“Trovão Azul” & “Domingo no Parque”, em B.H.

Metal em Minas.

Por Maurílio Mendes, o Mensageiro

Publicado em 26 de junho de 2017

Um Maurílio metaleiro, e mineiro. Morador de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Pegando condução pra ir pra Zona Oeste. Mas não qualquer coisa, e sim um Trovão Azul da época que ‘Volvo era Volvo’.

Tem mais: um Amélia que era “Ônibus de Verdade“.

Tem mais ainda: no saudoso padrão Metrobel, e “em frente ao parque”.

Em uma das muitas matérias sobre busologia no sítio, publiquei a foto ao lado (extraída da página Bus MG).

Pensando Nela . . .

Um colega, que morou em BH, se emocionou em lembrar sua infância. Foi ele quem falou que a tomada foi feita “em frente do Parque”.

Quando eu disse que desenharia a cena, novas recordações afloraram em sua mente. Eis suas palavras:

”   Rá, era demais ouvir a resfolegante respiração deles, bem mais ágeis e rápidos do que seria de se supor, descendo a ladeira!

Ah, e os cheiros? Final da tarde, começando a abrir as florzinhas “damas da noite”, aquele cheiro açucarado, o piso de ardósia, e os  Mercedões rugindo pela rua…

 Oh, Minas Gerais, quem te conhece não esquece jamais!   “

Daí o título, fazendo alusão a outras postagens: “Trovão Azul” e “Domingo no Parque“.

………..

Enfim. Maurílio está indo pra Z/O de B.H. pra ver sua namorada Marília, que também é roqueira. Ademais, ela é uma menina que adora pintar o cabelo de rosa. Ou as vezes de azul.

Um Amor em Rosa & Azul. Mas as roupas de ambos são pretas, pois a trilha sonora é o bom e velho ‘Rock’n Roll’.

Vamos pro Oeste, galera.

o ‘apartheid’ acabou.

Próxima parada, África do Sul.

Por 40 anos (1948-1988 aprox.), durante o infame regime racista, eram proibidos por lei os relacionamentos entre um Homem e uma Mulher de raças distintas.

Camisa do Kaiser Chiefs, time mais popular da África do Sul – os negros adoram futebol.

A legislação previa longas penas de prisão pra ambos, mas na prática um negro que ‘ousasse’ sequer pegar na mão de uma branca seria linchado ou executado no mesmo momento.

Já escrevi em detalhes sobre esse triste período da história sul-africana. Mas hoje tudo isso é passado, as pessoas são livres pra viverem seu Amor, independente dos tons de pele serem diferentes.

Inclusive fotografei vários casais inter-raciais nas orlas de Durbã e da Cidade do Cabo. Agora minha versão com as próprias mãos da mesma cena.

A Marília loira é africâner, o que significa que étnica, cultural e linguisticamente ela é holandesa. Enquanto que seu marido, o  Maurílio sul-africano, está com a camisa do time mais popular do país, o Kaiser Chiefs.

Muitos conhecem a banda inglesa Kaiser Chiefs. O que várias pessoas não sabem é que os músicos britânicos se inspiraram no clube africano, homenageando-o. Assim é. Kaiser Chiefs (auri-negro, ou seja, amarelo-&-preto) e Orlando Pirates (alvi-negro)  são as preferências nacionais, os que dividem a massa na África do Sul.

“Café-com-Leite”.

E eles fazem o maior clássico de Soweto (são ambos dali), de Joanesburgo e de toda nação. É o ‘derby’ (no termo em inglês ) nacional.

Novamente contrário a imagem distorcida que muitos têm, a África do Sul ama futebol. A maioria negra com certeza. Sim, os brancos se dividem entre o ‘rugby’ e o futebol, com preferência pelo primeiro mas muitos gostam também do segundo.

Porém os nativos africanos não têm coração partido, não têm lealdade dividida. Pra eles, o esporte preferido é disparado o futebol, como é na maior parte do continente e do planeta.

Já desenhei Maurílio com camisas (ou adereços como boné e tatuagens) de times da Colômbia, México, Equador, Argentina, Paraguai, Chile, Uruguai, França, Itália e Alemanha. Agora é a vez do ‘Continente-Mãe’ da Humanidade. 

do oriente ao ocidente

Muçulmana devota. Mas extremamente feminina e vaidosa, colorida da cabeça aos pés.

Vamos na mão inversa agora. Acima mostramos uma descendente de holandeses fora da Europa, numa nação de pele majoritariamente escura. Vejamos o outro lado da moeda, mais um casal inter-racial.

Ela é mais clara, ele é pardo. Mas que compartilham a mesma religião, são muçulmanos. Nasceram e moram em Amsterdã, a capital dos ‘Países Baixos’.

Os ancestrais deles vieram do Oriente: da Turquia, Afeganistão, Indonésia, enfim, algum país islâmico da Ásia.

Mas a Marília e Maurílio retratados aqui são tão holandeses quanto os moinhos de vento, os aterros no mar e os canais de Amsterdã (alias eles passam na ponte sobre um deles).

Uma vez que os europeus nativos não querem mais ter filhos, têm que importar mão-de-obra. Assim os bairros proletários centrais das grandes cidades oeste-europeias estão ficando um pouco mais coloridos, digamos assim.

Na Cidade do Cabo, África do Sul, fotografei um muçulmano muito parecido com o ‘Maurílio’ holandês que eu desenhei: esse de carne-&-osso também é descendente de asiáticos (nesse caso Índia, Paquistão ou Bangladesh), tem pele parda, cobre a cabeça e usa roupas ocidentais (calça).

