a “Viúva Negra”

A Marília original, ‘como a Natureza fez’: uma morena palito.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 7 de outubro de 2017

Todas as postagens de ‘Marília’ são dedicadas as Mulheres.

…….

Marília, quando jovem, teve um casamento infeliz. Seu marido não a respeitava: tinha várias amantes, traía-a com inúmeras outras Mulheres. E além disso era insensível com o que ela lhe pedia.

Pois não a via como sua companheira de verdade. Em sua visão egocêntrica, sua esposa não era uma pessoa com os mesmos direitos que ele. E isso fez muito mal a Marília.

Após anos procrastinando, ela finalmente resolveu se separar, quando os filhos já estavam mais crescidos.

“CORRIGINDO A NATUREZA”: DE UMA MORENA ‘PALITO’ PRA UMA LOIRA PEITUDA

“Agora vou ficar loira.”

Quando enfim se livrou desse peso, Marília ainda levou um tempo pra se recuperar do baque. Logo após o divórcio, ela estava deprimida.

Com a auto-estima em baixa. Se descuidou e não travava direito de sua aparência, e nem mesmo de sua saúde.

Assim ela ficou doente, de corpo e espírito, pois não via muita razão pra ser diferente.

Mas o tempo passa, e tudo muda. Marília se cansou de ficar nessa baixa frequência. Ela renasceu espiritualmente. “Daqui por diante, serei uma Nova Mulher”, ela prometeu a si mesma.

E pra espelhar seu espírito novo, ela decidiu modificar também seu corpo, pra dar um gás novo geral, em todas as dimensões.

Pra começar, ela fez o que sabia que tinha que ter feito a muito, mas agora foi: procurou o médico e tratou os problemas de saúde.

Pois esses eram somáticos, o corpo adoeceu por refletir um espírito enfraquecido.

Não foi só isso. Marília se renovou também na sua apresentação visual: primeiro, fez um implante de silicone nos seios, pra eles ficarem mais volumosos.

Aí ela foi ao salão de beleza e pintou seus longos fios, de negros pra loiros. Depois aproveitou o embalo e fez permanente no cabelo. Tudo isso vimos nas gravuras acima. Ao lado, o ‘antes/depois’.

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E EIS A “VIÚVA NEGRA” –

Marília sempre foi vaidosa, desde criança. Na verdade desde o berço ela já tem as unhas pintadas.

Entretanto, quando esteve deprê, ela se deixou um pouco de lado essa parte também. Por aí vemos como esse casamento fatídico lhe mal.

A ‘Nova Marília‘: cabelos claros ondulados, e com ‘air bags’.

Pois essa era sua característica mais marcante desde a infância. Bom, natural, né? Se ela se deixou até adoecer, não ia ser pra estética que ela ia olhar com carinho.

Mas agora tudo isso é passado. Virou uma “Mulher de peito” (figurada e literalmente), cachinhos dourados, segura de si, ademais uma Mulher solteira.

“Agora Sou ‘A Viúva Negra’ “, ela se auto-definiu assim.

Seu ex-marido não desencarnou, ao contrário, ainda perambula por esse plano material que estamos. Mas pra Marília ele está morto, não existe mais. Não apenas a pessoa dele, como indivíduo.

E sim como arquétipo, como um padrão de comportamento se quiser definir assim. Querendo dizer com isso o seguinte: ela nunca mais vai ficar com um Homem egoísta, que não a respeite.

Marília é sensual e fogosa, e está bem viva. “Não sou ex-Mulher de ninguém”, ela brinca: “não é porque eu me divorciei que virei Homem. Ao contrário, Sou Mulher – e muito Mulher !!”. Ela gosta e sente falta da companhia Masculina. Mas desde que valha a pena, que isso esteja bem claro.

A “Viúva Negra”.

Marília paquera, joga charme, gosta de ser cantada (embora as vezes fique envergonhada, caso tenha dúvidas se o olhar é mesmo pra ela), dorme na casa de seu namorado, ou ele dorme na casa dela.

E quando ela está com alguém fica só com ele, pois Marília é Mulher de um Homem só. Porém, o pretendente tem que ser um Homem de corpo e Mente Masculinos, mas Coração sensível.

Ou seja: másculo sim (pois ela detesta os frescos e afetados que até se depilam, quem é a Energia Feminina do casal é ela). Mas ainda assim que Ame e apoie as Mulheres de Verdade, em carne e osso.

De cafajestes ela já está cansada, já quitou sua cota. E, mesmo que cumpra todos os critérios, ao menos por enquanto cada um em sua própria casa.

Dormem juntos em ocasiões especiais, mas diariamente não, exatamente pra magia não se esvair. Ela precisa desse recolhimento nesse momento de sua vida.

As pessoas perguntam se ela “não vai casar de novo?”. Marília responde: “Por quê não? Quem sabe um dia, né? Se o marido valer a pena, estou Aberta a possibilidade. Porém isso num futuro, próximo ou distante, Deus é quem Sabe o dia.

Porque por hora, usar véu . . .  só se for pra fazer a Dança do Ventre!!!! KKKK!!!”, ela se diverte. Por isso ela está de preto. Porque tão cedo não vai entrar num vestido branco de novo, ao menos não “aquele” vestido. Alias o que ela usou um dia já foi até cortado em dois.

Em escala maior.

E quem pode culpá-la? Marília já sofreu muito enredada em quem não valia a pena. Agora ela quer curtir essa Vibração de Ser a Sereia:

Encantar os Homens, mas eles é quem pulam em seu território, e não ela no deles.

……..

Que Deus Mãe e Pai a Ilumine pela Eternidade.

“Ela/Ele proverá”

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Menina-Veneno

Marília ficou sem fazer a sobrancelha, por uns dias. Pra quê? Virou alvo dos comentários maldosos das colegas.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 7 de Setembro de 2017, independência da Pátria Amada

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres

Marília ficou uns dias sem fazer as sobrancelhas.

