apenas mil metros uma da outra, dá até pra ir a pé, afinal está escrito lá, a mesma BR-116, kms 32 e 33”.

Nada pode ser mais distante da realidade. Alias ‘distante’ é o termo exato.

Nada menos que 3,8 mil quilômetros separam a Grande Fortaleza (onde está Aquiraz) de Vacaria.

outra postagem "como as rodovias sãonumeradas" ponte rio iguacu-sms

Ponte da BR-476 “Rodovia do Xisto” sobre o Rio Iguaçu, São Mateus do Sul-PR.

Acima já falamos até a Bahia. Quando a rodovia saiu desse estado e entrou em Minas, a quilometragem zerou.

Saiu de Minas e entrou no Rio, a quilometragem zerou de novo.

Um pouco pra frente, quando entrar em SP, zera de novo.

No PR, de novo, em SC ainda mais uma vez, e quando a BR-116 afinal adentra o RS, sua quilometragem volta pro zero pela última vez.

guarulhos sp paulista rodovia estrada dutra conjunto classe média burguesia linha prédios nuvens céu azul trânsito caminhão carreta merced cara-chata branco BR-116

BR-116 “Via Dutra” em Guarulhos, Grande SP

Portanto a fábrica de refris está a 32 km do Oceano Atlântico em Fortaleza, início da contagem.

E a de queijo ralado a 33 km da divisa SC/RS.

Entre elas, a distância é 3,8 mil km, não custa enfatizar de novo.

Um estrangeiro não saberia esse detalhe do recomeço da contagem a cada divisa.

O mesmo vale pras horizontais ou diagonais. Muda o estado, volta pro km zero.

BR-316 Ananindeua ZL

BR-316 na Grande Belém. Tráfego pesado pois em seu trecho final liga os subúrbios da Z/ Leste a parte central da cidade.

Voltemos a falar da numeração das BR’s. Quando mais perto do litoral, mais baixo o número que a nomeia.

Veja, a BR-101 é nossa estrada costeira, por isso tem a numeração mais baixa possível.

O primeiro número ‘1’ indica que é vertical. O outros dois, o ’01’ final, mostra que ela é a 1ª, a partir do mar.

Vai do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte, sempre ao lado do Atlântico.

Desde 2001 se chama oficialmente em toda sua extensão “Rodovia Governador Mário Covas”.

Nunca vi esse nome ser utilizado na prático, só o noto escrito nos mapas.

Seja como for, ela pulou o Paraná, se interrompe logo após Joinville-SC (esq.) e retoma no Litoral Sul de São Paulo.

Depois de Santos até o Rio de Janeiro é a famosa ‘Rio-Santos’, cortando o Litoral Norte Paulista.

barracão pichado pichação sp paulista z/n guarulhos rodovia dutra BR-116 estrada abandonado ruínas teto

De novo BR-116 Via Dutra, agora dentro do município de São Paulo, Zona Norte.

Aumentando a numeração quanto mais a oeste, todas as BR’s que se iniciam por 1 são paralelas a 101.

A BR-116 vai do Rio Grande do Sul (na fronteira Brasil-Uruguai) até Fortaleza-CE.

Talvez a mais importante rodovia brasileira, chamada “Régis Bitencourt” do Sul do Paraná passando por Curitiba até São Paulo, “Estrada Serrana” no planalto catarinense e gaúcho, “Via Dutra” entre São Paulo e Rio. 

Homenagem a presidente Eurico Gaspar Dutra. Sua esposa, dona Carmela, nomeou um conjunto na Zona Oeste de Curitiba.

BR-242

BR-242: Devia ser a “Salvador/Cuiabá“. Mas só é trafegável na Bahia. Dali pra frente só por Deus . . .

……..

De volta a estrada: após o RJ é a “Rio-Bahia”, e em seu trecho mais austral, na Grande Porto Alegre-RS, a BR-116 é conhecida simplesmente como “Federal”.

As BR’s 101 e 116 estão a leste de Brasília, por isso o segundo dígito é menor que 5.

Um exemplo a oeste da capital nacional: a BR-153 vai de Bagé-RS (fronteira com Uruguai) a Marabá-PA.

É a rodovia “Transbrasiliana”, e também a “Belém-Brasília” nos estados de Goiás e Tocantins.

BR-277

BR-277: corta todo Paraná, de Paranaguá (Km 0) a F. do Iguaçu, na ponte pro Paraguai

Rodovias horizontais (leste-oeste do Brasil): o primeiro dígito é 2. BR-242, BR-277, BR-282, etc.

O segundo digito também tem como referência o litoral, e cresce a partir daí. Só que dessa vez a “Costa Norte” do Brasil, o trecho Natal-RN/Belém-PA, onde o oceano está a norte e não a leste.

