Xiiiii….Deu Zebra!!!

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro.

Publicado em 6 de julho de 2018.

Dia do Brasil 1 x 2 Bélgica, pelas quartas-de-final da Copa do Mundo de 2018.

Eliminação bastante precoce, ninguém esperava isso.

Afinal, fomos batidos por uma seleção sem grande tradição.

E pra doer mais nunca havíamos perdido da Bélgica em Copas.

(No único confronto, o Brasil havia vencido por 2×0, nas oitavas da vitoriosa campanha do Penta em 2002.)

Definitivamente….deu Zebra!!!!

Por isso mostro dois desenhos de Marília de vestido listrado em preto-&-branco, parecendo uma zebrinha.

Acima inédito, está até datado, feito em junho de 18.

E ao lado em retrato de julho de 2012.

(Sei que a resolução deste está baixa, desculpe, a iluminação também não ficou das melhores.)

………..

Acima da manchete e ao lado, a famosa zebrinha dos ‘Gols do Fantástico’.

Pra gente relembrar ‘aquele tempo’….”Brasil 1, Bélgica 2″, fala o locutor.

“Coluna 2”, responde a simpática zebrinha, pra consternação geral da nação.

Foi uma pena. Todo o país torceu.

Marília e Maurílio até foram a Rússia, assistir aos jogos  no estádio.

Veja Maurílio na Praça Vermelha, no Centro de  Moscou.

Fotografado em frente ao mundialmente famoso Kremlin.

Que é a sede do governo russo, como todos sabem alias:

Suas cúpulas multi-coloridas são um dos ícones mais conhecidos do planeta.

“A BRASILEIRINHA”: MARI VESTIDA, ORNADA E ENROLADA NO PAVILHÃO DA PÁTRIA AMADA –

Marília fez mais que viajar: se enrolou na bandeira e vestiu a camiseta amarela.

Quando eles foram a praia, ela escolheu o biquíni nessa  vibração.

Até o brinco é a mesma simbologia. Alias, nessa cena a esquerda Marília parece um pavão abrindo a cauda:

Ela pintou uma unha de cada cor nesse dia, fez um arco-íris. 

Enfim, além de ir a Rússia Marília fez o que pode pra elevar a bandeira brasileira.

Mas não deu, infelizmente. Só num detalhe ela se descuidou, é o que vamos ver agora.

“GOL CONTRA”??? MARI VEIO DE VERMELHO VER BRASIL X BÉLGICA

Marília chegou pra assistir ao jogo usando roupa vermelha, como vemos ao lado (desenho inédito, feito em julho de 18).

E vermelho é justamente cor do uniforme da Bélgica, o rival que nos eliminou da Copa.

Ops, que falha hein querida… Um ‘gol contra’, podemos dizer assim?

Pra piorar, tudo se alinhou e o Brasil fez mesmo um gol contra, foi assim que a Bélgica abriu o placar.

Mas Mari está desculpada. Não fez de propósito, evidente.

Ela não sabia disso. É uma garota, afinal.

E como a maioria muitas Mulheres, Mari não gosta tanto assim de futebol.

Claro que na Copa ela torce, vê os jogos com os amigos. E com ou sem Copa sempre usa verde-&-amarelo.

Mas ela não conhece o suficiente pra guardar  na cabeça a cor das camisas da seleções.

Sabe que a nossa principal é amarela. Mas Marília precisa fazer uma confissão:

Nem desconfiava que o Brasil também tem um uniforme azul, descobri no jogo contra a Costa Rica….ri-ri-ri“.

Enfim, blusa escarlate foi um acidente, ela não sabia.

Mas já que perdemos, ela vai usar uma roupa relativa a nossa derrota, e dessa vez de propósito:

Na segunda (a eliminação foi na sexta) Mari vai trabalhar usando esse vestido listrado. Ela define:

Eu torci. Me enrolei na bandeira, usei camiseta, brinco, biquíni, enfim, minha parte eu cumpri.

Mas já que deu zebra, bem, o que posso fazer? Nasci pra causar.

Então…beijinho nos ombros das invejosas, e abram alas, lá vou eu!!!

“Deus proverá”

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as Flores da África

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 26 de junho de 2018

Todas as postagens de ‘Flores’ são dedicadas as Mulheres.

Tudo bom, querida?

Quero te dar de presente as imagens das flores que eu cliquei na África do Sul.

Começamos pela Cidade do Cabo.

O Cabo é a cidade mais bonita da África do Sul, e uma das mais bonitas do mundo.

A esquerda, e também acima da manchete, vemos ao fundo a serra onde está a Mesa-Montanha.

Rosa & Azul, em Joanesburgo.

Que espreme a cidade contra o mar.

Assim em qualquer parte da metrópole que você esteja sempre vê as montanhas emoldurando ao fundo, é sua característica mais marcante.

A direita no elitizado bairro Campo da Baía, no começo da Zona Sul, na “Riviera do Cabo”:

Joanesburgo.

Uma estreita avenida que vai margeando o mar, serpenteando entre o oceano e o morro.

É de tirar o fôlego tanta beleza (e tanta riqueza). Percorri-a a pé, pra poder ir fotografando com calma.

E exatamente por isso abri a série sobre a África com um ensaio sobre a ‘Riviera’.

Na tomada sobre a manchete estou no riquíssimo bairro da Ponta Verde, colado ao Centro.

O Cabo é a única cidade sul-africana em que há ricos morando (também) na Zona Central.

Nas outras metrópoles a elite e a alta-burguesia residem somente nos subúrbios, como ocorre nos EUA.

O Cabo é a cidade mais integrada da África do Sul, tanto em termos de raça quanto de classe.

Zona Central de Durbã.

Claro que é uma cidade de 3º mundo,  com renda extremamente concentrada e violência altíssima.

Ademais, a maior parte das pessoas que têm dinheiro também vivem nos subúrbios, como no resto da África do Sul.

A coisa está muito longe de ser paradisíaca, realmente.

Mas nas outras metrópoles sul-africanas a situação é ainda mais tensa, é o que quero dizer.

No Cabo a Zona Central abriga bairros riquíssimos na orla.

Em Durbã, que também é litoral, isso não ocorre. A praia que fica ao lado do Centro é periferia, incluindo na beira-mar mesmo.

Tem mais: na Cidade do Cabo (como em Mônaco na Europa e na Califórnia/EUA) são os ricos que moram no morro.

Observe ao lado. Uma bela flor laranja.

 2 versões da mesma cena em Joanesburgo: primeiro o foco na flor, carros desfocados…

Ao lado mais um Audi pra não deixar dúvidas do padrão social da região.

E ao fundo uma encosta ocupada, não por barracos e casas precárias como no Brasil e América Latina é o padrão, mas por mansões com piscina.

Bem, descrevi melhor as lutas políticas e sociais da África do Sul aqui e aqui.

…e agora focamos na cidade ao fundo, a flor que ficou embaçada.

Já falei pormenorizadamente de Joanesburgo e Cidade do Cabo, com muitas fotos.

(Falta apenas a matéria sobre Durbã, que breve sobe pra rede.)

Aqui, só pra resumirmos, o Cabo é a cidade mais bela, e mais integrada.

Ainda há bairros de elite colados ao Centro, e estão fazendo mais, pra essa condição se manter e se ampliar.

Veja ao lado: fotografei no ‘Centro Novo’ do Cabo.

Quase em frente ao complexo que eles chamam de ‘Beira-Mar’ – ‘Water Front’ no original.

Onde há restaurantes, mercado, e de onde sai o barco pra ilha-museu onde Mandela esteve preso.

Vemos as obras da ampliação de um bairro pra alta burguesia e elite.

É um lugar muito lindo, há canais na porta dos prédios, já mostrei fotos nessa outra matéria.

Repare que no vidro há um reflexo – invertido portanto:

Vemos a fachada da loja da Audi (sempre ela!) onde está escrito ‘Cape Town’.

Na frente essas margaridas amarelas, na tomada acima em escala maior.

