Curitiba também tem morro: Cachoeira, Zona Norte

periferia-tamandare1

Essa foto é em Tamandaré. Mas acima da manchete é na Vila Leonice, município de Curitiba. Ambas no bairro Cachoeira.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 10 de janeiro de 2016

Vamos falar do bairro da Cachoeira. Fica na Zona Norte de Curitiba – e ao mesmo tempo da Grande Curitiba.

Explico: a Cachoeira é um bairro bi-municipal. Existe um bairro Cachoeira no município de Curitiba, e outro no vizinho Almirante Tamandaré.

Na verdade é a mesma Cachoeira, o mesmo bairro, que se estende dos dois lados da divisa.

Geralmente o município está uma esfera acima do buso cachoeirabairro, ou seja um município contém diversos bairros.

Mas as vezes a polaridade inverte, e o bairro é quem se espalha por mais de um município. Esse é o caso.

O bairro da Cachoeira se espalha por Almirante Tamandaré e pelo município de Curitiba.

antiga estacao

Próximas 3: Antiga estação de trem da Cachoeira, Tamandaré. Atualmente, como veem a direita, virou biblioteca. Bem na frente uma pizzaria preserva o passado.

Não é o único caso. E nem o mais significativo, se quer saber.

O bairro do Atuba, também na Zona Norte, é tri-municipal.

Se espraia pelos municípios de Curitiba, Colombo e Pinhais.

Por isso chamado “o Bairro das 3 Fronteiras”. Nessa outra mensagem falo um pouco do Atuba.

Por hora nos importa que Curitiba tem 75 bairros.

Sendo portanto 2 multi-municipais, e os outros 73 exclusivos.

…………agora biblioteca

E houve outra inversão de polaridade.

Embora bi-municipal, a Cachoeira está mais identificada com Almirante Tamandaré que com Curitiba.

Digamos assim, o centro, a sede cultural e econômica da Cachoeira é em Tamandaré, a parte curitibana é a periferia.

lembrando o passadoTodos conhecem a Cachoeira de Tamandaré. Até por ali sediar um terminal de ônibus de mesmo nome.

Pouquíssima gente, entretanto, sabe que existe um bairro ‘Cachoeira’ também no município de Curitiba.

Muitas pessoas pensam que a Cachoeira dentro do município de Curitiba faz parte do vizinho e mais famoso bairro da Barreirinha.

antiga estacao estribo ahu

Na mesma linha mas bem mais próximo ao Centro, antiga estação Estribo Ahú.

Morar num bairro e dizer que mora em outro. Não existe erro mais tipicamente curitibano que esse.

Nesse caso em questão: existe na Cachoeira dentro de Curitiba uma parte popular chamada Vila Leonice. É uma vila de subúrbio, com alto contraste social.

No geral de classe média-baixa, um subúrbio da classe trabalhadora.

Entretanto, surgiram ali condomínios fechados de alto padrão, e também 3 grandes favelas, que são na encosta de morros.

Curitiba também tem morro, amigos.

placa1

Na boca do povo é o bairro Cachoeira, Tamandaré. Porém oficialmente ‘Campina do Arruda‘. Como um colega que entende melhor do tema já explicou há um problema de nomenclatura, pois diversos loteamentos pequenos em Tamandaré são próximos a divisa, gerando uma profusão de nomes, alguns dos quais ‘não pegam’ na prática.

Muitos pensam que não. Esse é um tabu que as favelas da Vila Leonice quebram.

Mas há outro equívoco que precisa ser posto por terra: a Vila Leonice fica no bairro da Cachoeira. E não na ‘Barreirinha’, como sai erroneamente na imprensa.

Bem, em múltiplas dimensões a mídia capitalista de massas mais desinforma que informa, e aqui não é diferente.

Explico a causa: exatamente porque o repórter, na hora de escrever a matéria, pensa que Cachoeira ‘é em Almirante Tamandaré’.

E somente em Tamandaré. Porque o núcleo da Cachoeira realmente faz parte de Alm. Tamandaré.