O segundo dígito mais uma vez indica a posição da estrada em relação a capital federal: de 0 a 4, a via está ao norte de Brasília. De 5 a 9, ao sul.

O Marco Zero é no leste, no litoral. A quilometragem cresce pro oeste.

BR-282

BR-282, corta toda S. Catarina, do mar a fronteira argentina.

A rodovia horizontal de numeração mais baixa é a BR-222, que vai de Natal a Marabá-PA.

Por Marabá também passa a BR-230, a “Trans-Amazônica”, que começa na Zona Norte da Grande João Pessoa-PB. Mas dessa estrada eu falo em outra postagem.

A BR-242 (acima, a direita) vai de Salvador a Sorriso-MT.

Na maior parte do estado da Bahia está asfaltada, e se não excelente ao menos trafegável. Nesse trecho é também conhecida por Brasília-Salvador.

BR-316

BR-316, Diagonal. De Maceió a Belém.

Entretanto, no extremo oeste da Bahia e também em Tocantins e Mato Grosso a situação seinverte radicalmente:

Dali pra frente a BR-242 está em péssimo estado, com vários trechos de terra, e outros que sequer foram construídos ainda.

Vejamos agora rodovias ao sul da capital federal, portanto com numeração mais alta.

A BR-277, acima a esquerda) corta todo o Paraná, de Paranaguá no litoral a Foz do Iguaçu na fronteira com Paraguai e Argentina.

BR-319

BR-319, diagonal: de Porto Velho a Manaus. Veja a correção, inseri informações incorretas no mapa.

Já a BR-282 faz o mesmo em Santa Catarina.

Liga a capital Florianópolis ao Extremo Oeste catarinense, na fronteira com a Argentina.

Abaixo falaremos das extensões dela no trecho urbano da Grande Florianópolis.

Rodovias diagonais: o primeiro dígito é 3. BR-376, BR-381, BR-319, etc.

O segundo depende de Brasília: a norte da capital federal, novamente de zero a 4.

A sul, de 5 a 9. Já o terceiro digito indica a orientação:

As rodovias pares vão de sudeste a noroeste, as ímpares, inversamente, vão do sudoeste a nordeste.

BR-381

BR-381, diagonal. Famosa ‘Fernão Dias‘, que liga as capitais paulista e mineira; e depois o leste de MG ao norte do ES.

A BR-316 vai de Maceió-AL a Belém do Pará via Teresina-PI.

Já a BR-319 vai de Porto Velho-RO a Manaus-AM.

Nota: eu escrevi no mapa que a ponte que estava em obras sobre o Rio Negro (Amazonas) se integraria a BR-319.

Mas não foi assim que se deu, a ponte (que já foi inaugurada) não faz parte dessa estrada.

A BR-319 continua incompleta, resultando que ainda é preciso pegar balsa pra se chegar a Manaus por terra.

BR-376

BR-376, diagonal: de Joinville-SC a Dourados-MS via Curitiba, Ponta Grossa e Maringá-PR

Vejamos agora exemplos a sul da capital federal.

A BR-381 é a Fernão Dias, que liga São Paulo a Belo Horizonte.

E dali ainda segue até Governador Valadares e depois a São Mateus, no litoral do Espírito Santo.

Na Zona Oeste de Curitiba há outra homenagem a esse bandeirante.

Já a BR-376 vai de Dourados-MS até Joinville-SC, cortando todo o Paraná, passando além da capital Curitiba por Paranavaí, Maringá e Ponta Grossa.

Entre Curitiba e Ponta Grossa, ela se junta com a BR-277. Por vezes acontece: duas numerações distintas compartilham uma só rodovia física.

BR-476

BR-476, rodovia longa de ligação: corta o PR, chamada “Rodovia do Xisto” e “Estrada da Ribeira

Rodovias de ligação de longa distância: primeiro dígito 4. BR-476, por exemplo.

O segundo mais uma vez depende de Brasília: as ao norte dela, de zero a 4, ao sul de 5 a 9.

Rodovias que por algum motivo não foram classificadas como verticais, horizontais ou diagonais.

A BR-476 já citada vai de Apiaí-SP, até a divisa Paraná/Santa Catarina.

No trecho Curitiba-Apiaí é a “Estrada da Ribeira”. Já de Curitiba a São Mateus do Sul-PR é a “Rodovia do Xisto”.

BR-600

BR-600, rodovia curta de ligação: a Av. Tancredo Neves é uma das principais de F. do Iguaçu. Poucos sabem que é um BR

Rodovias de ligação de curto percurso: primeiro dígito 6.

Praticamente desconhecidas, quase uma curiosidade acadêmica.

Nem sequer podem ser localizadas nos mapas, pois quase ninguém sabe que elas existem.

Creio que a numeração não guarda relação com Brasília.