Já desenhei uma Marília holandesa da gema, etnicamente falando, sobre essa mesma ponte de Amsterdã. Aquela é ruiva, olhos azuis, a pele alva como a neve, e anda de bicicleta. 

Uma holandesa “típica”?? Bem, até o século 20 certamente a que tem tez e olhos claríssimos era o próprio retrato da Holanda.

No século 21, entretanto, essa de turbante é tão representativa quanto, ao menos na Zona Central de Amsterdã, Roterdã e as outras grandes cidades.

O Maurílio muçulmano também cobre a cabeça, e a barba enorme, quase até o peito mas sem bigode, igualmente é representativa de seu grupo étnico.

Mudemos o foco pra Mulher, pois a Energia Feminina é sempre mais bela e colorida que a Masculina, na dimensão do vestuário certamente:

Essa holandesa de ascendência na Ásia segue os preceitos ortodoxos de sua religião, por isso os membros e a cabeça são cobertos, só os parentes dentro da casa podem ver seus cabelos e seus braços.

Ainda assim, o lenço e o vestido são multi-coloridos, e ela está maquiada e com as unhas – do pé e da mão – pintadas.

A Holanda – e a Europa – estão mudando !!

Pois Marília, na raça, continente ou religião que for, nunca deixa de ser extremamente feminina em sua aparência.

É possível uma Mulher ser muçulmana praticante, e ainda assim vaidosa.

Seu turbante florido materializa um estado de espírito, o ‘encontro de dois mundos’, o islâmico e o feminino, do qual essa Marília é a síntese.

“Deus proverá”

Servir & Proteger

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 8 de junho de 2017

Maurílio bombeiro.

Ao lado em ação.

Lutando pra extinguir as chamas que eclodiram num prédio em alguma parte da cidade.

E a direita um retrato 3×4. 

Missão cumprida, o incêndio está debelado.

Vidas e patrimônio foram preservados, graças a ação desses que realmente se dedicam a ‘Servir & Proteger’ a sociedade.

Aí, numa hora de descontração, foi registrada essa cena dele sorrindo, pra consagrar pela Eternidade.

“na pequena água”: um momento místico de união com deus mãe e pai

Apagado o fogo, podemos serenar a mente dessa preocupação.

E assim podemos nos focar numa Energia um pouco mais Feminina.

Marília está numa chácara, numa pequena fazenda.

E ali ela foi ao campo colher flores.

Com raiz e tudo, pois depois ela vai enxertar os ramos no jardim que há na soleira de sua casa.

Ao passar sobre o riacho, ela se lembrou que um pouco rio abaixo há uma pequena cachoeira.

Aí Marília não teve dúvidas: deixou suas roupas e o cesto de flores na margem, e entrou se banhar nela.

O dia está frio, tanto que o vestido e blusa são longos, cobrindo toda a extensão de suas pernas e braços.

E a água está gelada, claro, pois é um riacho de serra, cheio de pedras.

Mas não importa. Esse momento pra Marília é Místico, quase uma Auto-Iniciação se quiser ver assim.

De maneira que esse estado de Espírito transcende qualquer sensação material.

Uma vez que Deus não é somente ‘o Pai’, mas Pai e Mãe de todos os seres humanos, em verdade de tudo que há no Universo.

E a Água – assim como as Flores – representam a porção Feminina da Fonte Maior.

Assim nada mais natural que ao banhar nessas águas geladas Marília se Sinta Uma com o Criador, e com todo o Cosmos em suas Infinitas dimensões.

É como se a Filha retornasse a Casa Materno/Paterna após longa peregrinação.

Um Samadhi no Pequeno Rio.

Experiência que seu Grande Amor Maurílio também já vivenciou.

Namastê.

Hare Rama, Hare Sita.

Louvado é Deus Pai e Mãe.

“Amiga, vamos a toalete?”

Amplie pra ler o diálogo delas.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Levantado pra rede em 29 de maio de 2017, com 2 desenhos inéditos e outro publicado (em emeio) em 26 de dezembro de 2013.

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres.

Começamos pelo inédito, produzido em maio de 2017.

Hoje vamos retratar mais uma das características tipicamente femininas: a de ir ao banheiro em duplas.

Marília (de blusa preta e com o cabelo preso em coque) saiu com vários amigos, foram tomar umas cervejas.

No bar um rapaz gostou dela, e ficava olhando-a, esperando uma oportunidade pra conversarem. Marília percebeu, e gostou dele também. Mas como ela é muito tímida, não sabia o que fazer.

“Aaaaaiiii, amigaaaaahhh … Tou um pimentão de tanta vergonha!!!”, diz Marília.

Já foi bem pior, na adolescência ela era totalmente sem jeito pra se arrumar, quando recebeu uma ajuda de uma colega.

Agora pelo menos se produzir ela sabe. Mas nesse momento ficou com vergonha, não tinha ideia como agir.

E como ela não dava uma abertura, o rapaz também não iria chegar a mesa falar com ela no meio de uma roda.

Pois se for pra levar um fora tem que ser só a dois, e não em público obviamente.  Aí ficava esse impasse, ele olhando pra ela, Marília corava e tentava desviar o olhar. Resumindo, ambos viram que a atração era mútua mas a situação não saía do lugar.