Mas uma pontinha do bairro se espraia e adentra os limites de Curitiba.

cachoeira1

Próximas 8: Cachoeira no município de Curitiba, do lado esquerdo da linha do trem.

Ali, na Cachoeira do município de Curitiba, está a Vila Leonice, do lado direito da Anita Garibaldi e da linha do trem (no sentido Centro/bairro).

Já do lado esquerdo fica o Parque das Nascentes do Belém, melhor retratado nessa outra postagem.

As próximas 8 fotos iniciando pela que está ao lado são da margem esquerda do trilho férreo, ou seja nas imediações da Nascente.

O Belém é o maior rio de Curitiba, nasce e tem sua foz dentro do município da capital do estado.

E já foi amplamente retratado em nosso canal de comunicação (veja aqui, aqui, aqui, e aqui; essa são matérias que tratam de trechos isolados dele. Tem também essa matéria, um ensaio fotográfico da Nascente a Foz).

terrenos enormesAté porque eu moro em suas margens.

………

A Cachoeira no município de Curitiba antigamente era um subúrbio proletário.

Enormes terrenos sem muro ocupados por uma solitária casa de madeira, como foi o arquétipo dominante no Sul do Brasil em ciclos anteriores. alto padrao

Veja tomada a esquerda, dá pra fazer um campo de futebol no quintal.

Mas como fica na Zona Norte – a 2ª porção mais valorizada da cidade, só atrás da Zona Oeste – a região vem se aburguesando rapidamente.

condominioMuitos condomínios fechados de sobrados, de padrão alto e médio alto – ou seja, de perto de meio milhão de reais ou mais – vem surgindo por ali.

Os enormes terrenos, com uma só moradia humilde, estão cedendo lugar aos duplex e triplex geminados, sem quintal.

Onde antes morava uma família pobre agora vivem mais de 10 da burguesia.transicao

Na foto a direita eu flagrei exatamente essa transição. Alias como já o fiz em outros pontos da Z/N:

Na Boa Vista e no Ahú/Bom Retiro. Aliás nessa última postagem vemos o Rio Belém um pouco antes do Bosque do Papa, entre Ahú e o vizinho Centro Cívico.

construcaoMas por enquanto na Cachoeira tudo convive: vilas proletárias, grandes invasões, condomínios a moda ianque abastados, chácaras, bosques e muita área verde.

Por enquanto. Muitos condomínios estão sendo construídos, e virão muitos mais, repare nesse lote gigantesco, uma chácara, que está a venda.

Breve só terá cimento onde está esse gramadão. Já retratei o mesmo na Zona Sul – sob muita chuva!!chacara - breve condominio

Por hora ainda ainda muito espaço por ocupar.

Repare a direita, gigantesco gramadão, parece uma fazenda urbana.

A esquerda é outro terreno, igualmente colossal. Ao fundo a linha de prédios da Zona Central de Curitiba.

cachoeira-ao fundo zona central…….

Na Cachoeira ainda há incluso algumas ruas de terra.

Que no geral já quase desapareceram do município de Curitiba.

Como registro histórico, já fotografei e tornei arquivo público algumas das poucas remanescentes:busao

No Pilarzinho (novamente Zona Norte).

E novamente do lado diametralmente oposto da metrópole:

No Extremo Sul, na ‘Toca do Tatu’, também conhecido por Tatuquara.placa

…….

Voltando a Cachoeira. Essa situação de aburguesamento é a realidade na parte do bairro do ‘lado de cá’ da divisa, ou seja no município de Curitiba.

cohabAntes de seguirmos com o texto, vamos ver a Vila Leonice e imediações. Município de Curitiba, do lado direito do trilho.

Nas laterais e na sequência horizontal abaixo:

Cemitério de automóveis em via pública.

Situação que já retratei em outro ponto da Zona Norte;cemiterio de metal

Favelas ao lado dos condomínios de luxo:

Casas miseráveis, as vezes de madeira sem muro;

Pinguelas precárias também em matéria prima vegetal, ligando ruelas sempre subindo e descendo ladeiras.