Saímos do Centro. Indo pra Zona Sul está um dos lugares mais bonitos da Terra.

Que apelidei de ‘Riviera do Cabo’ como dito acima.

A tomada da direita veio dali. As garagens e a portaria são no teto, na porta do térreo você sai na areia da praia.

………

A esquerda um hibisco, emoldurado pelo azul do céu e do Oceano Atlântico, ainda no Cabo mas já perto do Centro.

Depois outro hibisco, na mesma região, dessa vez no fim-de-tarde.

……

Talvez alguma flor fotografada na Cidade do Cabo só exista lá, e em mais nenhum, lugar do planeta.

Explico. Seu ponto turístico mais famoso é a Mesa-Montanha, como todos sabem.

Essa imagem ao lado foi capturada no alto dela.

(Não me restringi a flora, no mesmo local fotografei um roedor muito parecido com um castor.)

Então. Ali havia uma placa explicando que a biosfera do Cabo é única, não tem paralelo no planeta.

Hortências em Joanesburgo.

A Terra se divide em várias biosferas, obviamente.

Geralmente elas são grandes, com várias centenas de km2, ou mesmo alguns milhões de km2.

Por exemplo, a Savana Africana é uma biosfera, a Floresta Tropical outra, o Saara mais uma.

E cada uma tem sua fauna e flora características, evidentemente.

A biosfera do Cabo é a menor entre todas, a nível global, só engloba mesmo o Cabo da Boa Esperança e imediações, somente poucos milhares de km2.

Claro que muitas plantas e animais que nela vivem se repetem em outras partes. Mas alguns só existem ali.

Porém eu não tenho qualquer conhecimento de Botânica. Portanto não posso dizer se cliquei um desses exemplares.

…………..

Acima, ao lado e abaixo:

Durbã – cidade que também tem litoral – sob muita chuva.

Até o último dia de minha quarta década na Terra, eu nunca havia saído da América.

Meu 40º aniversário foi justamente o primeiro dia de minha vida fora do continente. Passei ele em Joanesburgo.

No dia seguinte fui a Durbã. Assim que cheguei, a primeira coisa que fiz foi entrar no Oceano Índico.

Rosas em Joanesburgo.

Portanto, com 40 anos e um dia eu completei uma saga, me imergi nos 3 grandes Oceanos do Planeta:

Atlântico (Sul, muitas vezes, do Pará ao Rio Grande do Sul, e Norte no Caribe), Pacífico (Sul no Chile, Norte no México) e Índico.

A praia de Durbã é uma de-lí-cia, pra quem Ama o Mar não pode haver melhor: ondas fortes, temperatura agradável.

Próximas 2: de volta a Durbã. Esse belo tapete laranja recepciona os visitantes num agradável bairro de classe-média no alto de um morro, chamado ‘Musgrave’.

E a orla é a única parte integrada da cidade, onde todas as raças e classes se misturam:

Além de negros e brancos, Durbã tem forte colônia indiana, se alguém não sabe.

(E eles entram de roupa no mar, as Mulheres sempre, os Homens muitas vezes.)

Fui a praia em Durbã 3 dias seguidos. Mas voltando a falar das flores que é o que nos interessa aqui:

No meu 4º e último dia em Durbã, o programa foi outro. Já estava planejado mesmo eu dar umas voltas pela cidade. 

Aqui em frente a prefeitura, no Centro. As flores nos postes são como as que cliquei em Santa Catarina e no Chile.

E além do mais choveu forte, fiquei totalmente ensopado.

(Como ‘Marília’ também ficou, num desenho que fiz recentemente).

Bem, as flores também ficaram molhadas. E daí saíram essas bonitas imagens, que viram um pouco mais acima.

Ainda em Durbã, fiz mais uma vez o esquema de tirar a mesma foto mudando o foco.

Repare na curiosa flor ao lado e abaixo, rosa com pontas azuis,

Molhada porque havia chovido bastante naquele dia em Durbã, como dito.

A caminhonete ao fundo está desfocada – nesse caso o veículo está estacionado.

Agora mudamos o foco pra ele, se torna nítido, a flor é que fica embaçada.

Duas versões da mesma cena, dando um efeito curioso.

………..

Falemos um pouco do estado de Gauteng (na África do Sul os estados são chamados ‘províncias’, como na Argentina, França e outros).

Gauteng é o menor estado da nação, mas o mais populoso, e seu epicentro político e econômico.

Em Gauteng ficam as cidades de Pretória e Joanesburgo.

A África do Sul tem nada menos que 3 capitais, se alguém não sabe:

O Supremo Tribunal fica na pequena cidade de ‘Bloemfontein’.

Próximas 9 (incluindo a galeria horizontal): subúrbios de Joanesburgo. Aqui um belo hibisco na avenida principal.

Enquanto que o Congresso está sediado na Cidade do Cabo.

O Palácio Presidencial por sua vez localiza-se em Pretória.

E de Pretória veio a imagem acima, as margens de um rio que corta sua Zona Central.

Enquanto que Joanesburgo é a auto-denominada ‘Metrópole Global Africana’ .

Já as as ruas internas dos bairros são assim, muito calmas, arborizadas e floridas.

Pois é o principal centro populacional do país (quase 20% dos sul-africanos moram na Grande Joanesburgo).

Financeiro também: o subúrbio (‘subúrbio’ no sentido estadunidense do termo) de Sandton é na prática o ‘Novo Centro’ da cidade.

Depois que o Centrão decaiu, pra Sandton se transferiram os escritórios das corporações e a bolsa de valores.

Portanto Sandton tem o metro quadrado comercial mais caro da África inteira.

Ademais, os destinos políticos sul-africanos também têm em Joanesburgo seu ponto nevrálgico.

A luta tanto pra manter como pra derrubar o ‘apartheid’ se desenrolou basicamente ali

(E felizmente pra humanidade as forças anti-racistas triunfaram.)

Então Joanesburgo é uma cidade poderosa, sem dúvidas. Mas reconhecidamente não é tão bela quanto o Cabo e Durbã.

Pois lhe faltam o mar e montanhas presentes nas outras duas. Ainda assim, Joanesburgo tem bairros muito bonitos:

Bela flor laranja. E mais um Audi, veja como a marca faz sucesso lá.

Onde mora a classe-média as ruas são calmas e arborizadas, com muitas flores.

Como as imagens deixam claro. Alias, veja acima. algumas ruas residenciais nem calçada têm.

Porque as pessoas não andam a pé, só de carro, ao mesmo estilo dos EUA (bem, foi a mesma Inglaterra quem colonizou ambos os países).

…………….

Vamos ver mais flores de ‘Joburgo’.

Começo ao lado com esse belo Pôr-do-Sol nos subúrbios.

(Alias a matéria que vai fechar a série sobre essa viagem é que a vai mostrar o Céu, breve).

Com vocês, Joanesburgo, África do Sul:

Agora Cidade do Cabo.

Iniciamos ao lado com essa belíssima Primavera rosa. Eu adoro Primaveras, e você?

Ao fundo notamos a arquitetura colonial inglesa/holandesa, ainda extremamente presente na Cidade do Cabo.

Cruzando toda África do Sul, aterrissamos em Durbã. 

A esquerda no Centro, daí os edifícios comerciais se destacando ao fundo.

Os sul-africanos não gostam de morar em prédios altos (há alguns na beira-mar, mas são raros longe da orla).

Mais flores que cliquei andando pelas ruas dessa metrópole ocidental sul-africana, as margens do Oceano Índico:

Voltamos pra Cidade do Cabo.

E fechamos novamente em Joanesburgo.

Adorei essa branca e roxa ao lado.

Eu comecei minha viagem a África por Joanesburgo, fui a Durbã, depois ao Cabo, e por fim terminei pela mesma cidade de Joanesburgo.

Então encerramos a mensagem com suas flores.

Beijos em teu Coração de Mulher.

Deus Pai e Mãe a Ilumine pela Eternidade.