Esse é o desenho de dezembro de 2013: Marília e sua amiga se arrumando pra sair. “Invejadas pelas Mulheres, Desejadas pelos Homens, lá vamos nós”, elas se divertem. Meio pretensioso, não? Bem, ‘garotas serão garotas’, como dizem.

A melhor amiga dela, percebendo o que estava rolando, chamou Marília pra irem juntas “retocar a maquiagem”. Propositadamente ela escolheu que ambas passassem perto do balcão, pra medirem a reação dele.

Assim, enquanto realçavam feminilidade frente ao espelho foi a hora da amiga confrontar Marília. “Mari, por acaso você não tá vendo que aquele gatinho tá vidrado em ti?”

Marília, como dito uma moça tímida, ficou rubra tal qual um tomate, e sentiu um calor por todo corpo como se estivesse num forno: “Ai amiga, eu tou achando que sim, mas … e se for só impressão???”

“Larga de ser boba, guria. Não notou que ele quase caiu da cadeira quando você passou perto dele???”, respondeu sua amiga, que a seguir arrematou:

“Faz o seguinte: eu volto pra mesa, e você vai pro balcão e pede uma cerveja. Joga um charme, solta teus cabelos, garanto que antes de você lembrar o número do teu RG ele já puxa a cadeira e senta do teu lado. Querida, nessa dúvida é que não dá pra ficar, teu coraçãozinho tá quase saindo pela boca de tanta emoção.

Na pior das hipóteses, se ele não for falar contigo você leva a cerveja pra mesa e pelo menos desencana, curte o resto da noite sem ter um enfarte. Mas eu garanto pra ti que ele vai “.

E assim realmente se deu. A intuição feminina delas não furou. Logo Marília teve que retocar de novo o batom, porque esse borrou todo, se você entende o que eu digo…

cunhadinhas

Acima outro retrato inédito, portanto também de maio de 17.  Desenhei uma vez Marília com sua prima, na postagem que por isso se chamou “Priminhas”. Dessa vez vemos ela com outra Mulher de sua família. A esposa de seu irmão, portanto a sua cunhada.

Agora Marília já é casada. Mas seguimos na mesma frequência, ela sendo aconselhada e ajudada por uma outra Mulher mais experiente no traquejo com o Mundo Masculino.

A cunhada (de cabelo bi-color [rosa e violeta] e unhas idem, negras e brancas) e o sobrinho. Usando um maiô do Mickey que ela adora. (Já Marília tem uma blusa da Minnie).

Pois Marília está passando por uma crise em seu casamento. Pra espairecer um pouco e decidir o que fazer, ela pediu uma licença em seu trabalho e foi visitar seu irmão.

Marília mora no Sul da Alemanha, quase nos Alpes que fazem fronteira com a Áustria. É inverno na Europa, ela pegou o trem sob neve.

O irmão dela mora com a esposa e 3 filhos em Rostock, no Norte do mesmo país, onde o frio não é tão rigoroso.

Na verdade faz um veranico no Báltico, assim se o mar não esquentou a ponto de se banhar nele, ao menos dá pra molhar os pezinhos.

Ao contrário de Marília, seu irmão e a esposa estão vivendo muito bem. Eles se gostam, se respeitam, estão em harmonia.

A esposa é dona-de-casa. Como o marido está bem-empregado, ela decidiu ficar no lar curtindo e cuidando das 3 crianças que ainda são pequenas.

Marília admira a felicidade de sua cunhada, pois ela não está se sentindo numa fase tão colorida assim.

Assim nos 10 dias que passou lá, essa foi a rotina de Marília: de manhã as Mulheres ficavam em casa, faziam o almoço, essas coisas.

De tarde elas andavam pela cidade, várias vezes foram a praia. Aproveitaram o tempo juntas e falaram sobre “as coisas de Mulher”. Marília casara jovem, com o primeiro namorado, e por isso não tinha muita experiência com os Homens.

Rolou uma empatia feminina muito forte, sua cunhada era mais descolada e vivida. Não devemos julgar pela sua aparência escandalosa. Os cabelos são de menina, mas a Alma é de Mulher. E ela se compadeceu do sofrimento da outra. Gostou de Marília como se ela quem fosse sua irmã, e não irmã do marido.

Assim a cunhada falou sobre sua vida, coisas que nunca havia contado antes. Que hoje ela era feliz com o marido, mas que também já tinha tido crises no relacionamento.

Além disso, que antes dele já tinha tido namorados que ela insistia e coisa não andava, aí foi melhor romper. Saber de tudo isso animou Marília, ela viu que era possível ser feliz depois de um momento infeliz numa relação, quer ficassem juntos, quer não.

Panorâmica da orla de Rostock, Alemanha. Ao fundo a praia onde as cunhadas passaram bons momentos com as crianças (imagem via ‘Google’ Mapas).

Ao anoitecer o marido, irmão de Marília, chegava e todos jantavam juntos, no fim-de-semana ele a levou pra conhecer cidades próximas que ela nunca tinha ido.

Sua cunhada está de bem com a vida, bem-casada e bem-amada. Como ela ainda é jovem e não trabalha fora, pôde se dar ao luxo de pintar seu cabelo de rosa, com as pontas em violeta.

Marília está na vibração oposta, se sentindo mal-casada e mal-amada. Daí ela até aparou os cabelos, mal cobrem seu pescoço, pra simbolizar a poda de uma árvore que depois irá renascer.

………..

A Beira-Rio’ de Rostock, tão charmosa quanto a Beira-Mar. Foto puxada da rede, eu nunca fui a Europa.