E esse pequeno detalhe estético gerou ácidos diálogos com suas colegas de trabalho – as “recalcadas”, na pecha que Marília se refere a elas.

E certamente é recíproco, as outras moças também devem vê-la em termos não mais elogiosos.

Digo, as garotas pensam isso umas das outras , mas não falam.

Pra se vingar, ela preparou uma armadilha: pegou uma pinça e afinou as sobrancelhas (“estava mesmo precisando”, ela admite)…

Nas suas trocas de farpas, elas se chamam por “querida” ou “amiga” – e mesmo “Meu Amor”!!!

A ‘Ironia Feminina’ no que ela tem de melhor, na verdade de pior: acidez revestida de falsidade.

Nas legendas nós vamos contando esse episódio, enquanto no corpo do texto filosofamos do porque disso ocorrer dessa forma.

……..

… só que nesse exato dia foi trabalhar de óculos escuros, pra que as ‘recalcadas’ pensassem que ela “tinha algo a esconder”. Deu certíssimo, as ‘invejosas’ falaram exatamente o que Marília queria.

As Mulheres competem muito entre si, vocês sabem melhor do que eu. E a arma usada é sempre a malícia, a intriga.

Em todos os escritórios que trabalham várias gurias é a mesma coisa: formam-se panelinhas antagônicas, cujo passatempo de suas membros é desancar as ‘rivais’.

Sem que isso gere um enfrentamento direto. As vezes falando pelas costas.

Em outras oportunidades frente-a-frente mas com comentários maldosos, sem que a coisa desande pra agressão física.

………..

Não é nenhum tipo de machismo o que estou afirmando aqui.

Afirmaram na frente de várias pessoas que a sobrancelha dela estava grossa. Mas não estava. Engoliram o próprio veneno.

Até porque o Homem, quando quer tirar satisfações, faz bem pior.

90% dos assassinatos, e quase todas as guerras e ditaduras sangrentas da história da humanidade foram comandadas pelo sexo Masculino (a matéria que produzi sobre a África do Sul ilustra bem).

Então não estou de forma alguma criticando as Mulheres e dizendo que nós Homens “amamos mais o próximo”, porque exatamente o oposto é que é verdadeiro.

O Homem sempre partiu pra agressão física contra seu oponente (outros Homens, as Mulheres e mesmo crianças) toda vez que julgou que sairia vitorioso do embate.

Vou inserir aqui desenhos que não se referem diretamente ao texto ao lado, mas que por algum motivo se relacionam ao tema. Começo mostrando que não é a 1ª vez que Marília (de amarelo) fica com as sobrancelhas sem tirar. Mas aqui ela era uma adolescente tímida, e uma amiga mais experiente lhe deu uma ‘aula de feminilidade’.

Daí natural que a Mulher, até pra se defender, tenha desenvolvido a malícia, pra derrubar um adversário sem necessitar entrar em choque físico com ele.

………

Então, repito, não almejo criticar as Mulheres, ao contrário, toda a série sobre ‘Marília’ visa homenageá-las. Mesmo nas características femininas não tão ‘iluminadas’.

Nós seres humanos, de ambos os sexos, com raras exceções não somos Iluminados. Ao contrário, como o Yin-Yan mostra, Luz e trevas convivem em nós.

Pelo motivo que for, o fato é que muitas Mulheres do século 21 são maliciosas. E usam e abusam da ironia pra acertar suas “Rivalidade Femininas’.

Marília fica até roxa de raiva com a provocação.

Aqui nós voltamos a Marília e suas colegas da outra panelinha que há no local de trabalho.

Veja: sim, Marília está com as sobrancelhas grossas. Porém “o que as outras têm a ver com isso, afinal???”, Mari não se conforma.

Nenhum Homem lhe criticou por sua aparência. Mas as Mulheres . . . affffff!!!

Não é a primeira vez que tiram sarro de Marília por excesso de pêlos em seu corpo, um namorado fez o mesmo. Bem, ele virou ex-namorado por causa disso. Pelo menos ele Marília pôde mandar sumir de sua vida, poder que ela não tem com as colegas – teve que bolar essa vingança.

Falam da “Amazônia”, passam as mãos em suas próprias sobrancelhas como notam a direita, colocam pinças e panfletos dos salões de beleza em sua mesa, chegam mesmo a imitar macacos.

Não falta criatividade pra criar novos métodos de irritá-la.

“Se essas invejosas usassem todo esse talento pra trabalhar, ajudando a resolver os problemas da firma . . .”. ela pensa.

E conclui: “elas já seriam as presidentes, no mínimo diretoras da corporação, teriam sua própria sala lá na matriz”.

As “recalcadas” não são o único espinho na vida profissional de Marília. Ela detesta ter que trabalhar nesse uniforme azul. Por isso abusa das bijuterias, esmalte e maquiagem, pra feminilidade vencer a uniformização celeste.

Marília espuma de raiva, mas não pode fazer nada, esse tipo sutil de assédio não é criminalizado.

“Grrrr… Se ela mordesse a língua, seria internada num hospital em estado gravíssimo”, ela pensa.

“Taí a solução”, lhe veio um estalo: “O jeito é fazer essa _______ (impublicável) engolir seu próprio veneno”. Assim foi feito.

“Quem ri por último ri melhor, ‘queridinha’. KKKKKK” – eram as gargalhadas silenciosas de Marília ao virar o jogo, ao vexar publicamente quem fazia isso com ela.

……….

Pra sermos imparciais, temos que reconhecer que tudo no Universo é relativo.

Pras outras garotas, pode ser que Marília é quem seja a ‘Serpente Venenosa‘.

Marília comprando vestidos. Aqui também há uma certa “falsidade feminina”, a vendedora também usa palavras doces que ela não Sente em seu Coração, só visa vender. Mas como não há acidez, Marília aprecia ouvir os ‘falsos elogios’: “Ui! Me Engana que Eu Gosto”.

Afinal, reconheçamos, Mari não é mais bondosa com as rivais que elas com ela. Também usa de ironia, falando em ‘Amor’ quando está na verdade fervendo de ódio, daí o “Menina-Veneno” do título.