“Deus proverá”

“Fiu-Fiu”

Cantadas vulgares…

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 12 de junho de 2018, Dia dos Namorados

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres

Marília é uma menina muito bonita e vistosa.

Chamativa. Ela gosta disso. Gosta de se produzir, “pra causar” como ela mesmo define.

E o que ela “causa”? Óbvio, recebe inúmeras cantadas dos Homens.

……….

Promessas de casamento, assobios e buzinas… Marília ouve vários galanteios.

Quando Marília está sozinha, ela divide as cantadas em 3 tipos (por ordem decrescente de interesse por parte dela):

A abordagem é inteligente, e o rapaz vale a pena.  Aí Marília corresponde:

Joga um charme, dá uma piscada, mexe nos cabelos, você sabe como são as técnicas femininas de mostrar que há correspondência.

Essa é a melhor opção, claro, e aí ela deixa rolar, pra ver se o pretendente é mesmo interessante, e suas intenções são sérias.

E agora essa: mesmo acompanhada Marília recebe cantadas – Maurílio se morde de ciúmes!!! Mari ri, e pensa com ela mesma nessas horas.“Se você soubesse como fica uma gracinha quando está brabinho, ri-ri”.

Pois Marília não participa dessa orgia generalizada que esta aí, ela é Mulher de Um Homem só.

Se um relacionamento não deu certo, ela se abre a outro, mas sua vontade é sempre achar aquele companheiro que vai envelhecer ao lado dela.

Então quando há esse alinhamento inicial ela aceita a brincadeira, e dá prosseguimento, pra ver se esse é sua Alma Gêmea;

As vezes o Homem não lhe interessa por algum motivo, mas pelo menos a paquera é divertida e original.

Nesses casos não rola nada, claro, mas ela se sente lisonjeada, afinal ser elogiada também não faz mal a ninguém, não é mesmo?

O executivo gostou da Marília ascensorista – vejam vocês, essa profissão ainda existe! Como ele viu que ela também gostou (porque Mari corou e baixou o olhar ao receber um sorriso e um olhar penetrante dele) na saída lhe deu mais um sorriso. E na próxima vez que vier ao prédio vai puxar conversa.

Por exemplo, as vezes Marília passa em frente as obras na hora do almoço, quando os peões estão descansando.

Eles assobiam, brincam com ela, que aceita de boa. Claro que ela faz aquela pose de “não sou dessas”:

Põe um biquinho nos lábios, empina o nariz e o queixo e sai pisando durinho, nem olha pra eles, pra não dar moral.

Mas por dentro ela sorri, acha gostoso ser admirada. Fica feliz por sua aparência feminina atrair o desejo masculino, ainda que não haja alinhamento;

Mari é tímida. As vezes se ela gosta do rapaz não sabe reagir a cantada.

E infelizmente há os caras inconvenientes, que ela vê na hora que são promíscuos, só querem levá-la pra cama – pra piorar alguns não aceitam o ‘não’ e ficam insistindo, importunando-a.

Esses são os piores casos. O sujeito não está nem um pouco interessado em Marília de fato, no que ela é, em como ela se sente.

Só quer uma noite de luxúria, pôr mais uma na lista, e conseguido esse intento nem telefona mais, e não atende o telefone tampouco.

Bem, com Marília esses não conseguem nada além de irritá-la pela insistência e desfaçatez com que a abordam.

Olha a expressão de exasperação dela no primeiro desenho da matéria, no alto da página. Mari até vira o rosto pro outro lado, pra não ver nem a cara do infeliz. Affff..

ÍSIS VELADADesenho sem relação com o texto. Marília está tomando banho de Sol na Praia da Ponta Negra, em Maricá, Grande RJ. Quando o vento brincou com seus cabelos, encobrindo seu rosto e dando a impressão de um véu, por isso a referência a Deusa da Sabedoria do Oriente.

Então essas grosserias só a irritam, como irritam a todas as Mulheres. Mas existe um outro lado. Quando Marília gosta da paquera, mas por isso mesmo fica insegura.

Do tipo “é bom demais pra ser verdade, será que é comigo mesmo???”

Veja a esquerda. Ela gosta de ser cantada, quando é com bom-gosto. Porém fica retraída, não sabe como reagir.

Fica até na dúvida se é mesmo pra ela. Mas é pra isso que servem as amigas, não?

A grande amiga de Marília, vendo que ela estava sem jeito, a chamou “pra irem a toalete, retocar a maquiagem”.

Na verdade é pra chamar a atenção dela: “sua boba! Não vê que aquele gato no balcão não tira os olhos de ti?”.

Ela de mini-vestido rendado floral vermelho, e salto-alto.

Mari ficou sem jeito: “aaai, amigaaaa…. Eu achei que sim. Mas será mesmo???”

…….

Mas isso não é nada. As vezes, mesmo quando está com alguém Marília ainda recebe cantadas.

Aí nesses casos a primeira possibilidade das três listadas acima (ela corresponder) está naturalmente excluída.

Pois Marília, digo novamente, é Mulher Fiel, que enquanto está ao lado de alguém está só com ele.

Restam as outras duas: se a abordagem for elegante ou no mínimo espirituosa (vale até um ‘fiu-fiu’) ela se lisonjeia, ainda que não responda.

E se for algo tosco, é ainda mais irritante. Mas ela responde ao ‘don juan’ barato:

“Não sei, vou perguntar ao meu namorado o que ele acha da ideia. E ele é bem forte, e bastante ciumento.”

Pior ainda. As vezes Marília está de mãos dadas com seu Amor, e mesmo assim algum engraçadinho ainda mexe com ela.

Geralmente quando os pombinhos estão a pé e o oportunista está de carro, aí ele buzina ou fala alguma gracinha e foge em seguida, porque não é bobo, né?

Vimos acima o que acontece, Maurílio fica louco de ciúmes.

Quando está de seu lado, Marília nem dá bola pra ninguém mais. Mas, não vamos negar, ela se diverte vendo ele com ciúmes dela.

Nos braços um do outro, Final Feliz. Alias, feliz Dia dos Namorados pra ti, querida. Espero que seu dia também termine assim.

Ciúmes bobos, Marília é louca por Maurílio, seu Grande Amor, o Homem de sua Vida. Mas as pessoas são assim, não é mesmo? Nem sempre conseguem ser 100% serenas.

Mari se diverte da cara que ele fica. “Ai, se você soubesse que fica lindinho tão nervosinho….ri-ri”, ela acha graça.

Essas discussões são normais. Mas no fim tudo acaba bem. É coisa de um Casal que se Ama.

Um Homem = Uma Mulher, eis a Lei de Deus Pai e Mãe desdobrada a matéria.

Que Ele-Ela Ilumine a todos. Beijos em teu Coração de Mulher.

“Deus proverá”

1º de Maio, Dia dos Trabalhadores e Trabalhadoras

Por Maurílio Mendes, o Mensageiro

Publicado em 1º de Maio de 2018, Dia do Trabalhador e Trabalhadora.

Por conta da data, vamos fazer uma homenagem, mostrando Marília e Maurílio trabalhando.

Mais ela, porque nessa dimensão dos desenhos eu foco mais na Energia Feminina. Mas há tomadas dele pegando no batente também.

Pra isso fiz uma compilação nos arquivos.

Marília executiva, trabalhando no computador até na hora do almoço.

Assim ao lado das imagens eu vou colocando a ligação pra matéria original, e a data que o desenho foi feito.

……….

Começamos os trabalhos, já que hoje é Dia do Trabalho, com Marília trabalhando em casa de família.

Uma família rica, que fornece até uniforme pra ela.

O desenho foi publicado (via emeio) em 1º de Maio de 2012 (essa atual postagem que você lê agora marca o 6º aniversário da gravura portanto).

Próximas 2: Maurílio bombeiro.

Subiu pra página em 26 de maio de 2015, na postagem chamada ‘Magia Feminina’.

Lá eu escrevi: “1º de Maio, Dia da Trabalhadora“, exatamente pra homenagear as trabalhadoras domésticas.