Foram bons esses dias na praia. Ela descansou e refletiu bastante. Marília gostaria de ter um casamento como o de seu irmão:

Em que Homem e Mulher formam um conjunto Harmonioso. Mas ela sente que as coisas estão indo no rumo oposto.

Assim Marília resolveu que ao voltar pra casa vai conversar seriamente com seu marido. Caso ele esteja disposto ambos farão um esforço mútuo pra compreenderem um ao outro, e se entenderem,

Se der certo, prosseguirão juntos. Mas  do contrário cada um tomará seu próprio rumo.

Uma hora as lágrimas dela secam e ela, como a cobra que troca de pele, estará pronta pra recomeçar renovada. Uma coisa Marília já resolveu:

Em outra escala, as meninas se aprontando em casa pra irem ‘aprontar’ na rua.

Quando ela voltar a visitar seu irmão, cunhada e sobrinhos no verão (e aí puder se banhar no Oceano, como ela adora) ela não estará mais num casamento infeliz. Ou a relação estará sendo boa pra ambos, ou ela será de novo uma Mulher solteira. Vamos ver no que vai dar.

…….

Beijos em teu Coração de Mulher.

“Deus proverá”

Solo Sagrado

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 11 de maio de 2017

Maurílio na Cidade do Cabo, África do Sul. É notório que a Montanha-Mesa ali localizada é um chacra da Mãe-Terra.

Os Estudantes Sabem o que isso significa: um Portal de Energias, um encontro entre dimensões. Bem, é exatamente isso que é essa cidade. No Cabo da Boa Esperança que a nomeia é onde os Oceanos Atlântico e Índico se unem.

Portanto ali é o “Encontro das Águas”, e também o Encontro entre o Leste e o Oeste do Planeta.

Diante dessa Vibração tão Forte, Maurílio se ajoelhou e beijou o Solo Sagrado da Terra-Mãe-África. Mama-África, é claro.

Sim, há na orla da Cidade do Cabo aquele óculos gigante, que vemos a esquerda no desenho e na foto acima.

a flor do amor

Continuamos no ‘Solo Sagrado’, falando do Amor a terra e a Terra.

Marília se casou jovem, ainda adolescente. E então foi morar numa casa simples da periferia.

Ela foi feliz nesse lugar, ao lado do seu marido e dos filhos que nasceram e cresceram ali.

Mas depois eles se mudaram de cidade, e Marília ficou muitos anos sem voltar ao bairro em que residiu. 

Um dia, numa visita a sua cidade-natal, ela já com 40 e poucos anos passou em frente a mesma casa que ela viveu.

E onde passou tão bons momentos do início de sua vida adulta.

Estava vaga, sem ninguém morando. Aí Marília teve uma ideia:

Foi a uma floricultura e comprou um broto de rosas.

A seguir ela plantou as rosas na frente da casa. Pra simbolizar que ali sua Energia Feminina se Abriu.

Consagrando o local onde o Amor entre uma Mulher e um Homem teve sua Florada.

a diva de durbã

De volta a África do Sul. E da Terra pra Água.

Uma Marília Indiana, no Oceano Indiano (ou ‘Índico’). A “Diva de Durbã”.

Durbã é a maior cidade indiana fora da Índia. A colônia é enorme, fotografei até um templo hindu, breve jogo no ar.

E Durbã é no Oceano que nos chamamos de Índico, mas no inglês – que é a língua falada lá – se chama Oceano Indiano.

Tem mais: em Durbã é comum as pessoas entrarem no mar de roupas (situação que já presenciei em Acapulco-México). Por isso Marília de vestido florido, biquíni preto por baixo. De qualquer raça e até embaixo d’água Marília nunca perde o charme:

De roupa no mar. Mas com as unhas e bijuteria impecáveis. Sempre, né?

As unhas são invertidas, uma clara outra escura, e invertendo as mãos também, na direita o dedão é claro, na esquerda escuro.

(Nota: existe na internet uma menina que se denomina ‘a Diva de Durbã’. Meu desenho não se relaciona com o trabalho dela, exceto que eu confesso que me inspirei pelo nome.)

Solo Sagrado, Oceano Sagrado. Muito Respeito e Amor pela Mãe-África, e pela Mãe-Índia.

Nos mares do Cabo e Durbã, definitivamente Tudo se Alinha, Tudo se Encontra.

Hare Rama, Hare Sita = Louvado é Deus Pai e Mãe.

Tundra Nevada

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 27 de abril de 2017

Maurílio e Marília nas estepes da Sibéria, Rússia.

Sob uma nevasca muito forte, como notam.

Natural, eles estão no Polo Norte da Terra, bem acima do Círculo Polar Ártico.

………

Maurílio é acostumado a enfrentar temperaturas muito frias:

No Canadá ele fez até um boneco de neve.

Porém ali ele estava perto do Círculo Polar, mas ainda abaixo dele.

Em Labrador, no Canadá, está caindo neve. Mas bem pouquinho.

Em outra oportunidade ele foi esquiar de férias nos Alpes, na Áustria.

Dessa vez sequer está nevando, o céu está limpo.

Nevou a noite, e está bem frio. Mas de dia não.

…….

Na Ucrânia (que por décadas junto com a Rússia e e diversas outras nações eram parte do mesmo país, a URSS) fora onde ele havia visto a camada de neve mais grossa, cobriu até o carro.