Pode mesmo ser. Seja como for, um dia é da caça, outro da caçadora.  Hoje, foi Marília quem desferiu um tiro certeiro, e levou a cabeça de sua rival como troféu.

Pode ser que outro dia seja o contrário, afinal o confronto perene e não-racional é exatamente o que caracteriza as ‘Rivalidades Femininas’.

Só acaba quando uma sai da firma. Como nem Marília nem suas inimigas pretendem sair, vamos ver o que acontece amanhã.

Aquela que for mais ágil com as palavras ri por último, a outra morde a própria língua. Quem viver verá.

Deus Mãe e Pai proverá.

Negócio da China

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 17 de agosto de 2017

Maurílio e Marília na China.

Em P-&-B, eles observando a famosa linha de prédios do Centro de Xangai, na outra margem do rio.

Ela estava quase dando a luz a filha do casal. Como a gravidez corria bem, arriscaram a viagem inter-continental.

Deu tudo certo, a menina teve o privilégio de visitar o Oriente ainda no útero.

Ao passarem pela capital Pequim, foram conhecer a Muralha.

Segundo se diz, a única obra feita pelas mãos do Homem e da Mulher que é visível da Lua.

Não sei é verdade. Mas pelo menos é verossímil, o Grande Muro é realmente colossal.

………..

Tudo na China é colossal.

Pequim e Xangai, suas capitais política e econômica, têm as duas maiores redes de metrô do mundo.

Noturna da capital Pequim.

Não tem jeito, o Eixo da Terra está se inclinando pra Ásia.

A passagem de bastão da Civilização Europeia (da qual os EUA são parte, alias são o ápice) pra Civilização Asiática não apenas é inevitável.

Como é inclusive um processo benéfico. É a Cura da Mãe-Terra.

A cena clássica da Beira-Rio de Xangai.

Já desenhei uma Marília no metrô de Pequim. Mas aquela era local, uma chinesa nativa:

Olhos negros e pele cor-de-cobre, como podem conferir na cena dela parada na estação, a esquerda acima.

a Marília de hoje é brasileira, ruiva.

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MÃES E FILHAS –

Em nossa incursão anterior “Do Ocidente ao Oriente”, fomos mais uma vez a Índia.

Desenhei uma Marília Indiana com sua filha, andando pela cidade, e elas encontraram uma ‘Vaca Sagrada’, solta nas ruas como é tradição lá.

Dessa vez a Marília é brasileira e, grávida, visitou a China. Me repito, isso foi dito acima.

Pois bem. A menina nasceu, ruiva como a mãe.

O tempo nunca para de passar, e alguns anos a frente vemos a filha de Marília e Maurílio num aniversário de criança.

Uma ‘coelhinha‘, com a tiara de orelha de bichinhos, como está na moda entre as pequenas.

Ela e os amiguinhos, de ambos os sexos, estão brincando na piscina de bolinhas, que a garotada adora.

Mas agora vamos deixar os meninos de lado, e mostrar uma brincadeira que (por motivos óbvios) só as gurias fizeram:

Elas pegaram as bolinhas de plástico e puseram sob as roupas, simulando já possuírem seios.

“Olha, mamãe, já estou mocinha”, chamaram suas progenitoras pra conferir o resultado.

Algumas delas até apertaram seus recém-adquiridos peitos de Mulher, pra conferir como eles estavam ‘volumosos’.

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Nos focamos bastante na Energia Feminina, da gravidez as brincadeiras de menina.

Pra equilibrar, vamos ver um pouco da Energia Masculina.

Marília e Maurílio foram jogar futebol. Sim, as vezes ela joga junto com os Homens, pois nem sempre há quórum pra fechar dois times femininos. Isso já sabem, eu já levantei esse desenho em outra postagem.

A diferença aqui é que eles estão tatuados:

Marília tem uma sereia na perna, e Maurílio um escorpião no peito.

O ‘XERIFÃO’ DA ZAGA: A ‘COZINHA’ TEM DONO –

Dessa vez os times estavam uniformizados, daí Maurílio vestiu a camisa verde que trazia nas mãos no caminho. Assim os adversários não viram sua tatuagem. Mas eles logo entenderam a metáfora do escorpião:

Maurílio joga na zaga. E joga bem. Domina com maestria a arte de dar carrinhos, Energia Masculina por excelência.

Ele é um Homem alto e encorpado, e sabe usar a força e a inteligência pra dar o golpe na hora certa. E sem ser falta.

Se você conhece as regras desse jogo, o sabes: pegando antes na bola não é infração, não importa que o o jogador do outro time acabe voando longe com o impacto.

Em escala maior o casal na Muralha da China, a “Coelhinha” quase vindo ao mundo.

Na imagem a direita eu fiz inclusive a ‘aura’, mostrando a força da perna de Maurílio no lance, e como o atacante sentiu:

De fato ele foi arremessado a 2 metros de distância. Mas não foi falta. Mais: foi dentro da área, e não foi pênalti, só escanteio.

O centro-avante do time azul estava de cara pro gol, ele e a pelota que sobrou limpinha a seus pés. Já até visualizava a comemoração, era só empurrar pras redes.

Ops . . . pense outra vez. Não deu tempo. Como um raio, Maurílio surgiu nas pernas dele, tal qual um escorpião dando o bote. Já que no carinho o defensor fica na horizontal no solo e suas pernas parecem o ferrão, a analogia com o bicho é perfeita.

Marília é quem explica: “Sou delicada como uma Sereia. E Maurílio é letal como um Escorpião”.

Não vai aqui qualquer machismo. A Sereia, como sabem, é tão letal quanto uma serpente, tubarão ou qualquer predador temido.

Apenas a Sereia derruba suas presas de um modo feminino, atraindo-as até ela, e não se lançando sobre. Exatamente como faz a Tarântula (a “Viúva Negra”), que, bem, é outro símbolo da Feminilidade Mortal.

E Deus Pai e Mãe (eu disse que não há qualquer machismo) proverá.