…….

Não vai qualquer machismo, claro, de representar as Mulheres somente em profissões braçais.

Pra equilibrar, a direita acima Marília como Mulher de negócios.

Executiva, diretora de uma corporação, ou profissional liberal de sucesso. Bem remunerada. Mas muito exigida também.

Tão ocupada que não tem tempo de relaxar, nem na hora do almoço.

Ela mal acabou seu prato mas já ligou o computador pra voltar a trabalhar.

Toma o sorvete já vendo e adiantando os compromissos e tarefas da tarde. Imagem de julho de 2017, na mensagem “Rosa-Choque”.

…….

Chegou a vez de Maurílio. Duas cenas dele trabalhando como bombeiro.

Primeiro em ação, combatendo um incêndio que eclodiu em alguma parte da cidade.

E no retrato 3×4 em preto-&-branco ele orgulhoso do dever cumprido, ainda de capacete mas sem a máscara de oxigênio.

Obviamente só poderia ter sido publicado na mensagem que se chama “Servir & Proteger”, de junho de 2017.

……….

No decorrer da página ainda veremos outras cenas de Maurílio como militar.

Marília pilotando um ônibus urbano.

Agora uma Marília como caixa, num mercado. Desenho de março de 2012.

A mensagem tem o título da fala dela: “São Dezenove Reais e oitenta centavos”.

……….

Maurílio na boleia de um caminhão.

E também um Táxi-Fusca.

E não qualquer caminhão obviamente, mas o “clássico dos clássicos”:

Um Jacaré Scania – aquela marca que quem ouviu uma vez o ronco não esquece jamais.

Feito em junho de 2015. Claro que só poderia subir pro ar como “O Rei da Estrada”.

Repare na camiseta de posto dele.

Mais pra baixo aparecerá Marília, sua esposa, usando uma delas também.

……..

Agora Marília trabalhando como motorista.

E duplamente, num ônibus  e num táxi.

O busão é de Pinhais, na Zona Leste da Grande Curitiba.

E o táxi, que é um Fusca (o carro mais querido da história da humanidade), do Rio de Janeiro.

Marília, “A Rainha das Ruas”, agosto de 2016.

……..

“Imobiliária, bom dia”.

Desenho de setembro de 2014.

Marília telefonista. Na versão sem e com óculos, pra você decidir como ela fica melhor.

Na verdade ela está atendendo o telefone.

Mas ela não é telefonista ou secretária, é isso sim uma agente imobiliária.

Profissão que está sendo dominada pelas Mulheres.

Fato que constatei, além do Brasil, também na República Dominicana e África do Sul.

………

“Correio” – desenho de outubro de 2017.

Publicado na postagem “O Preço de Ser Bela”.

……….

Aqui retratamos Maurílio e Marília trabalhando ao mesmo tempo.

Ele é fotógrafo profissional, ela modelo.

Estão produzindo uma campanha publicitária pruma marca de refrigerante.

Maurílio adora tirar fotos, especialmente de sua Amada Marília.

Quando eles podem então trabalhar juntos é melhor ainda.

Desenho de dezembro de 2016, que atualizou a mensagem “Em Dose Dupla”.

……….

“Sobe” – agosto de 2016: Marília trabalhando como ascensorista.

Uma profissão que quase não existe mais. Mas não esqueça do ‘quase’.

Embora esteja praticamente extinta, não acabou de todo.

Em 2016 fui a um hospital de Curitiba, e havia sim uma ascensorista.

Então que fique registrado, na segunda metade da segunda década do século 21 ainda tinha gente que ganhava a vida assim:

Fechada no elevador apertando os botões pros passageiros serem poupados dessa função.

E Marília é sempre feminina, chique e charmosa, mesmo o dia inteiro sentada num banquinho enquadrada numa caixa de metal. Tanto que o executivo gostou dela….

……..

“Soteropolitano” (janeiro de 2017):

Maurílio é “moto-boy”, faz entregas de moto. Passa o dia montado no seu instrumento de trabalho sob Sol forte nas ruas de Salvador-BA.

A direita vemos ele enfrentando o trânsito pesado na Avenida Suburbana.

……….

Desenho de setembro de 2012:

Marília trabalhando de garçonete (ou copeira). Ela tem que usar esse uniforme azul, o que ela não gosta. Mas são ossos do ofício.

Pra compensar, ela usa vestidos bem coloridos pra ir e voltar do serviço.

Por isso a postagem se chamava originalmente “Toda Roxinha – em Rebelião Feminina e Silenciosa contra o Uniforme.”

……..

Pra ficarmos na mesma frequência, ela de novo de uniforme azul. Mas agora ainda menos feminino:

É uma farda. Em março de 2014, retratei Marília trabalhando como segurança.

A mesma situação, mas ainda mais forte, uma roupa ainda menos feminina, como dito e é notório.

Por isso quando está em casa ela abusa dos vestidos multi-coloridos, maquiagem, bijuteria e cabelos soltos. 

Assim, a mensagem se chamou “Dia de Trabalho, Dia de Folga”.

……..

Acima e ao lado, vamos ver agora Maurílio de farda, servindo ao Exército.

Em dezembro de 16, no Exército Vermelho do Povo Chinês (esq).

em janeiro de 18, do Exército do Paraguai. Guardando o “Encontro das Águas” da Tríplice Fronteira (dir.).

(Nota: alias tanto a cidade de Foz do Iguaçu no Brasil quanto de Cidade do Leste no Paraguai – que são fronteiriças e ligadas pela Ponte da Amizade – foram justamente fundadas como guarnições militares pra defender os respectivos territórios nacionais.)

………….

A esquerda e acima da manchete: Marília no ofício de (mani e) pedicure.

Lutando, pra que suas clientes possam brilhar, serem admiradas pela aparência.

Por isso está também na mensagem “O Preço de Ser Bela”.

……….

De volta ao transporte.  A direita acima, direto de Maceió, Alagoas:

Maurílio também dirige ônibus. E vestido de Papai-Noel.

Desenho de agosto de 2016, inserido na mensagem “Áureos Tempos”.

E na catraca, Marília de cobradora. Mostrada assim em maio de 2012.

A cobradora (“trocadora” em várias partes do Brasil) não deixa de ser uma caixa.

Assim emendamos com duas cenas dela como caixa.

Dessa vez sem estar dentro de um veículo em movimento.

Acima no banco, feito em janeiro de 2016.

E exatamente um ano depois (jan.17) essa ao lado:

Marília sempre elegante, combinando a maquiagem, unhas e roupa, tudo no mesmo tom:

O Raio Laranja. E ela olha que ela nem é holandesa….

………

“Tudo Bem Limpinho” (junho de 2014):

Mais uma vez Marília como faxineira, de luvinhas e tudo.

Muitas vezes ela usa luvas, geralmente brancas, quando quer ficar bem elegante, se sentindo uma princesa (ou mesmo sendo uma de verdade, em encarnações anteriores).

Mas aqui as luvas são por motivo diferente, obrigação profissional mesmo.

Em mais uma homenagem as Mulheres que fazem serviço doméstico, fiz em fevereiro de 2015 esse retrato em Preto-&-Branco.

Aqui o cabelo está preso, pra ela poder trabalhar. Na rua ela solta. E, vejam vocês, bateu uma rajada de vento e levantou tudo. Ela se sentiu a própria Medusa. Mulher dramática……

…….

Falar em cabelo, vamos voltar ao “Templo Feminino”: o salão de beleza.

Em imagem de janeiro de 2014 (também em P&B) Marília depilando a perna de outra Mulher. Puxando a cera….aiiiii!!!

E agora em cores, cena de novembro de 2013.

Nota: aqui vou inserir várias imagens em que estão duas Mulheres.

A princípio, o foco é que Marília seria quem contrata e recebe o serviço.

Mas bem pode ser o contrário, por que não?