Abra a postagem pra ver, ele conversando na língua nativa – no alfabeto cirílico!, oriental – com o dono da casa.

E Maurílio já havia ido a Rússia antes.

Bem, a imagem em frente as cúpulas multi-coloridas do Kremlin é auto-explicativa.

Aqui está bem frio, ele também está de touca, mas no momento o céu está limpo. Não vemos o chão, pra saber se há neve acumulada.

Falei tudo isso pra ressaltar o que vocês já perceberam: dessa vez na Sibéria é a nevasca mais forte de todas.

Está nevando durante o dia, com Sol. E não apenas a noite.

Pois se Labrador-Canadá é perto do Polo Norte, as estepes da tundra siberiana estão no Polo Norte. Não estão ‘próximas a ele’, mas são exatamente o próprio.

É a 1ª vez que desenho Marília na neve. Ela mora na capital mais fria do Brasil, Curitiba óbvio. Onde é absolutamente normal temperaturas próximas de 0º, mas neve é raríssimo, só 3 vezes em um século. A última em 2013 mas só no Extremo Sul da cidade com intensidade , no resto da metrópole quase nada ou mesmo nada (no interior foi diferente, nevou bem forte). Assim, vou nas laterais Marília toda encasacada no inverno curitibano. Os desenhos são de outras postagens, clique nas ligações em vermelho pra ver os originais onde ela aparece de corpo inteiro.

Mas Marília e Maurílio estão acostumados com o clima, que outros considerariam ‘hostil’.

Pra eles não, é harmônico e natural. Pois eles são esquimós. Daí a pele vermelha e os olhos puxados do casal a direita acima.

Eles não estão a turismo no Extremo Norte da Sibéria, não estão se encantando com a paisagem exótica, pois pra eles não é nada exótica, é sua terra-natal.

Nas regiões polares a agricultura não é possível, pelo frio intenso.

Resultando que obviamente os esquimós são caçadores, pois sua comida e vestuário são obtidos assim, daí a lança na mão de Maurílio.

Entretanto, leve em conta que os Esquimós Peles-Vermelhas vivem em Plena Harmonia com a Natureza, pois se veem como parte dela, Sendo Um com a Mãe-Terra.

Só matam o que for estritamente necessário pra não morrerem de fome e frio, exatamente como fazem os animais.

Oras, é conhecida a relação de Amor e Harmonia entre os Peles-Vermelhas e o bisão, que lhes serve de comida e abrigo contra o frio.

Exatamente por isso pra exterminar os índios os colonizadores europeus na América do Norte exterminaram primeiro o bisão.

No Ártico, a Palavra Vale. Olho-no-olho, não precisa contrato escrito. E a Harmonia entre tudo e todos é a Lei.

A maioria dos Homens e Mulheres das regiões temperadas e tropicais, bem ao contrário, tem na trapaça e ganância seu modo de vida.

Vivem a enganar – e sempre que possível explorar e mesmo matar desnecessariamente [veja a guerra das torcidas de futebol] – seus semelhantes.

E veem a Natureza como algo a ser domado e subjugado.

Tristes tempos, triste civilização. Mas . . . não precisa ser dessa forma grotesca.

Do Extremo geográfico da Terra vem a lição que nós podemos ser menos extremados na nossa visão.

E viver em Harmonia com todos os Irmãos e Irmãs, com a Natureza e com o Cosmos.

Que os Anjos digam Amém. No Ártico, é assim desde Sempre.

………

Mensagem produzida no Brasil mas levantada pra rede a partir da Cidade do Cabo, África do Sul.

“Deus proverá”

Mama-África

JOANESBURGO, ÁFRICA DO SULMarília e Maurílio em Soweto.

Toda rosa tem espinhos. Eles realçam a beleza da Flor.

Aqui na África o povo sabe disso melhor que ninguém. A luta foi árdua pra poderem ser livres, o jugo do ‘apartheid’ foi cruel.

Muito sangue correu, muitas lágrimas lustraram a pele escura dos Homens e Mulheres da Raça-Matriz da Terra. Mas a vitória veio.

Um grande ciclo se abriu pra África, e pra toda humanidade. E, pra esse humilde Mensageiro, um Grande Ciclo Alvoresceu em plena África.

Em 20 de abril de 2017 essa postagem sobe pro ar

Joanesburgo, África do Sul, Mãe-Africa, 2017. A Vida Continua. Sempre Continua.

Graças a Deus Mãe e Pai, que proveio e Proverá.

a Princesa e as Flores

”princesa”‘ marília: castelo, carruagem – e flores – na praia mais aristocrática do chile

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 14 de abril de 2017

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres.

Marília foi ao Chile, e também a Joinville-SC (acima da manchete, fechamos a matéria com essa parte).

Portanto comecemos pelo outro país, que ela conheceu junto com seu Amado marido Maurílio.

Visitaram a Grande Valparaíso, o que inclui o famoso balneário de Vinha do Mar.

(Nota: eu traduzo tudo pro português, vocês sabem. ‘Vinha’ é fazenda de vinho, e não conjugação do verbo vir.)

Linguística a parte, Vinha é a praia mais aristocrática do Chile.

Dá uma olhada a direita o prédio que eu flagrei na beira-mar, tem seu lago particular.

“Vinha, a Cidade Bela”.

É ali que a elite da capital passa as férias, onde a ‘juventude dourada’ vai pra ver e ser vista no verão.

Enquanto ele foi dar uma volta em outras partes da cidade, ela foi conhecer essa orla que é toda cheia de flores.