Vaca Sagrada

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro.

Publicado em 30 de julho de 2017.

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres.

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Vamos pro Leste, galera, fazer mais uma série sobre a Ásia

Abrindo muito bem essa sequência, hoje vemos Marília com sua filha na Índia.

Como se sabe, nesse pais as vacas são sagradas, veneradas como animais santificados.

Inclusive segundo a crença local esses bichos podem alcançar a Iluminação e atingir o estágio que no Ocidente se denomina ‘santo’.

Por isso elas ficam soltas pelo meio das ruas, inclusive nas grandes metrópoles.

A menina é mais escura que a mãe, porque o pai é um indiano de pele marrom, mas nariz e cabelos finos.

Se essa te parece a definição de um índio, bem, o termo ‘índio’ se origina exatamente na Índia.

OM – MARÍLIA, A IOGUINA –

Agora uma Marília brasileira. Digo, nascida, criada e moradora de nossa Pátria Amada.

Mas, em Espírito, ainda estamos na Índia: uma professora de ioga – ou Yôga, como alguns preferem.

Acima, ela trabalhando, ensinando a seus alunos as posturas dessa filosofia multi-multi-milenar.

E nas próximas 2 tomadas essa mesma Marília loira de olhos claros em momentos de folga.

Daí ela pode soltar o cabelo, usar vestidos e se produzir, colocando bastante bijuteria e até um hibisco no cabelo.

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Outras postagens relacionada a Índia/ioga:

– Marília em frente ao Taj Mahal, na Índia;

– Ela nesse mesmo país oriental, sobre um elefante;

– Outra Marília ioguina, dessa vez numa postura diferente, no solo;

– Seu Grande Amor Maurílio também é iogue, fazendo a Invertida;

– Ele igualmente foi a Índia, e lá se Iniciou nos Mistérios do Oriente;

Marília Cigana (os ciganos vieram dessa exata mesma Índia).

Abaixo repito os desenhos em escala maior.

Próxima Parada: China. Já desenhei, separadamente, tanto Maurílio quanto Marília chineses, ele soldado e ela no metrô de Pequim, o maior do mundo.

Mas agora veremos um casal de brasileiros visitando a China (ela nas últimas semanas de gravidez), na Muralha e no Cenbtro de Xangai.

OM – Pra tudo se alinhar, veja meu apelido aqui na página:  “O Mensageiro”. As iniciais dele são “O.M.”. Ou seja, formam exatamente a ‘Sílaba Sagrada’ OM.

Hare Rama, Hare Sita. Louvado é Deus Pai & Mãe.

“Sou muito Mulher!!! Não são uns cabelinhos no braço que vão mudar isso!”

“Deus, tou parecendo um macaquinho. Ou pior, um… um Homem!! Ri-ri”. Marília, dramática, se diverte ao ver seu braço sem raspar.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Levantado pra pra página em 7 de julho de 2017 (07/07/17)

Publicado (via emeio) nos invernos de 2013 e 2014

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres, essa especialmente.

Nessa mensagem as ligações estão em verdepois o azul indica a fala dos namorados de Marília.

Curitiba é a capital mais fria do Brasil. Em 2017, como em praticamente todos os anos, o inverno está sendo congelante. Assim Marília, como fazem quase todas as Mulheres, se depila menos no frio.

“Que nada. Sou Mulher, e muito Mulher!”

Mesmo quando está mais quente essa já é a tarefa mais chata da ‘Via Sacra Feminina‘. Com os termômetros lá embaixo então piora tudo, os pelos não saem direito, coça, a gilete ou a cera irritam a pele.

A mesma dificuldade que os Homens têm de se barbear com baixas temperaturas. Mas deixemos a dimensão Masculina pra outra hora, pois aqui chegamos a mais uma aventura de Marília (o desenho acima e ao lado são de um emeio de 9 de maio de 2014).

Num dia de manhã, inverno curitibano no auge, temperatura pouco acima do 0º. Marília sai do banho, olha pros seus braços que estão ‘ao natural’. Sempre dramática com relação a sua aparência, ela pensa:

“Deus, que floresta, a Amazônia está longe de se extinguir! Tou parecendo um gorila. Ou pior: um … um Homem! Ri-ri.” Mas ela se consola: “Tou atrasada, não dá tempo de raspar, vai assim mesmo”.

Na rua, com umas quatro camadas de roupa a cobrir seu corpo, ela ri do fato de dizer que parecia Homem.

“A gente vai sair hoje. Mas se ele for diferente do outro [que nem gosto de lembrar], não será problema. Daqui a pouco eu descubro”.

Que nada, Sou Mulher, e muito Mulher! Não por outro motivo tou de saia nesse frio. Não são uns cabelinhos no braço que vão mudar isso“. Ademais, Marília  pondera:

“Com tanto casaco ninguém vai ver mesmo. Meus pelinhos tão mais escondidos que a fórmula da Coca-Cola, kkkkk”, ela dá risadas.

A seguir Marília recorda um fato importante: “Digo, talvez alguém me veja assim, como uma francesa; ele (seu Grande Amor Maurílio, claro) ficou de me pegar no escritório pra gente sair”.

“Se ele gostar de mim de verdade, sabe que eu não sou um manequim, sempre naturalmente lisinho, então isso não será problema”. Vai ser um teste definitivo pra ver se o namoro continua. Ela espera que sim, que seu atual não seja um boçal quanto o ex.

“da água pro vinho”: de um namo conquistador barato pra outro que entende as mulheres

“Mari, o inverno deixou você bem relaxadinha com a depilação, né?” “Cafajeste machista! 3 meses sem me procurar, me liga de surpresa, e queria que até sob neve eu tivesse como uma princesa te esperando???”

Marília está traumatizada, uma vez ela terminou com um rolo seu por causa desse motivo, sabia? É isso que vamos ver agora.

Nevou em Curitiba em 1975. Após essa data se passaram 38 anos até nevar de novo em 23 de julho de 2013. Fiz o desenho a direita  em 27/07/13, somente 4 dias depois portanto.