Alias eu já escrevi isso na postagem “Em Dose Dupla”, que hospeda essa gravura acima:

“Marília sendo depilada no salão. Ou não, né? Sendo 2 Mulheres, também pode ser que Marília é a depiladora, trabalhando aplicando a cera numa cliente.”

A mesma lógica se aplica as cabeleireiras. Quando desenhei, pensei a princípio em Marília como quem senta na cadeira e tem seu cabelo pintado – ou ampliado, como ao lado.

Mas podemos bem inverter, e dizer que Marília é a prestadora do serviço.

Onde ela está clareando o cabelo da “viúva Negra” (sua cliente se auto-intitulou assim após deixar um casamento infeliz) é de outubro de 2017.

E a profissional loira colocando aplique na morena que se arrependeu de cortar muito curto é de outubro de 2015.

“COMPRA-TERAPIA”

Vamos as compras? Mas pra isso é preciso que haja alguém do outro lado do balcão pra nos atender.

Se aplica a mesma lógica que delineei acima. A princípio fiz Marília como a compradora.

Mas perfeitamente podemos vê-la como a vendedora.

Mais dois retratos em P-&-B. A direita ela vendendo bijuterias foi publicado no Natal de 2017.

E a esquerda na loja de roupas 3 anos antes, logo após o Natal de 2014.

……….

“FIU-FIU”.

Voltando pra cor, mais uma de Maurílio.

Como peão-de-obra. No horário de almoço, descansando.

Digo, mais ou menos. Também mexendo com as moças que passam, assobiando e soltando cantadas baratas (desenho de março de 2012).

………

Maurílio trabalha num prédios que está sendo erguido.

Marília, indiretamente, também. Vendendo café, refri e salgados (junho de 2016).

Na hora da folga dos operários ela encosta o carro em frente a obra.

Eles saíram cedo de casa, vivem em distantes subúrbios.…Vida dura!

O café de muitos é no canteiro de obra, em mesinhas improvisadas que ela traz no porta-malas. Marília faz esse bico pra reforçar o orçamento da família.

………..

Julho de 2012: Maurílio chega cansado e sujo do trabalho. Uniforme cheio  de graxa.

ela está toda perfumada, cheirosa, com o vestido floral verde que acabou de comprar….

Mas mesmo assim Marília vai recebê-lo de braços abertos.

Definitivamente….É o Amor!!!!

……….

Falando em flores: Maurílio, o Jardineiro Fiel (janeiro de 2015).

Ok, jardineiro tem que trabalhar de uniforme, e não de bermuda e descalço.

Digamos que ele é caseiro de alguma chácara, então. Quando o patrão não está ele pode ficar mais a vontade.

O importante é que o serviço seja feito, que (entre outras tarefas) que o pomar, plantas e flores da Fazenda estejam sempre bem-cuidados.

…………

“A CURADORA“: dois retratos de Doutora Marília como médica, enfermeira ou terapeuta.

Ambos de 2016. Acima de setembro, ao lado de março.

Repare na aura rosa dela, uma Energia Feminina, de cuidado com os outros, suas Mãos de Luz.

“O CURADOR”: mas claro, os Homens também podem exercer com muito carinho e competência a Missão de Curadores.

Ao lado, de abril de 2016, Dr. Maurílio. Ele já encerrou o expediente.

Sua esposa, que está grávida, veio buscá-lo pra irem pra casa.

Eu errei na angulação dessa foto. A cabeça deles ficou muito grande, as pernas muito pequenas.

Próximas 3: Marília atleta profissional, começando pela canoagem.

Eles ficaram parecendo anões. Que coisa, né?

Acontece. Alias esse é o que a psicologia chama de ‘ato falho’, quando através de um erro involuntariamente você revela um pouco do inconsciente.

Por que tantos desenhos de médicos, enfermeiras e hospitais em 2016?

Porque eu tive um problema sério de saúde nessa época.

Até fiquei 4 dias internado pelo SUS num hospital do Bairro Alto, Zona Leste de Curitiba.

E meu problema foi justamente nas pernas. Talvez essa a razão que elas saíram pequenas na imagem. Jung explica…

Tem mais: o nome do médico, Dr. Maurílio, não é em minha própria homenagem.

Na triagem da UPA (24h) do Centrão, o médico que conseguiu meu internamento – que foi o que salvou minha perna – era meu xará. 

Embora Maurílio não seja meu nome real, só o de guerra.  E daí foi batizado o personagem que ilustra essas páginas.

Mas o médico era realmente meu xará, mesmo na ‘vida real’.

………

3 retratos de Marília praticando esportes. Mas não uma pelada de fim-de-semana.

E sim atleta profissional, que vive disso, com a bandeira da Pátria Amada no uniforme e tudo. 

Já vimos ela remando, literalmente (janeiro de 2017). Praticando canoagem.

Depois ginástica olímpica, representando o Brasil no Pan-Americano de 2015, em Toronto, no Canadá (imagem de julho daquele ano).

E Marília Faixa-Preta, lutadora de artes marciais (janeiro de 2016). Apenas o quimono dela tem flores e borboletas. Pois Marília é uma “menina-menina”, e tudo nela é feminino.

Dessa vez aconteceu o problema inverso do médico e sua esposa:

A perna de Marília carateca também ficou desproporcional, mas dessa vez comprida demais.

Como eu disse, acontece….Fazer o quê?

……….

A Marília faixa-preta está na postagem que se chama “A Cigana Leu o meu Destino”.

A direita o desenho que intitulou a mensagem: Marília Cartomante.

Uma profissão heterodoxa, esotérica. Ainda assim, um ganha-pão.

Uma arte majoritariamente feminina, a de compreender e decifrar as Energias sutis do Plano Astral.

Majoritariamente sim, mas 100% não. Há Homens médiuns, que trabalham em Centros Espíritas (kardecistas e de umbanda).

Mas a esquerda Marília aí sim numa profissão exclusivamente feminina:

Professor de ioga.

Fazendo a dança do ventre. Seu corpo parece uma cobra, sinuoso, se remexendo com a música.

Ela avisa: “Estou de véu sim, mas….não estou casando” (junho de 2016).

……….

Por falar em víboras….não podíamos deixar de retratar a “Rivalidade Feminina”, tão comum nos ambientes de trabalho.

Marília ficou uns dias sem tirar as sobrancelhas. As colegas do trabalho não perdoaram. 

Ela está ‘por aqui’ com essas ‘Meninas-Veneno’ (setembro de 2017).

E vai fazer elas morderem a própria língua….ui…vão acabar no hospital!

Quem sabe aquela loira que vimos acima sendo atendida pela doutora não é essa colega de trabalho de Mari, após provar de sua própria peçonha?

……….

Pra irmos finalizando, Maurílio e Marília como professores de ioga.

Maurílio também é atleta (março de 2015). Lutador de boxe, os braços tão sarados!

Veja a ‘asana’ (‘postura’) “invertida”. Pra chegar nesse ponto de apoiar o corpo totalmente na cabeça tem que ser um grande Mestre, já está mesmo dando aulas (dezembro de 2015).

Bem, ele já foi a Índia. Só falta agora levitar…..

Marília também já foi a Índia, várias vezes.

Alias essa loira ioguina  que desenhei em julho de 2017 é uma homenagem a uma Mulher que existiu de verdade na matéria, e ela trabalhava como professora de ioga.

Estou a vontade porque meu marido está na estrada. Mas a noite quando ele chegar vou estar im-pe-cá-vel!!!”.

Trata-se de uma australiana que Infelizmente foi assassinada pela polícia em Mineápolis, EUA. Lamentável…

………

E fechamos com uma Marília dona-de-casa, a “Rainha do Lar” (abril de 2015). Que também é uma ocupação muito nobre, não reconhecida como deveria.

Usando a camiseta de posto que ela ganhou do marido caminhoneiro. Só que como ela é costureira, customizou em cima e embaixo, torou as mangas e barra.

Pra roupa mais masculina possível ficar feminina e delicada, como ela….