De carruagem. E há um realmente castelo ornando uma pequena península.

Aí com tudo compondo esse ambiente de sonhos, Marília não pôde resistir em se sentir uma verdadeira princesa. E quem resistiria?

……..

Sobre a carruagem não é preciso explicar, várias cidades turísticas contam com elas.

Princesa Marília.

Já as vi pessoalmente além de Vinha em Nova Iorque-EUA no Parque Central, e andei numa delas em Acapulco-México.

E, sim, Vinha do Mar tem um castelo de verdade, que eu fotografei acima e desenhei a direita.

Foi inaugurado perto da virada do século 19 pro 20, por um imigrante alemão muito rico, que queria relembrar desse lado do Oceano um pouco de sua Europa natal.

Ele precisou de um alvará especial, pois no Chile como no Brasil é proibido construir diretamente na praia. Foi concedida, ele fez sua obra, e ali residiu até desencarnar.

Até os postes são floridos em Vinha do Mar. Em Bombinhas-SC, Brasil, também.

Sua viúva continuou na mansão-castelo, mas modificou-a, entre várias mudanças demoliu 2 de suas 3 torres originais, restou 1 de lembrança.

Após o desencarne dela também, o castelo alternou períodos vago com os que funcionou como museu.

E desde o começo de século 21 abriga órgãos da secretaria de turismo da prefeitura de Vinha do Mar.

………

A partir dessa imagem, já estamos vendo Joinville-SC (óbvio, pelo Portal), onde eu também desenhei Marília, abaixo.

Enfim, agora já que já está explicado o castelo e carruagem, falemos da “princesa”.

Marília já havia tido essa sensação antes, quando foi a Los Angeles-EUA.

E, nas colinas de ‘Hollywood’, ela não teve como não se sentir uma das estrelas do cinema (a diferença é que aí o conto de fadas era contemporâneo, e não ‘uma volta no tempo‘).

Mas não pense que ela é uma menina bobinha, que vive num mundo de sonhos sem conhecer a realidade.

A ‘Rua das Palmeiras‘ no Centro de Joinville, sempre com muitas flores.

Exatamente ao contrário. Antes de ir a pra ‘Hollywood’, Marília foi no Centrão de Los Angeles, na Cracolândia, na ‘boca-do-lixo’ da cidade.

Que é uma das maiores concentrações de sem-tetos e viciados do mundo. Um ‘vale dos leprosos’ bíblico em pleno século 21.

Então Marília viu perfeitamente as injustiças do sistema, fez esse ‘dever de casa’, tem sua mente analítica bem crítica e desenvolvida. Precisamente por isso a postagem se chamou ‘o Luxo & o Lixo’.

Agora, o desenvolvimento da Razão não precisa matar a Emoção.

Tendo bem claro como as coisas são, não custa também a gente sonhar, de vez em quando se deixar levar pelo que elas poderiam ser.

Bem-Vindo a Cidade das Flores”, já é anunciado na entrada da cidade.

Assim foi em ‘Hollywood’, e assim foi no Chile. Marília estava ali, andando de carruagem, apenas apreciando a paisagem enquanto o cocheiro a conduz. E há bastante pra apreciar:

O castelo ao fundo. Vendo flores até quando você olha pra cima, no alto dos postes. Aquela praia em que as moradias têm seus lagos particulares.

Tudo foi compondo o cenário. Quem não gostaria de ser uma princesa, por alguns minutos que seja?

Depois de todo esse encanto, o dia continuou mágico: Marília encontrou de novo seu “príncipe”, pôs um biquíni – com a bandeira do Brasil – prendeu o cabelo em maria-chiquinha e foram ambos comer churros, nessa exata mesma praia que ela passou em frente de carruagem.

 a cidade das flores: joinville, santa catarina

Voltamos a Pátria Amada, e logo nessa parte tão bonita. Uma Marília joinvillense. Alguns se espantariam por eu ter retratado ela negra.

O nome comercial é fictício. Se houver uma loja chamada assim em Joinville ou qualquer outra cidade é somente uma coincidência, não estou fazendo propaganda.

Oras, embora a maioria dos moradores dessa cidade sejam de pele clara, uma minoria bastante significativa tem outro fenótipo. Muito mais do que você imagina vendo somente o estereótipo. 

O tempo passa. Após a primeira onda de colonização – de fato essa sim germânica – vieram outras, que mudaram a composição da população.

Uma porção elevada de Joinville é imigrante do interior do Paraná. Sendo que os antepassados desses norte-paranaenses vieram majoritariamente do Sudeste, especialmente São Paulo e Minas Gerais.

Por isso a Marília joinvillense cor-de-ébano. Pé-Vermelha de nascimento, e barriga-verde de coração.

………

Namorando um vestido na vitrine – que é adornada por muitas flores, mantendo a tradição alemã. Ela a-ado-ra comprar roupas, especialmente vestidos. Na medida certa, evidente. Ela nem carrega cartão de crédito, só de débito ou dinheiro vivo, assim não contrai dívidas, só leva o que pode pagar.

“Vou ficar lindinha de rosa!!!”

Como eu disse acima, Marília é bastante perspicaz. Ela não é uma garota estúpida, porque ela não é estúpida.

Mas . . . é uma garota. E portanto (sem exageros, claro) ela ama esse ritual de escolher, experimentar, e depois usar um vestido que lhe chama a atenção.