(Nota: no retrato original a garota está só de calcinha. Por computador Marília ‘vestiu’ um sutiã, pra não exibir os seios em público. No detalhe em escala maior que mostra ‘os pelinhos da discórdia’, a alça não aparece.)

Os próximos 3 desenhos não se relacionam com o texto. Esse (repetido acima da manchete) mostra Marília como uma dona-de-casa. Seu marido é caminhoneiro. Como está sozinha em casa, ela não está das mais chiques, inclusive espaçando a depilação. Mas ele já ligou dizendo que vem jantar em casa. “Vou estar impecável pra recebê-lo”, ela assegura. A noite promete!

Então vocês viram como estava frio no Paraná no inverno de 2013. Uns meses antes, Marília viveu ‘um Amor de Verão‘. Um daqueles romances rápidos que acontecem na praia, e que “não sobem a serra“.

Ou assim esse rapaz de olhos verdes e que não é calvo (o paquera de Marília nas noites de carinho passadas a beira-mar) planejava, usar ela e a seguir descartá-la. Um conquistador, um ‘Casanova’ moderno.

Mas Marília era uma moça ingênua, romântica, e acreditou nas promessas dele de que ficariam juntos. Quando voltaram a capital, adivinha?

Ele não ligava mais pra Marília, geralmente não atendia mais as chamadas dela, e quando o fazia inventava desculpas pra não se verem.

Marília, apesar dele não merecer, sentia sua falta, e lágrimas lhe corriam pela face Coisa de menina apaixonada, claro, mesmo que pela pessoa errada. Parou de telefonar pra não se humilhar mais, mas no fundo ainda ansiava que ele a procurasse.

Até que em julho, no auge do frio, praticamente embaixo de neve e não é modo de falar, ele entrou em contato e pediu pra vê-la. Provavelmente nenhuma das outras com quem ele se divertia estava disponível, aí como um estepe o rapaz se lembrou de Marília.

Marília se arrepia só de pensar em ter que raspar as pernas nesse frio!

Marília estava sem ninguém, e com o clima congelando – e portando ela coberta de casacos da cabeça aos pés – ela estava sem depilar seu corpo.

Como ele ligou no meio da tarde já marcando pro mesmo dia, não houve tempo dela se preparar como gostaria.

Ingenuamente no seu ‘Coração de Mulher’ apaixonado, Marília achou que ele gostava dela, então isso seria o menor dos detalhes, que “o importante era estarem juntos”.

Doloroso engano! Quando já estavam sem-roupa, ele ergueu os braços dela e resolveu fazer graça: “Pôxa, Marília, você já foi bem mais cuidadosa com a depilação, hein? O inverno deixou você bem relaxadinha…”

“Veneno de Mulher”: Marília ficou uns dias sem fazer a sobrancelha, e suas colegas de trabalho não perdoaram. O namorado tirou sarro de Marília porque ela pulou a depilação e virou ex por causa disso. Marília bem que gostaria de ter o mesmo poder de nunca mais ver essas ‘recalcadas’, mas não pode fazer nada – exceto bolar uma vingança pra serpente morder sua própria língua. É a ‘Rivalidade Feminina’, que não perdoa deslizes na aparência da outra.

Pra quê? Cutucou a onça com a vara curta. Ela já tava ressentida de ter sido abandonada, mas por gostar dele acabaram se vendo quando ele enfim a procurou.

É o Coração de Mulher, que Ama as vezes mesmo sem reciprocidade. Agora, abandonada e ainda cobrada, aí não. Isso é demais.

Quem fala o que quer ouve o que não quer. Então ela disparou: Seu cafajeste machista!!! Primeiro, fica mais de 3 meses sem lembrar que eu existo, e eu fiquei sozinha, não tava com ninguém.

Se ao menos me chamasse com um dia de antecedência, claro que eu teria me arrumado.

Mas não. Depois de um século você surge do nada, no auge do frio – até nevando está! – e queria o quê, que eu estivesse como uma princesa te esperando?

No fim foi bom. Ela ficou furiosa, e enfim rompeu as ilusões. Ele (cinicamente como sempre) pediu desculpas, até passaram a noite juntos. Mas foi a última.

O resto de Amor que ela sentia acabou ali. No dia seguinte cedo ela riscou o telefone dele das agendas (de papel e do celular) e decidiu que estava encerrado em definitivo. Tem mais: os Homens estão dispensados de passarem lâminas, cera quente e ‘laser’ em seus corpos.

Maurílio foi de surpresa ver Marília. Ela morreu de vergonha porque não esperava visitas, então estava ‘a vontade’.

Assim, que tenham pelo menos um pouco de tolerância com as Mulheres – especialmente quando está nevando ou perto disso!

No seu caso particular, Marília decidiu que jamais voltaria a ficar com outro Homem machista, fútil e preso somente as aparências materiais.

Não me interprete mal. Marília não reclama de se depilar. Sim, no inverno ela espaça um pouco, como quase todas as Mulheres também fazem o mesmo.

Mas no calor, pra usar roupas de alcinha ou tomara-que-caia, evidentemente ela está sempre impecável. Mesmo no frio, nas primeiras paqueradas com um rapaz é óbvio que ela vai lisinha como uma seda vê-lo.

Isso quando o encontro é programado com antecedência, e ela sente que vale a pena investir na relação. Agora, o cara a evita por um tempão, chega de surpresa, e ainda quer fazer piadas as custas dela. “Vai se catar”, Marília ficou furiosa.

“Oras, por que tanto drama? Vamos ver o que você esconde com tanto afinco”.

E o garoto de olhos verdes virou só uma amarga lembrança. O tempo passou e ela conheceu Maurílio, que é calvo e de olhos castanho-claros. Eles estão se curtindo, Maurílio gosta de Marília de verdade, e está só com ela. Ela sente isso.