Que Deus Pai e Mãe Ilumine todos os Trabalhadores e Trabalhadoras do planeta, nesse Dia do Trabalho e pra Todo Sempre.

“Deus proverá”

Descendo do Salto

São 2 desenhos inéditos, feitos em abril de 18. Começamos falando desse

VIAGEM PRO PASSADO: A CURITIBA DOS ANOS 80 E 90

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 14 de abril de 2018

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres

Marília grávida. E posando com o sapatinho do bebê (ela está esperando uma menina).

O cenário é a Ópera de Arame, no bairro Abranches, Zona Norte de Curitiba.

Mas espera aí: por que então ela está segurando seus próprios calçados na outra mão?

o outro é esse, Marília toma refri enquanto espera seu táxi, ela acaba de comprar um vestido. Abaixo comentamos melhor.

É simples: porque essa foto não foi tirada hoje, quando há a “Faixa do Salto-Alto” num dos cantos da ponte.

E sim logo que o teatro foi  inaugurado, no começo dos anos 90. A Ópera não se chama “de Arame”por acaso.

Não é só a estrutura que é de metal armado. A passarela de acesso também é.

Assim em 1992, quando ela abriu as cortinas pela 1ª vez, não havia como ir do portão de entrada até a plateia usando salto-alto.

Antes/Depois: não dava pra ir de salto no começo dos anos 90. Até que implantaram a ‘Salto-Faixa‘.

Aquelas Mulheres chiques chegavam ali, em seus sapatos de salto.

Mas não podiam prosseguir, porque os as pontas do salto se enroscavam, elas podiam cair e até se machucar, torcendo o pé ou algo pior.

Mais de perto, Marília com os sapatos da mãe (ela mesma) e da filha.

Aí…não havia jeito, tinham que “Descer do Salto”. Literalmente, não é maneira de falar.

Imagine a cena, elas ali, elengantérrimas, todas produzidas dos pés a cabeça: tinham ido ao salão fazer unha e cabelo, vestido social, e … salto-alto.

Mas o salto não passava. Elas tinham que tirá-los, e chegarem descalças ao teatro.

Iam segurando os sapatos nas mãos. Quem presenciou nunca vai esquecer, era até cômico de ver!

Obviamente essa situação não podia perdurar, tanto constrangimento.

Assim fizeram a ‘Faixa do Salto-Alto’ no canto da passarela, como dito antes e é notório.

Essa imagem não se relaciona com o texto: Marília grávida na China com Maurílio.

Observe a foto acima a esquerda, o ‘Antes’ (baixada da internet) e o ‘Depois’ (tirada por mim em 2016).

Soldaram uma chapa, assim agora é possível ir de salto na Ópera.

Felizmente a prefeitura considerou as necessidades femininas. Ufa!

Entretanto, vocês sabem,  aqui estamos numa ‘volta no tempo’.

Marília tirou esse retrato 25 anos atrás, sua filha já está adulta.

Porém na ocasião da gravidez, quando foi aos muitos parques da Zona Norte da cidade (a maioria deles então recém-inaugurados) pra fazer esse ensaio, não havia a ‘Salto-Faixa’ ainda.

E Marília não sabia. Aí ela também teve que ‘descer do salto’, literalmente.

Claro, ela podia ter tirado a foto descalça sim mas com a outra mão livre.

Agora vamos falar da gravura de Marília tomando um refri. Vocês viram acima que ela espera o táxi pra ir pra casa após comprar um vestido. Ela já está se imaginando de roupa nova….Coisa de Mulher, né?

O sapato dela não precisava ter aparecido se eles não quisessem mostrá-lo, alias.

Pois o fotógrafo (seu marido Maurílio, e quem mais seria?) podia simplesmente tê-la enquadrado da canela pra cima, ninguém nem ia saber desse detalhe.

Mas já que aconteceu assim, Marília desceu do salto fisicamente sim, mas não perdeu a pose.

Ela embarcou na brincadeira, não perdeu a oportunidade:

O sapatinho da menina numa mão, o dela na outra. 1, 2, 3, diga ‘xis’, foi.

Tá registrado pra Eternidade o momento. 

………..

COMPRA-TERAPIA: “NADA COMO UM VESTIDINHO NOVO PRA GENTE SE SENTIR LÁ EM CIMA”, PENSA MARÍLIA.

Pra fechar, como a legenda acima já indicou, falemos do desenho de Marília esperando o táxi, como uma sacola numa mão e uma garrafa de refri na outra.

Voltamos ainda mais no tempo. Aos anos 80. Quando os Fuscas dominavam as ruas do Brasil, inclusive nos táxis.

E o logo da Pepsi era o Tri-Color Clássico, branco, azul e vermelho dentro de uma bola.

(Nota: Coca-Cola é estabilidade, Pepsi é mudança.

O logo da Coca nunca se alterou, desde 1886 quando foi criado.

A filha de Marília: quando ela estava no útero, a mãe adorava tomar Pepsi. Mas a menina nasceu gostando do Taí! Que ironia, não? Deus é um cara gozador e adora brincadeiras…..

O da Pepsi muda o tempo todo, já são 10 no total. Pior que dinheiro brasileiro em épocas  de hiper-inflação.

A Coca só muda sua apresentação visual se…. for pra ficar igual a Pepsi!!! Pronto, falei!

Se você não viu esse flagrante total pessoalmente confira ele agora.)

……..

 Voltando a Marília. A sacola é de uma loja de moda feminina.

Ela foi comprar um vestido bem bonito, pra estrear num  dia muito especial.

Marília e Maurílio no México, em foto recente (2012). O táxi também é Fusca, o refri também Pepsi (com logo novo), mas dessa vez ele quem toma.

Já deu  certo. Ela chamou um táxi (a vendedora pediu a corrida no fixo da loja, na época não existia celular)  porque a ocasião merece esse luxo:

Mari não vai aguentar esperar o ônibus. Já que investiu no visual, gasta um pouco mais e tem esse conforto. Está ansiosa pra chegar em casa e se ver no espelho de vestido novo. E que garota não estaria?

No fim-de-semana vai sair com seu Amor, e vai com a roupa nova, óbvio. Ela vai ficar linda nesse vestido floral de verão, você não acha?

Deus Proverá.

Com o Rei na Barriga

 princesa marília: dessa vez uma princesa de verdade, coroada

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 1° de março de 2018

Publicamos um desenho chamado “a Princesa e as Flores”, em que Marília se sentiu uma princesa.

Porque andou de carruagem em frente a um castelo, em Vinha do Mar, Grande Valparaíso, Chile.

Mas lá era apenas uma brincadeira. Ela apenas se sentiu Real, sem sê-lo de forma real (com o perdão do trocadilho).

Assim como quando visitou ‘Hollywood’ ela se sentiu uma Estrela de Cinema.

Apesar disso, o convite pra estrelar a próxima super-produção ao lado do Brad Pitt ainda não veio…..rs.

Mas essa aqui é uma princesa de Verdade, de alguma monarquia europeia.

Coroa na cabeça, e luvinhas brancas nas mãos.

Marília na Praia de Carneiros (Pernambuco), de biquíni amarelo.

Trata-se, claro, de mais uma encarnação passada de Marília.

Marília é filha do Rei e da Rainha. Como o Casal Real não teve filhos varões e Marília é a mais velha, um dia ela será a Rainha.

E seu marido o Rei (esse dote pesou bem na escolha dele por ela, não?).

Ela está grávida. Seu filho se for Homem um dia também será o Rei, sucedendo seu avô e pai.

Os pombinhos em Boa Viagem, Recife.

(Ou seu primeiro filho do sexo masculino, caso esse seja uma menina. Machismo, é certo. Mas é assim que funcionava.)

Daí o título, Marília está – literalmente – com o Rei na barriga!

ISSO QUE É VIDA: LUA-DE-MEL NO NORDESTE –

Após o ‘sim’ no altar, jogar o buquê, o ritual todo, Marília e Maurílio saíram em Lua-de-Mel. Primeiro foram a Pernambuco.