Curitiba também tem morro!!!;

cachoeiraPombais das cohabs que a prefeitura fez por lá, que parecem que estão no meio da floresta, numa cena que lembra a ficção científica;

Barracão detonado pelos pichadores (veja que curioso: flagrei a mesma cena em outro Extremo Norte, na Via Dutra, Extremo Norte de SP);

Terrenos muito grandes com casas antigas, provavelmente de madeira: Sul do Brasil;galaxao vida loka

Galaxão ‘Vida Loka‘, esse está na ativa.

Carros muitos mais novos que ele já arriaram. “Pense Forte, Pense Ford”, lembra dessa?;

O busão e o posto de saúde;postinho da vila leonice

Rua sem nome oficial – invasão portanto.

Basta reparar que no poste da esquina por baixo há a placa oficial da Rua Ovídio Garcez, devidamente homologada pela prefeitura.

A transversal foi nomeada ‘Salim Calixto’ pelos próprios moradores (flagrei a mesma cena na Augusta [“ex-Augusto”], Zona Oeste);

Clique sobre as fotos que elas aumentam, o mesmo vale pra todas.

…..

sem nome oficialvila leonicevila leonice1vila leonice2vila leonicecachoeiracohab1ponte e casa de madeirabarracao detonadoterrenos enormes1subida da ladeira vila leonicemadeira

terminal cachoeira e taxis

A partir daqui as fotos foram feitas em Tamandaré exceto quando indicado. Eis o Terminal de ônibus da Cachoeira. Outro detalhe: os táxis de Tamandaré são pintados exatamente iguais aos de Curitiba. A prefeitura da capital detesta essa clonagem (porque gera problemas de desrespeito a divisa municipal) mas não pode fazer nada.

Cruzando a divisa entramos em Tamandaré. Muda o município, a situação social das vilas é similar.

Com uma exceção. Na parte da Cachoeira que fica em Tamandaré não há alta e média-alta burguesia em condomínios luxuosos.

Claro que o subúrbio vem melhorando, como acontece em todo o Brasil e boa parte do planeta.

Ainda assim, essa parte de Tamandaré  é o típico subúrbio de metrópole, como tudo que isso acarreta.

No bairro do Tanguá, em outra parte desse município, predomina a classe alta.

Mas na Cachoeira as pessoas moram dependuradas precariamente nas encostas dos morros.

Exatamente como é o padrão em diversas partes do Brasil: no Sudeste (veja Santos-SP e B.H.-MG), Santa Catarina e Salvador-BA.tamandare1

E em menor escala ocorre em outros lugares, como Porto Alegre-RS e Manaus-AM.

Mas na Grande Curitiba é mais raro. Os morros aqui se concentram a norte e oeste da cidade.

Dentro do município de Curitiba, temos vilas em ladeiras íngremes especialmente nos bairros Cachoeira, Abranches, Pilarzinho e em menor medida Santa Cândida (todos eles na Z/Norte).

cahoeira-at

Cachoeira, Tamandaré: pela topografia irregular, a urbanização também é irregularmente distribuída. A cidade não é contínua, as pessoas moram onde dá, e há ainda grandes trechos de mata.

E também nos bairros São Miguel, Cidade Industrial e Butiatuvinha, na Zona Oeste.

Seguindo um pouco pra frente, ainda na Z/O mas já outros municípios, também em Campo Magro e Campo Largo (na Ferraria e em assentamentos as margens da BR-277 como a Vila Dom Pedro 1º).

A Zona Norte metropolitana tem bastante bairros pobres (ou ‘favelas’, se preferir) nas encostas:

Em Colombo, aqui em Tamandaré como estamos vendo, e também em Itaperuçu e Rio Branco do Sul.

Aliás, esses municípios que citei acima e mais Campo Magro (que já fica na Zona Oeste mas é contíguo a eles, uma vez que se emancipou de Tamandaré) são conhecidos como ‘Baixada Paranaense’.

buso vila prado

Próximas 4: Vila Prado, também Tamandaré. Veja quantos bosques, o busão parece que está em área rural!!!; Duelo pelos ares: bandeiras rubro-negras e alvi-verdes demarcando território (pra quem não é daqui e não gosta de futebol, são respectivamente as cores do Atlético e do Coritiba); placa de rua.