Um dia, como vemos nos 3 últimos desenhos (feitos em 26/08/14), Maurílio foi visitar sua Amada de surpresa. Como apesar do inverno esquentou um pouquinho, e ela não contava ver nem a ele nem a ninguém, Marília estava de ‘shorts’, regata, mas sem se depilar.

Ela ficou quente e rubra de tanta vergonha, e tentou tapar seus bracinhos peludos. Mas delicadamente ele pegou suas mãos e ergueu-as. Marília tremeu, pois veio-lhe a mente a lembrança anterior.

A exata mesma cena, ela sem se depilar, o rapaz segura e levanta seus braços. “É agora, não tem jeito”. Sem escolha, Marília cedeu. “Bem, ao menos dependendo do que ele falar descubro se é igual ao outro (urgh!, que descanse em paz!!!) ou se é mais gentil”.

“Querido, estou …tou um pimentão de vermelha!”. “Mas Mari, você tá uma graça com esse ‘charme europeu’…rs’.

Maurílio foi gentil. Fez uma brincadeira com ela, como visto ao lado. Marília ficou encantada. Viu que a Vida sorriu pra ela.

De um machista que só se aproveita das Mulheres ela agora tem um namo que se empatiza o sexo feminino.

Final feliz, ela no colo dele, de braços e pernas (em “estado bruto”) pro ar. “Ufa! Esse sim entendeu que eu não sou de plástico.

Homem que gosta de Mulher de verdade gosta da gente em carne e osso. E, de vez em quando, até com uns pelinhos……kkkkk!!!!”

Deus proverá

“Trovão Azul” & “Domingo no Parque”, em B.H.

Metal em Minas.

Por Maurílio Mendes, o Mensageiro

Publicado em 26 de junho de 2017

Um Maurílio metaleiro, e mineiro. Morador de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Pegando condução pra ir pra Zona Oeste. Mas não qualquer coisa, e sim um Trovão Azul da época que ‘Volvo era Volvo’.

Tem mais: um Amélia que era “Ônibus de Verdade“.

Tem mais ainda: no saudoso padrão Metrobel, e “em frente ao parque”.

Em uma das muitas matérias sobre busologia no sítio, publiquei a foto ao lado (extraída da página Bus MG).

Pensando Nela . . .

Um colega, que morou em BH, se emocionou em lembrar sua infância. Foi ele quem falou que a tomada foi feita “em frente do Parque”.

Quando eu disse que desenharia a cena, novas recordações afloraram em sua mente. Eis suas palavras:

”   Rá, era demais ouvir a resfolegante respiração deles, bem mais ágeis e rápidos do que seria de se supor, descendo a ladeira!

Ah, e os cheiros? Final da tarde, começando a abrir as florzinhas “damas da noite”, aquele cheiro açucarado, o piso de ardósia, e os  Mercedões rugindo pela rua…

 Oh, Minas Gerais, quem te conhece não esquece jamais!   “

Daí o título, fazendo alusão a outras postagens: “Trovão Azul” e “Domingo no Parque“.

………..

Enfim. Maurílio está indo pra Z/O de B.H. pra ver sua namorada Marília, que também é roqueira. Ademais, ela é uma menina que adora pintar o cabelo de rosa. Ou as vezes de azul.

Um Amor em Rosa & Azul. Mas as roupas de ambos são pretas, pois a trilha sonora é o bom e velho ‘Rock’n Roll’.

Vamos pro Oeste, galera.

o ‘apartheid’ acabou.

Próxima parada, África do Sul.

Por 40 anos (1948-1988 aprox.), durante o infame regime racista, eram proibidos por lei os relacionamentos entre um Homem e uma Mulher de raças distintas.

Camisa do Kaiser Chiefs, time mais popular da África do Sul – os negros adoram futebol.

A legislação previa longas penas de prisão pra ambos, mas na prática um negro que ‘ousasse’ sequer pegar na mão de uma branca seria linchado ou executado no mesmo momento.

Já escrevi em detalhes sobre esse triste período da história sul-africana. Mas hoje tudo isso é passado, as pessoas são livres pra viverem seu Amor, independente dos tons de pele serem diferentes.

Inclusive fotografei vários casais inter-raciais nas orlas de Durbã e da Cidade do Cabo. Agora minha versão com as próprias mãos da mesma cena.

A Marília loira é africâner, o que significa que étnica, cultural e linguisticamente ela é holandesa. Enquanto que seu marido, o  Maurílio sul-africano, está com a camisa do time mais popular do país, o Kaiser Chiefs.

Muitos conhecem a banda inglesa Kaiser Chiefs. O que várias pessoas não sabem é que os músicos britânicos se inspiraram no clube africano, homenageando-o. Assim é. Kaiser Chiefs (auri-negro, ou seja, amarelo-&-preto) e Orlando Pirates (alvi-negro)  são as preferências nacionais, os que dividem a massa na África do Sul.

“Café-com-Leite”.

E eles fazem o maior clássico de Soweto (são ambos dali), de Joanesburgo e de toda nação. É o ‘derby’ (no termo em inglês ) nacional.

Novamente contrário a imagem distorcida que muitos têm, a África do Sul ama futebol. A maioria negra com certeza. Sim, os brancos se dividem entre o ‘rugby’ e o futebol, com preferência pelo primeiro mas muitos gostam também do segundo.

Porém os nativos africanos não têm coração partido, não têm lealdade dividida. Pra eles, o esporte preferido é disparado o futebol, como é na maior parte do continente e do planeta.

Já desenhei Maurílio com camisas (ou adereços como boné e tatuagens) de times da Colômbia, México, Equador, Argentina, Paraguai, Chile, Uruguai, França, Itália e Alemanha. Agora é a vez do ‘Continente-Mãe’ da Humanidade. 

do oriente ao ocidente

Muçulmana devota. Mas extremamente feminina e vaidosa, colorida da cabeça aos pés.

Vamos na mão inversa agora. Acima mostramos uma descendente de holandeses fora da Europa, numa nação de pele majoritariamente escura. Vejamos o outro lado da moeda, mais um casal inter-racial.