O desenvolvimento da Mente não precisa negar a Emoção, repito. A Mulher pode ser independente, segura de si. E ainda apreciar expressar a Energia Feminina, você não concorda?

……….

Beijos em teu Coração de Mulher.

“Deus Mãe e Pai proverá”

No Topo do Mundo !

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 30 de março de 2017

iniciei a publicação dos textos e fotos sobre o país vizinho.

Pra abrirmos a série, vamos mostrar como são as Mulheres da Argentina.

Pra conversa começar: a Argentina é um país muito menos branco do que alguém poderia pensar vendo a mídia oficial.

A classe média de Buenos Aires é majoritariamente caucasiana, é certo. Porém a nação não se resume a Zona Central da capital, isso é o que muitos não levam em conta.

Nos subúrbios de Buenos Aires, e no interior tanto na burguesia quanto mais ainda entre a classe operária, predominam os mestiços entre europeus e americanos.

Colagem mostra o que faz a cabeça das gurias de lá: echarpe/cachecol no pescoço, pulseiras em ambos os braços, e sapatos gigantes, sempre.

América é um continente, não um país, e portanto por ‘americanos’ eu me refiro aos nativos do continente.

De maneira que aqui vemos uma Marília argentina, ao lado de uma amiga. Uma das Mulheres é loira, a outra índia.

Alias (em Buenos Aires, no interior bem menos) as garotas muitas vezes andam assim pelas ruas, de braços dados.

Não tem nada a ver com lesbianismo, óbvio. É apenas sinal de uma amizade e cumplicidade profundas entre duas Almas encarnadas no sexo feminino.

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Quando fui ao Chile, disse (e desenhei, duas vezes se uma fosse pouco) que as chilenas adoram echarpes/cachecóis e também meia-calça.

Pois bem. As argentinas não têm nem de longe a mesma fixação por meia-calça que suas colegas do outro lado dos Andes. Diria que na Argentina se usa essa peça na mesma proporção que no Brasil.

Porém, em relação a pôr um pouco de tecido enrolado no pescoço, as argentinas são exatamente iguais as chilenas.

Salto ou plataforma? Salto & plataforma, oras, por que ter que escolher???

A mulherada de lá simplesmente a-do-ra ficar chique e elegante dessa forma.

Pode ser um cachecol de lã, uma echarpe de pano. Não importa o material, mas tem que ter esse adereço, pra dar um charme.

É tão forte essa característica do povo que aparece até nos murais (esse acima é sobre a ditadura, tema que discorreremos melhor em outra mensagem).

Aqui o que nos importa é o vestuário. Isso também é mais forte na capital, até porque Buenos Aires é bem mais gelada que o pampa – como eu já lhes disse quando fui ao Paraguai.

A capital argentina estava com a temperatura muito parecida com Curitiba na mesma época (a viagem foi em março-17):

Somos argentinas: toda emperiquitadas (maria-chiquinha; enfeites diversos no cabelo; pulseiras; echarpes) e andamos de braços dados.

No meio do dia fazia um calorzinho, ao anoitecer o termômetro despencava.

Já em Córdoba e Mendonça mesmo a noite ainda estava quente, embora o inverno andino de Mendonça seja congelante, evidente.

Outros pontos marcantes na moda feminina, esses comuns na capital e interior:

As argentinas não gostam de serem baixinhas. Assim, elas usam plataformas gigantes.

Enormes mesmo, incluso é comum salto-alto e mais a plataforma, totalizando em alguns casos quase uns 15 cm a mais de altura!!!

Assim elas ficam por cima, ‘no topo do mundo’. Na Argentina não é preciso escolher entre salto e plataforma, usa-se os dois no mesmo sapato.

Veja como as argentinas amam seus cabelos: mural em Córdoba dedicado só a esse tema. Essa garota tem em ser ruiva a característica marcante de sua vida, o cabelo é mais volumoso que todo seu corpo somado! E essa era a menor das cabeleiras mostradas no muro, as demais atingiam mais de 10 metros!!! Rapunzel moderna . . .

Tem mais: elas usam pulseiras nos dois braços, simultaneamente. Geralmente eu desenho Marília assim, com adereços em ambos os pulsos.

Mas é uma caricatura, um exagero, posto que no Brasil é raríssimo ver uma Mulher dessa forma.

Na Argentina, entretanto, não é exagero, todos os dias você vê várias e várias delas com bijuterias tanto no braço direito quanto no esquerdo.

Ademais, as argentinas têm cabelos lindos, deslumbrantes. E o cabelo é a parte mais bonita e feminina de uma Mulher.

Assim, elas adoram inventar penteados e acessórios pra ressaltar seus fios espetaculares.As meninas (nesse caso específico me refiro as crianças) usam muito maria-chiquinha.

Resultado: quando elas ficam adultas, algumas delas continuam prendendo o cabelo dessa forma, dos dois lados da cabeça.

Atualizei a postagem da bandeira brasileira pela América, mostrando o pavilhão da Pátria Amada em frente ao Obelisco de B. Aires.

Muito mais comum que no Brasil, infinitamente mais. Também usam muito laços, e esses fios enfeitados com bolinhas coloridas.

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Está Aberta a série sobre a Argentina, com Chave de Ouro.

Que Deus Mãe e Pai Ilumine a essa nação, e a todos os Homens e Mulheres da Terra.

“Ela/Ele proverá”

Perfume de Mulher


Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 18 de março de 2017

BUENOS AIRES – Maurílio e Marília na Argentina. Dançando tango, é claro.