Acima a esquerda uma foto que ele tirou dela na Praia de Carneiros, no Litoral Sul do estado.

Os três primeiros desenhos (dois são o mesmo em diferentes escalas) são inéditos, feitos em fevereiro de 18.

Agora adiciono outros que tratam do mesmo tema. A direita eles na capital, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife.

De mãos dadas em Fortaleza, a cidade do Sol, do Mar, das lagoas, do ‘funk’, e dos ônibus azuis (e brancos).

O avião pousou na capital pernambucana, alias o aeroporto é também na Zona Sul, perto de Boa Viagem.

Na praia eles pediram a alguém que estava ao lado pra tirar o retrato, consagrando o momento.

Marília amarra bem o biquíni, antes que a onda leve e ela passe a maior vergonha de sua vida!

Cruzes!!!! Melhor nem pensar, né? “Deixa eu reforçar bem esse laço”, ela pensa.

……….

Do Recife eles foram descendo de ônibus, uma parada em Carneiros, que fica no município de Tamandaré (não confundir com Tamandaré aqui da Zona Norte da Grande Curitiba, obviamente)

Embarcando novamente, chegaram a Maceió. Aí foi ela quem fotografou ele, Maurílio bem tranquilo a sombra de um coqueiro na Praia de Pajuçara. Ô vidão, hein amigos? Quem não quer??

Esse retrato também é inédito (fev.18): uma Marília Chinesa.

E de Alagoas foram, também por via aérea, pro Ceará. Novamente pediram a um outro banhista que os retratasse, molhando os pezinhos na Praia do Futuro, Zona Leste da capital Fortaleza.

O Casamento começou bem, não acha? Alias melhor não poderia ser…

………

Que Deus Ilumine a todos.

“Deus proverá”

Noite Feliz

Por Maurílio Mendes, o Mensageiro

Publicado no Natal (25/12) de 2017

É Natal!

E Marília foi as compras.

Ela resolveu se dar de presente um colar.

Por isso vemos ela na loja, a vendedora falando:

Marília Mamãe-Noel.

“Nossa, você ficou linda!”, essas coisas. Vendedor tem que vender, né?

Mas nesse caso Marília concordou.

A menina levou sorte, vai ganhar a comissão. Marília vai levar o colar.

Não tem mais como não levar. Foi um ‘caso de amor’.

Ela ficou encantada quando se viu no espelho.

Até pôs as mãos no peito como é um gesto característico seu.

………….

E Maurílio é o Papai-Noel.

Aproveitando o embalo: Marília de Mamãe-Noel (dir.).

Ela é uma garota muito vaidosa, e que gosta de chamar a atenção pela aparência.

De forma positiva, claro, sem apelar.

Por isso ela alugou essa fantasia, pra passar assim a festa de família:

Agora de verdade, Papai-Noel na boleia de um busão em Maceió. Confira o sítio Maceió Bus, do autor dessa foto.

De mini-vestido vermelho, barras e alças brancas felpudas, gorrinho típico na mesma configuração, e até um grande cinto.

Fez bastante sucesso. As crianças adoraram, e, por que não dizer?, os marmanjos também:

Eles pediram de presente . . . a própria Mamãe-Noel !!!! Pode isso????

Pode, pois é tudo em tom de brincadeira entre amigos, óbvio. Até porque o coração dela já tem dono.

………..

Papai- e Mamãe-Noel trabalhando na Viação Veleiros – leia a página da empresa que explica o projeto.

Já que falamos dele, não esquecemos de Maurílio, evidente. Ele igualmente se vestiu a caráter, e fez as vezes do Papai-Noel.

Só que ao contrário dela que pôs a roupa em casa, entre família e amigos, Maurílio foi trabalhar fantasiado: 

Dirigindo um Gabriela da Real Alagoas (o desenho a esq. mais pra cima na postagem).

Obviamente vemos que nesse episódio ele mora em Maceió-AL, uma cidade que ele adora! Nas folgas vai curtir a Praia em Pajuçara.

Repito os desenhos em escala maior.

Não é modo de falar, nem figura de linguagem ou ficção. Várias cidades brasileiras adotaram a tradição de decorar os ônibus com neon no Natal.

Especialmente no estado de São Paulo e no Nordeste, mas também em outros estados do Sul e Sudeste.

E pelo menos em São Paulo e em Maceió acontece isso mesmo, Papai-Noel na boleia, e a Mamãe-Noel na catraca.

………

Em tempo: Marília também dirige ônibus – e táxi. Só que nesses casos ela ainda não foi fantasiada. Por enquanto. . . .

 Feliz Natal e Bom Ano Novo a todos e todas.

E que Deus Pai e Mãe Ilumine todos os seus Filhos e Filhas em 2018.

“Deus proverá”

Trem das Onze

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 4 de dezembro de 2017

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres

Marília vai viajar – e vai de trem. Ao lado ela esperando na plataforma da estação.

Infelizmente hoje o Brasil com raríssimas exceções não conta mais com esse modal pra longa distância, praticamente se resumiu somente a trens suburbanos.

Mesmo esses não são aproveitados no potencial que seria ideal.

Existem em raras cidades e na maioria delas são poucas linhas, em muitas delas uma só.

No passado existiu mesmo o lendário ‘Trem das Onze’ na Zona Norte de São Paulo, imortalizado na canção de mesmo nome.

Breve levanto pra página o que escrevi sobre o tema, mas hoje como adianto já vemos a Estação Jaçanã:

Aquela que o compositor da música saltava pois morava no bairro.

………

Feito esse registro histórico, voltemos a ficção. Marília vai viajar de trem, cruzar o país.

Sim, no Brasil isso não seria possível. Mas em outras nações o transporte sobre trilhos ainda é a realidade.

Por exemplo, visitei Argentina e África do Sul em 2017. Em ambos a ligação entre suas principais metrópoles ainda conta com esse serviço.

Tentei nos dois casos utilizá-lo, mas por questões de agenda (não haviam viagens disponíveis nos dias que precisávamos) não foi possível.

Na Argentina fiz os deslocamentos internos de ônibus, e na África de avião.

Então vamos Marília viajando ao exterior, e lá indo de trem de uma cidade a outra.

Ela está toda elegante, com luvinhas brancas transparentes, como se estivesse num casamento.

Em sua mala, como notam na primeira imagem no topo da página, ela amarrou uma fita rosa, mesma cor de seu vestido, pra poder identificar na esteira do aeroporto quando é o caso.

magia cigana

Agora uma Marília cigana. Dançando.

Um casal cigano, na verdade. Pois seu marido Maurílio é quem toca pra ela dançar.

Já desenhei essa manifestação quando retratei Marília como “A Devota” de diversas religiões.

Nesse caso era um casal de umbandistas. E nada mais natural:

Afinal consideramos que os ciganos são uma das muitas linhas da Umbanda.

A religião tirou parte de seu rito justamente desse povo.

Que nos últimos séculos se estabeleceu no Leste Europeu, mas cuja origem é a Índia:

Esse país super-povoado que é a ‘Grande-Mãe’ de boa parte da humanidade.

…….

Por isso vemos (em 2 escalas) a Marília Cigana.

Cheia de colares, e de roupa vermelha. Sempre, né?

E dessa vez sem véu. Então aproveito o embalo e mostro mais duas Marílias ciganas, essas de véu.

Os desenhos vieram de outras postagens, clicando na ligação aparece em escala maior com mais detalhes:

Acima “A Cartomante”, lendo no baralho o destino de alguém.

E depois fazendo a Dança do Ventre.

“Deus proverá”

Flores do Barigüi

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 20 de outubro de 2017

As postagens de ‘Flores’ são dedicadas as Mulheres

Todas as fotos são de minha autoria, exceto a que está acima da manchete.

Essa tive que puxar da rede, pois na hora de definir a imagem de capa o provedor da página corta trechos da cena.

Assim não consegui uma tomada que pegasse tanto as flores quanto o lago.

…………

Isto posto, vamos começar.

Olá meninas, tudo bom com vocês?