Ela é mais clara, ele é pardo. Mas que compartilham a mesma religião, são muçulmanos. Nasceram e moram em Amsterdã, a capital dos ‘Países Baixos’.

Os ancestrais deles vieram do Oriente: da Turquia, Afeganistão, Indonésia, enfim, algum país islâmico da Ásia.

Mas a Marília e Maurílio retratados aqui são tão holandeses quanto os moinhos de vento, os aterros no mar e os canais de Amsterdã (alias eles passam na ponte sobre um deles).

Uma vez que os europeus nativos não querem mais ter filhos, têm que importar mão-de-obra. Assim os bairros proletários centrais das grandes cidades oeste-europeias estão ficando um pouco mais coloridos, digamos assim.

Num ponto de ônibus da Cidade do Cabo, África do Sul, fotografei um muçulmano muito parecido com o ‘Maurílio’ holandês que eu desenhei: esse de carne-&-osso também é descendente de asiáticos (nesse caso Índia, Paquistão ou Bangladesh), tem pele parda, cobre a cabeça e usa roupas ocidentais (calça).

Já desenhei uma Marília holandesa da gema, etnicamente falando, sobre essa mesma ponte de Amsterdã. Aquela é ruiva, olhos azuis, a pele alva como a neve, e anda de bicicleta. 

Uma holandesa “típica”?? Bem, até o século 20 certamente a que tem tez e olhos claríssimos era o próprio retrato da Holanda.

No século 21, entretanto, essa de turbante é tão representativa quanto, ao menos na Zona Central de Amsterdã, Roterdã e as outras grandes cidades.

O Maurílio muçulmano também cobre a cabeça, e a barba enorme, quase até o peito mas sem bigode, igualmente é representativa de seu grupo étnico.

Mudemos o foco pra Mulher, pois a Energia Feminina é sempre mais bela e colorida que a Masculina, na dimensão do vestuário certamente:

Essa holandesa de ascendência na Ásia segue os preceitos ortodoxos de sua religião, por isso os membros e a cabeça são cobertos, só os parentes dentro da casa podem ver seus cabelos e seus braços.

Ainda assim, o lenço e o vestido são multi-coloridos, e ela está maquiada e com as unhas – do pé e da mão – pintadas.

A Holanda – e a Europa – estão mudando !!

Pois Marília, na raça, continente ou religião que for, nunca deixa de ser extremamente feminina em sua aparência.

É possível uma Mulher ser muçulmana praticante, e ainda assim vaidosa.

Seu turbante florido materializa um estado de espírito, o ‘encontro de dois mundos’, o islâmico e o feminino, do qual essa Marília é a síntese.

“Deus proverá”

Servir & Proteger

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 8 de junho de 2017

Maurílio bombeiro.

Ao lado em ação.

Lutando pra extinguir as chamas que eclodiram num prédio em alguma parte da cidade.

E a direita um retrato 3×4. 

Missão cumprida, o incêndio está debelado.

Vidas e patrimônio foram preservados, graças a ação desses que realmente se dedicam a ‘Servir & Proteger’ a sociedade.

Aí, numa hora de descontração, foi registrada essa cena dele sorrindo, pra consagrar pela Eternidade.

“na pequena água”: um momento místico de união com deus mãe e pai

Apagado o fogo, podemos serenar a mente dessa preocupação.

E assim podemos nos focar numa Energia um pouco mais Feminina.

Marília está numa chácara, numa pequena fazenda.

E ali ela foi ao campo colher flores.

Com raiz e tudo, pois depois ela vai enxertar os ramos no jardim que há na soleira de sua casa.

Ao passar sobre o riacho, ela se lembrou que um pouco rio abaixo há uma pequena cachoeira.

Aí Marília não teve dúvidas: deixou suas roupas e o cesto de flores na margem, e entrou se banhar nela.

O dia está frio, tanto que o vestido e blusa são longos, cobrindo toda a extensão de suas pernas e braços.

E a água está gelada, claro, pois é um riacho de serra, cheio de pedras.

Mas não importa. Esse momento pra Marília é Místico, quase uma Auto-Iniciação se quiser ver assim.

De maneira que esse estado de Espírito transcende qualquer sensação material.

Uma vez que Deus não é somente ‘o Pai’, mas Pai e Mãe de todos os seres humanos, em verdade de tudo que há no Universo.

E a Água – assim como as Flores – representam a porção Feminina da Fonte Maior.

Assim nada mais natural que ao banhar nessas águas geladas Marília se Sinta Uma com o Criador, e com todo o Cosmos em suas Infinitas dimensões.

É como se a Filha retornasse a Casa Materno/Paterna após longa peregrinação.

Um Samadhi no Pequeno Rio.

Experiência que seu Grande Amor Maurílio também já vivenciou.

Namastê.

Hare Rama, Hare Sita.

Louvado é Deus Pai e Mãe.

“Amiga, vamos a toalete?”

Amplie pra ler o diálogo delas.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Levantado pra rede em 29 de maio de 2017, com 2 desenhos inéditos e outro publicado (em emeio) em 26 de dezembro de 2013.

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres.

Começamos pelo inédito, produzido em maio de 2017.

Hoje vamos retratar mais uma das características tipicamente femininas: a de ir ao banheiro em duplas.

Marília (de blusa preta e com o cabelo preso em coque) saiu com vários amigos, foram tomar umas cervejas.

No bar um rapaz gostou dela, e ficava olhando-a, esperando uma oportunidade pra conversarem. Marília percebeu, e gostou dele também. Mas como ela é muito tímida, não sabia o que fazer.

“Aaaaaiiii, amigaaaaahhh … Tou um pimentão de tanta vergonha!!!”, diz Marília.

Já foi bem pior, na adolescência ela era totalmente sem jeito pra se arrumar, quando recebeu uma ajuda de uma colega.

Agora pelo menos se produzir ela sabe. Mas nesse momento ficou com vergonha, não tinha ideia como agir.

E como ela não dava uma abertura, o rapaz também não iria chegar a mesa falar com ela no meio de uma roda.