Uma analogia óbvia a ‘Baixada Fluminense’, pelas condições sociais vigentes. Só que a Baixada do RJ, como o nome indica, é majoritariamente plana.

Enquanto a ‘Baixada Paranaense’, inversamente, é no morro.

Essa linha de trem que vemos aqui corta a Zona Norte dentro do município de Curitiba.

Vemos a casinha que era a antiga Estação Estribo Ahú – a foto saiu ruim pois tirei do ônibus em movimento, qualquer dia passo a pé lá e registro melhor.

Depois passa por Tamandaré e termina em Rio Branco do Sul.

Já fiz matéria específica sobre Rio Branco, onde fotografei a antiga estação ferroviária igualmente – nesse caso virou território militar, abriga a bandeira rubro-negraPM e o posto do exército.

Tamandaré e Rio Branco são vizinhos, e muito parecidos, tanto física quanto espiritualmente. Apenas Tamandaré é mais de 4 vezes maior em população.

………bandeira alvi-verde

Enfim, embora mais raras que nas outras capitais e grandes cidades do interior, existem favelas em morro em Curitiba e região.

E se concentram a Norte e Oeste, ou seja, exatamente a região que estamos vendo.

vila pradoNão há mais porque as Zonas Oeste e Norte são justamente as mais ricas da cidade.

Em outra mensagem, que breve jogo na rede, eu falo melhor de como Jaime Lerner agiu pra aburguesar a região e impedir as favelas em morro antes mesmo que elas surgissem.

tamandare olhando curitiba1

Próximas 2: estou em Tamandaré (onde vemos essa primeira fileira de casas). Mas ao fundo é município de Curitiba, mais um conjunto da cohab ficando pronto.

Claro, não deu pra evitar 100% das invasões no município de Curitiba. Por isso há algumas favelas em morro, nos bairros que citei acima.

Na região metropolitana não houve como fazer esse planejamento tão aprofundado.

E ali, ao contrário do município de Curitiba, as encostas foram amplamente ocupadas.

………

Bota ‘amplamente’ nisso.

Se fosse pra seguir a lei 90% das casas do município de Tamandaré teriam que ser desapropriadas e demolidas, porque a inclinação é muito grande.

tamandare olhando curitibaNa verdade segundo um colega que se formou em agronomia me informou um aspecto muito interessante:

Seguindo a legislação vigente as encostas de Tamandaré não poderiam sequer ser utilizadas pra atividades rurais, porque o ângulo de descida é muito agudo.

O que dizer então pra moradia urbana?? terreno inclinado

A foto a direita diz tudo que você precisa saber sobre é a situação topográfica em Tamandaré.

Dá pra viver assim, precariamente suspenso por estacas que nenhum engenheiro aprovou???

Só que é muita gente. Faça a conta e verá que teríamos então que desapropriar quase 80 mil pessoas. 

A situação é a mesma em Rio Branco, Itaperuçu, Campo Magro, e, embora em proporção bem menor, também Campo Largo, Colombo e Campina Grande do Sul. E mais algumas favelas no município de Curitiba mesmo.

criacao de galinha

Criação de galinhas em plena cidade. Aqui na Grande Curitiba é raro. Na República Dominicana muito comum.

Tudo somado, são mais de 200 mil Homens e Mulheres que teriam que sair de onde vivem.

Aí naturalmente o governo teria que proporcionar-lhes outra opção de moradia.

Como fazer isso? Onde acomodar tanta gente? Não há espaço, dinheiro, nem sequer viabilidade política de se fazer uma reforma urbana desse tamanho.

Então tudo vai ficando como veem aí. Assim é a sociedade capitalista, quem pode mais chora menos, né?rua flavio dallegrave - linha do trem

…………

RUA FLÁVIO DALLEGRAVE – OU SE PREFERIR: “A RUA DA LINHA DO TREM”

placa rua flavio dallegraveVamos contar uma curiosidade, que só quem é curitiboca da gema conhece.

Vemos a Rua Flávio Dallegrave, ainda no município de Curitiba.