A Avenida Tancredo Neves, que liga ao Centro de Foz do Iguaçu-PR a Usina de Itaipu é a BR-600.

BR-101 Grande Recife-PE

A BR-101 teve seu trajeto modificado no Grande Recife

Aposto que 99% dos usam essa avenida todos os dias não sabem que se trata de uma rodovia federal.

Outro exemplo é a BR-610, que liga as Rodovias dos Trabalhadores e Dutra ao Aeroporto Internacional de Cumbica, município de Guarulhos, na Grande São Paulo.

São apenas 12 km, e ainda tem a via física compartilhada com a SP-19, uma estrada estadual.

………………….

BR-101 Grande Recife-PE1

BR-101 no Recife, escala maior.

Agora vamos falar um pouco de quando há alterações ou ampliações no trajeto das BR’s.

Vejam agora a BR-101 chegando ao Recife.

Os subúrbios metropolitanos da cidade incharam, então a estrada passou a ser uma avenida urbana.

Por isso foi feita uma nova rodovia, mais a oeste, fora da mancha urbana – pelo menos por enquanto.

Observam os traçados antigo (de verde) e atual (em vermelho), nos municípios do Cabo e Jaboatão.

BR-282 Grande Florianópolis-SC

Ampliações da BR-282 na Grande Florianópolis

Vejamos agora o mapa a esquerda. Santa Catarina é cortada pela BR-282.

No trecho urbano da Grande Florianópolis, a rodovia já passou por duas ampliações.

Até os anos 80, o começo dessa BR era na entrada da cidade, no subúrbio metropolitano de São José, num trevo com a BR-101.

Nessa época pra você chegar a Florianópolis precisava passar pelas ruas normais, estreitas e com semáforos. Não havia ligação direta.

Aí inaugurou-se um trecho de rodovia urbana duplicada, a famosa “Via Expressa”, um prolongamento da BR-282, até a ponte que liga a parte continental ao Centro de Florianópolis.

Em meados da década passada houve nova ampliação, agora a BR-282 adentra a parte insular e vai até perto do aeroporto, no sul da ilha.

A estrada foi feita em aterrado tomado do mar.

BRs 116, 277, 376 e 476 Grande Curitiba-PR

BRs 116, 277, 376 e 476 na Grande Curitiba

Por fim, o último mapa é da Grande Curitiba. O traçado original da BR-116 fora engolfado pela cidade.

E ao mesmo tempo faltava um contorno que ligasse as rodovias sem passar pela área urbana.

Então foi feito (nos moldes do Rodo-Anel de São Paulo) o Contorno Leste, que passou a ser o novo trajeto da BR-116, como veem em roxo.

Já em vermelho a parte da BR-116 que não foi mudada, ainda é uma rodovia e mantém o mesmo nome. A nordeste, a direita de Quatro Barras, há uma bifurcação. 

As duas rodovias que saem dela são chamadas BR-116:

O Contorno e o traçado original antes do encontro com a BR-476, no Trevo do Atuba.

Uma incoerência, que ainda não foi resolvida.

Quem sabe o trecho original será renomeado pra uma rodovia de prefixo 600, ou seja, de ligação e curta.

via federal

Gde. Porto Alegre: ônibus vai pra Canudos, em Novo Hamburgo, via “Federal“. Os locais sabem que se trata da BR-116.

Em verde o antigo traçado da BR-116 dentro da cidade, agora uma avenida urbana, a “Linha Verde”.

Oficialmente permanece sendo uma BR, mas não mais a 116. Esse trecho foi passou a ser parte da BR-476.

Veem as duas pontas originais da BR-476 de azul.

O encontro entre as BR’s-116 e 476 se dá no Trevo do Atuba acima citado, já dentro do município de Curitiba.

Antes, a BR-476 acabava ali, e a BR-116 prosseguia. Agora é o inverso, é a 116 quem deixa de existir, e a 476 segue.

Fisicamente nada mudou, é a mesma estrada de antes, que entretanto foi re-prefixada.

morro caixa outra postagem: "como as rodovias são numeradas" continente fpolis sc catarina favela invasão querbrada periferia pobreza encosta céu azul via expressa BR-282

‘Via Expressa’, que é o 1º prolongamento urbano da BR-282. As suas margens está o ‘Morro da Caixa’, uma das favelas (ou ‘comunidades’, se preferir) mais famosas de Florianópolis, no Continente.

A parte em cinza é mais uma parte do contorno que visa desviar o tráfego pesado da área central da cidade.

Esse trecho chama-se Contorno Sul, incorporado pela BR-376.

Veem a parte original dessa rodovia (que vem de Santa Catarina) em preto.

A estrada foi ampliada ganhando um trecho urbano, como já havia ocorrido com a BR-282 em Florianópolis.

“Deus proverá”

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