Obviamente, emprestei nome da mensagem de um filme muito conhecido.

Como sabem, em cuja uma das cenas mais famosas o Homem, que é cego, tira uma moça pra dançarem tango no meio do salão.

Na primeira matéria da série sobre a Argentina, fotografei um casal fazendo uma performance pública na Feira da São Telmo, Centro Velho da capital

Agora voltemos aos desenhos: ainda por conta do título, vamos ver Marília se arrumando pra essa noite. Pra estar bem perfumada na hora que seus corpos se unirem na dança.

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Passamos pra uma outra história, o casal de pombinhos andando de braços dados na rua.

Marília não está grávida. É que ela é uma Mulher muito fofinha, digamos assim.

No passado, a sociedade era muito machista, então o padrão de beleza era muito rigoroso com sexo feminino.

Nos Homens, era aceito com mais naturalidade um pouco de ‘barriga de cerveja’.

Mas as moças tinham que ter o corpo parecido com a Gisele Bündchen pra não serem ostracizadas.

Assim como era tabu uma Mulher ficar com um Homem muitos anos mais novo, enquanto que o contrário era visto com naturalidade.

A situação se alterou bastante. É claro que ainda estamos muito longe do ideal, mas os 2 tabus se amainaram consideravelmente.

Já que trata do mesmo tema, insiro desenho dos arquivos. Mais uma vez, Marília sendo rodopiada na pista de dança, nos braços de Maurílio. Essa postagem, que se chama ‘Baila Comigo’, foi publicada em dezembro de 2016.

Agora está ficando mais frequente vermos viúvas ou divorciadas com companheiros de 10, 15 ou 20 anos mais jovens que elas. Como os Homens sempre fizeram, alias.

Além disso, os Homens começam a descobrir o valor das ‘Grandes Mulheres’. Nada mais natural.

Uma garota pode ser charmosa, feminina, cativante, e ainda assim estar um pouco distante do que a mídia afirma que é o padrão “ideal”, o único aceitável, pra todas as pessoas.

As pessoas são diferentes, logo os corpos serão diferentes. É preciso centrar mais na essência e não somente na aparência.

Refletindo essa tendência, desenhei essa Marília. Ela é totalmente feminina, bastante vaidosa e por isso toda produzida:

De camiseta transparente e enfeitada com pedras brilhantes, brincos enormes e uma saia rodada vermelha que combina com a ‘lingerie’, que está visível através de sua blusinha branca.

Muitíssimo bem acompanhada de seu Amor Maurílio.

Veja que ele, ao contrário, tem os músculos bastante definidos.

Mas isso não impede que ele goste e deseje sua esposa do jeito que ela é.

Os opostos se atraem, quem sabe.

Sinal dos tempos . . .

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Mensagem levantada pra rede do Centro da Cidade de Buenos Aires, Argentina.

“Deus proverá”

Gênese Revisitada

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 7 de março de 2017

Na configuração atual do planeta, as partes que o Homem e a Mulher habitam a mais tempo são a África, China e Índia.

São dessa forma a Gênese da Grande Epopeia Humana na Terra, daí o título.

Do Continente Negro e do Extremo Oriente nos ocupamos em outros momentos. Aqui, nosso foco é a Velha-Mãe Índia.

Os povos que hoje povoam a Europa (e portanto cuja cultura é predominante a nível global, nesse ciclo) antes de chegar ali um dia passaram pela Índia, muitos e muitos milênios atrás.

E é por isso que na linguística se fala em ramo de idiomas Indo-Europeu.

Assim vamos ver Marília e Maurílio em suas voltas pela Índia.

Acima ‘Marília, a Indiana’. Em frente ao templo Taj Mahal.

E a direita Maurílio como um Iniciado Hundu. Ele está tão avançado na Meditação do Rig-Veda que está conseguindo até levitar. “Mais Leve que o Ar”.

Agora Marília montada num elefante. Ela e o animal estão ricamente paramentados a caráter pra algum desfile tradicional indiano.

Cheios de adereços florais. Não apenas Marília está maquiada, mas o paquiderme igualmente.

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Voltemos a nossa Pátria Amada. Vamos ver nosso casal de pombinhos praticando – separadamente – a Ioga:

Essa Arte Milenar de Expansão de Consciência que veio da Índia.

Como aqui eles são brasileiros e estão em casa, ambos estão vestidos com roupas ocidentais, aquelas que nós usamos no nosso dia-a-dia:

Ela de calça de ginástica, aquelas justas mas bastante flexíveis, e ele veste bermuda.

Bem, o Maurílio Indiano também está de bermuda, alias quem sabe a mesma, de cor cinza.

Mas lá ele está somente de bermuda e não faz mais a barba a anos. Aqui ele se barbeia e está de camiseta.

O Maurílio brasileiro frequenta uma academia, praticando a postura ‘Invertida’. Enquanto que Marília está no gramado, numa aula pública e gratuita de ioga, passando o domingo no parque.

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Por fim, repito em escala maior os retratos de Marília em frente ao Taj Mahal pra que possamos reparar nos detalhes. 

vestida-a-caraterE detalhes é que esses desenhos mais têm. Tanto o templo quanto a calça dela são amplamente ornamentados.

Alias, pela imagem ser comprida eu tive que fazer uma colagem pra podermos ver as pernas sem que máquina perdesse o foco do seu rosto.

Namastê.

Hare Rama, Hare Sita.

Em português: “Louvado é Deus Pai e Mãe”.

OM.