O que poucos sabem é que essa não é uma rua normal.

E sim a marginal dessa linha de trem.

alimentador-tamandare

Opera em Tamandaré usando o laranja do padrão municipal da capital. Em diversos municípios é assim. Mas Araucária, S. J. dos Pinhais e C. Largo têm sua própria pintura.

Esse ramal ferroviário sai da Rodo-Ferroviária (hoje no Jardim Botânico, Zona Central, mas um dia ali pertenceu ao bairro do Cajuru) e corta primeiro a Zona Leste da capital (Cristo Rei, Hugo Lange e Alto da XV).

E a seguir a Zona Norte (Bacacheri, divide o Cabral da Boa Vista, e depois vai serpenteando como numa dança de casal com a Anita Garibaldi, nos bairros Ahú, Barreirinha e Cachoeira).

Pois bem. Sempre que surge uma rua ao lado do trilho em cada um desses bairros, pra não nomear como ‘Marginal dos Trilhos’ a rua recebe o nome de Flávio Dallegrave.

colombo-tamandare

Maracanã/Cachoeira (via Roça Grande):linha metropolitana que pertence a Viação Colombo, operada por ônibus beges.

Só que ela não é contínua. Pois o trilho é sinuoso  (foi construído em 1909) e em vários trechos ele não tem marginais.

Assim a Flávio Dallegrave começa, termina, recomeça, finda de novo, apenas pra ressurgir depois:

Tem vários trechos curtos ao redor do trilho, em diversos bairros.

São muitas ruas diferentes, na realidade, que não se comunicam entre si. Mas têm o mesmo nome.

Rua Flávio Dallegrave. Pros íntimos, “A Rua dos Trilhos”.

Curitiba, Brasil.

Do Tatuquara ao Cachoeira, do Iraí até o Barigüi,

Eu Sou O Mensageiro.

Não acabou ainda. Dá tempo de soltar algumas fotos. Na sequência horizontal são todas em Tamandaré:

Garagem da Viação Tamandaré. Repare que as placas são de Campo Largo.

abranches

Essa foto e a da direita são no município de Curitiba. Aqui estou no bairro da Cachoeira, onde está essa casa que só vemos o telhado no canto inferior esquerdo. As residências ao fundo ficam no vizinho bairro do Abranches.

Pois Tamandaré foi comprada pela Campo Largo – o grupo também opera na divisa entre o Paraná e Santa Catarina. Mais um detalhe:

Na C. Largo e depois Tamandaré operou/ainda opera respectivamente (fev.16) o único Tribus Urbano (trucado, com 3º eixo) não-articulado da Gde. Curitiba;

Cohab que surgiu na Cachoeira, quase na divisa com Curitiba;

Rodovia Contorno Norte (5ª imagem);

Mais prédios baixos que estão sendo erguidos na região. Até pouquíssimos anos atrás eram praticamente inexistentes;

Como já comentamos muitas vezes, casas de madeira em amplos quintais gramados e sem muros;

Articulado vai pro Terminal Central do município;

leonice

Vila Leonice, bairro Cachoeira, município de Curitiba.

Tomadas diversas da Cachoeira e imediações: as casas sempre se espremendo entre a linha do trem e o morro.

Tentando achar um pedacinho da encosta pra se encaixar;

A penúltima da sequência, onde há diversas casas no mesmo quintal em verde-claro, eu não me lembro ao certo se estão no município de Curitiba ou já em Tamandaré.

articuladobeira do trilhogaragemcohab cachoeiracontorno nortecasa de madeira terreno enormeplaca de campo largoalmirante tamandaretamandarepredio novoalmirante tamandare1perto do trilhocachoeira2periferia-tamandare2periferia-tamandarecachoeira-principalvarias casas no mesmo quintaldia nublado

E como já aconteceu muitas vezes:fim de tarde

Passamos a Chave de Ouro com os últimos Raios do Sol se recolhendo. Terminando um dia bastante nublado.

O Astro-Rei encerra mais um ciclo de Trabalho, e eu faço o mesmo.

Deus proverá”

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