No fim de setembro.17 estive no Parque Barigüi.

Essas imagens ao lado e acima eu cliquei pessoalmente, como todas daqui pra baixo.

E depois dei uma volta em um dos bairros que o compõem, o Santo Inácio, Zona Oeste.

Além disso, ampliei uma postagem antiga pra mostrar todo trajeto do Rio Barigüi em Curitiba (como já havia sido feito com o Belém).

Isso já sabem, as matérias estão no ar (sempre que a fonte é rosa como agora as ligações vão em azul).

Então hoje vamos ver as flores do Parque Barigüi e do Santo Inácio, ao redor dele.

Nas duas primeiras, as flores, o lago represado do rio, e os prédios (que já ficam no Bigorrilho, também Zona Oeste) ao fundo,

…………….

Acima alguns pinheiros que ficaram pra dentro de um condomínio de padrão elevado.

Evidenciando o novo perfil sócio-econômico da região ocidental da cidade.

E uma florida árvore provem um tapete vermelho pra quem passa na rua. Aconchegante, não?.

……….

A esquerda um mamoeiro carregado, isso em plena via pública.

Aqui no entorno do Rio Belém (divisa entre as Zonas Leste e Sul), onde vivo, existe a mesma cena.

Abaixo dele um roseiral – na tomada seguinte uma dessas rosas rubras em escala maior.

………………

Andando pelas ruas do Santo Inácio vi muitos outros canteiros ricamente ornamentados e bem-cuidados.

Vemos alguns exemplos nas próximas fotos. E também muitos sobrados elegantes e mansões todo floridos.

Muitas vezes com primaveras nos muros, como abaixo. Eu adoro as primaveras.

Essa espécie é minha flor favorita – depois dos hibiscos, claro.

Alias nesse dia não vi nenhum hibisco. Uma pena. Mas primaveras várias, compensou.

…………

O Santo Inácio não se aburguseou de todo.

Ainda restam vilas mais humildes, de moradia da classe trabalhadora.

E essas partes do bairro igualmente estavam lindas, cheia de flores.

Um exemplo a direita, onde cliquei essas belezuras alvas. Note que atrás há casas com telhado de eternit.

Mais imagens:

Muito lindo.

Em cor-de-rosa nós fechamos.

………..

Beijos em teu Coração de Mulher.

Que Deus a Ilumine Infinitamente.

“Deus proverá”

a “Viúva Negra”

A Marília original, ‘como a Natureza fez’: uma morena palito.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 7 de outubro de 2017

Todas as postagens de ‘Marília’ são dedicadas as Mulheres.

…….

Marília, quando jovem, teve um casamento infeliz. Seu marido não a respeitava: tinha várias amantes, traía-a com inúmeras outras Mulheres. E além disso era insensível com o que ela lhe pedia.

Pois não a via como sua companheira de verdade. Em sua visão egocêntrica, sua esposa não era uma pessoa com os mesmos direitos que ele. E isso fez muito mal a Marília.

Após anos procrastinando, ela finalmente resolveu se separar, quando os filhos já estavam mais crescidos.

“CORRIGINDO A NATUREZA”: DE UMA MORENA ‘PALITO’ PRA UMA LOIRA PEITUDA

“Agora vou ficar loira.”

Quando enfim se livrou desse peso, Marília ainda levou um tempo pra se recuperar do baque. Logo após o divórcio, ela estava deprimida.

Com a auto-estima em baixa. Se descuidou e não travava direito de sua aparência, e nem mesmo de sua saúde.

Assim ela ficou doente, de corpo e espírito, pois não via muita razão pra ser diferente.

Mas o tempo passa, e tudo muda. Marília se cansou de ficar nessa baixa frequência. Ela renasceu espiritualmente. “Daqui por diante, serei uma Nova Mulher”, ela prometeu a si mesma.

E pra espelhar seu espírito novo, ela decidiu modificar também seu corpo, pra dar um gás novo geral, em todas as dimensões.

Pra começar, ela fez o que sabia que tinha que ter feito a muito, mas agora foi: procurou o médico e tratou os problemas de saúde.

Pois esses eram somáticos, o corpo adoeceu por refletir um espírito enfraquecido.

Não foi só isso. Marília se renovou também na sua apresentação visual: primeiro, fez um implante de silicone nos seios, pra eles ficarem mais volumosos.

Aí ela foi ao salão de beleza e pintou seus longos fios, de negros pra loiros. Depois aproveitou o embalo e fez permanente no cabelo. Tudo isso vimos nas gravuras acima. Ao lado, o ‘antes/depois’.

………

E EIS A “VIÚVA NEGRA” –

Marília sempre foi vaidosa, desde criança. Na verdade desde o berço ela já tem as unhas pintadas.

Entretanto, quando esteve deprê, ela se deixou um pouco de lado essa parte também. Por aí vemos como esse casamento fatídico lhe mal.

A ‘Nova Marília‘: cabelos claros ondulados, e com ‘air bags’.

Pois essa era sua característica mais marcante desde a infância. Bom, natural, né? Se ela se deixou até adoecer, não ia ser pra estética que ela ia olhar com carinho.

Mas agora tudo isso é passado. Virou uma “Mulher de peito” (figurada e literalmente), cachinhos dourados, segura de si, ademais uma Mulher solteira.

“Agora Sou ‘A Viúva Negra’ “, ela se auto-definiu assim.

Seu ex-marido não desencarnou, ao contrário, ainda perambula por esse plano material que estamos. Mas pra Marília ele está morto, não existe mais. Não apenas a pessoa dele, como indivíduo.

E sim como arquétipo, como um padrão de comportamento se quiser definir assim. Querendo dizer com isso o seguinte: ela nunca mais vai ficar com um Homem egoísta, que não a respeite.

Marília é sensual e fogosa, e está bem viva. “Não sou ex-Mulher de ninguém”, ela brinca: “não é porque eu me divorciei que virei Homem. Ao contrário, Sou Mulher – e muito Mulher !!”. Ela gosta e sente falta da companhia Masculina. Mas desde que valha a pena, que isso esteja bem claro.

A “Viúva Negra”.

Marília paquera, joga charme, gosta de ser cantada (embora as vezes fique envergonhada, caso tenha dúvidas se o olhar é mesmo pra ela), dorme na casa de seu namorado, ou ele dorme na casa dela.

E quando ela está com alguém fica só com ele, pois Marília é Mulher de um Homem só. Porém, o pretendente tem que ser um Homem de corpo e Mente Masculinos, mas Coração sensível.

Ou seja: másculo sim (pois ela detesta os frescos e afetados que até se depilam, quem é a Energia Feminina do casal é ela). Mas ainda assim que Ame e apoie as Mulheres de Verdade, em carne e osso.

De cafajestes ela já está cansada, já quitou sua cota. E, mesmo que cumpra todos os critérios, ao menos por enquanto cada um em sua própria casa.

Dormem juntos em ocasiões especiais, mas diariamente não, exatamente pra magia não se esvair. Ela precisa desse recolhimento nesse momento de sua vida.

As pessoas perguntam se ela “não vai casar de novo?”. Marília responde: “Por quê não? Quem sabe um dia, né? Se o marido valer a pena, estou Aberta a possibilidade. Porém isso num futuro, próximo ou distante, Deus é quem Sabe o dia.

Porque por hora, usar véu . . .  só se for pra fazer a Dança do Ventre!!!! KKKK!!!”, ela se diverte. Por isso ela está de preto. Porque tão cedo não vai entrar num vestido branco de novo, ao menos não “aquele” vestido. Alias o que ela usou um dia já foi até cortado em dois.

Em escala maior.

E quem pode culpá-la? Marília já sofreu muito enredada em quem não valia a pena. Agora ela quer curtir essa Vibração de Ser a Sereia:

Encantar os Homens, mas eles é quem pulam em seu território, e não ela no deles.

……..

Que Deus Mãe e Pai a Ilumine pela Eternidade.

“Ela/Ele proverá”