Pois se for pra levar um fora tem que ser só a dois, e não em público obviamente.  Aí ficava esse impasse, ele olhando pra ela, Marília corava e tentava desviar o olhar. Resumindo, ambos viram que a atração era mútua mas a situação não saía do lugar.

Esse é o desenho de dezembro de 2013: Marília e sua amiga se arrumando pra sair. “Invejadas pelas Mulheres, Desejadas pelos Homens, lá vamos nós”, elas se divertem. Meio pretensioso, não? Bem, ‘garotas serão garotas’, como dizem.

A melhor amiga dela, percebendo o que estava rolando, chamou Marília pra irem juntas “retocar a maquiagem”. Propositadamente ela escolheu que ambas passassem perto do balcão, pra medirem a reação dele.

Assim, enquanto realçavam feminilidade frente ao espelho foi a hora da amiga confrontar Marília. “Mari, por acaso você não tá vendo que aquele gatinho tá vidrado em ti?”

Marília, como dito uma moça tímida, ficou rubra tal qual um tomate, e sentiu um calor por todo corpo como se estivesse num forno: “Ai amiga, eu tou achando que sim, mas … e se for só impressão???”

“Larga de ser boba, guria. Não notou que ele quase caiu da cadeira quando você passou perto dele???”, respondeu sua amiga, que a seguir arrematou:

“Faz o seguinte: eu volto pra mesa, e você vai pro balcão e pede uma cerveja. Joga um charme, solta teus cabelos, garanto que antes de você lembrar o número do teu RG ele já puxa a cadeira e senta do teu lado. Querida, nessa dúvida é que não dá pra ficar, teu coraçãozinho tá quase saindo pela boca de tanta emoção.

Na pior das hipóteses, se ele não for falar contigo você leva a cerveja pra mesa e pelo menos desencana, curte o resto da noite sem ter um enfarte. Mas eu garanto pra ti que ele vai “.

E assim realmente se deu. A intuição feminina delas não furou. Logo Marília teve que retocar de novo o batom, porque esse borrou todo, se você entende o que eu digo…

cunhadinhas

Acima outro retrato inédito, portanto também de maio de 17.  Desenhei uma vez Marília com sua prima, na postagem que por isso se chamou “Priminhas”. Dessa vez vemos ela com outra Mulher de sua família. A esposa de seu irmão, portanto a sua cunhada.

Agora Marília já é casada. Mas seguimos na mesma frequência, ela sendo aconselhada e ajudada por uma outra Mulher mais experiente no traquejo com o Mundo Masculino.

A cunhada (de cabelo bi-color [rosa e violeta] e unhas idem, negras e brancas) e o sobrinho. Usando um maiô do Mickey que ela adora. (Já Marília tem uma blusa da Minnie).

Pois Marília está passando por uma crise em seu casamento. Pra espairecer um pouco e decidir o que fazer, ela pediu uma licença em seu trabalho e foi visitar seu irmão.

Marília mora no Sul da Alemanha, quase nos Alpes que fazem fronteira com a Áustria. É inverno na Europa, ela pegou o trem sob neve.

O irmão dela mora com a esposa e 3 filhos em Rostock, no Norte do mesmo país, onde o frio não é tão rigoroso.

Na verdade faz um veranico no Báltico, assim se o mar não esquentou a ponto de se banhar nele, ao menos dá pra molhar os pezinhos.

Ao contrário de Marília, seu irmão e a esposa estão vivendo muito bem. Eles se gostam, se respeitam, estão em harmonia.

A esposa é dona-de-casa. Como o marido está bem-empregado, ela decidiu ficar no lar curtindo e cuidando das 3 crianças que ainda são pequenas.

Marília admira a felicidade de sua cunhada, pois ela não está se sentindo numa fase tão colorida assim.

Assim nos 10 dias que passou lá, essa foi a rotina de Marília: de manhã as Mulheres ficavam em casa, faziam o almoço, essas coisas.

De tarde elas andavam pela cidade, várias vezes foram a praia. Aproveitaram o tempo juntas e falaram sobre “as coisas de Mulher”. Marília casara jovem, com o primeiro namorado, e por isso não tinha muita experiência com os Homens.

Rolou uma empatia feminina muito forte, sua cunhada era mais descolada e vivida. Não devemos julgar pela sua aparência escandalosa. Os cabelos são de menina, mas a Alma é de Mulher. E ela se compadeceu do sofrimento da outra. Gostou de Marília como se ela quem fosse sua irmã, e não irmã do marido.

Assim a cunhada falou sobre sua vida, coisas que nunca havia contado antes. Que hoje ela era feliz com o marido, mas que também já tinha tido crises no relacionamento.

Além disso, que antes dele já tinha tido namorados que ela insistia e coisa não andava, aí foi melhor romper. Saber de tudo isso animou Marília, ela viu que era possível ser feliz depois de um momento infeliz numa relação, quer ficassem juntos, quer não.

Panorâmica da orla de Rostock, Alemanha. Ao fundo a praia onde as cunhadas passaram bons momentos com as crianças (imagem via ‘Google’ Mapas).

Ao anoitecer o marido, irmão de Marília, chegava e todos jantavam juntos, no fim-de-semana ele a levou pra conhecer cidades próximas que ela nunca tinha ido.

Sua cunhada está de bem com a vida, bem-casada e bem-amada. Como ela ainda é jovem e não trabalha fora, pôde se dar ao luxo de pintar seu cabelo de rosa, com as pontas em violeta.

Marília está na vibração oposta, se sentindo mal-casada e mal-amada. Daí ela até aparou os cabelos, mal cobrem seu pescoço, pra simbolizar a poda de uma árvore que depois irá renascer.

………..

A Beira-Rio’ de Rostock, tão charmosa quanto a Beira-Mar. Foto puxada da rede, eu nunca fui a Europa.

Foram bons esses dias na praia. Ela descansou e refletiu bastante. Marília gostaria de ter um casamento como o de seu irmão:

Em que Homem e Mulher formam um conjunto Harmonioso. Mas ela sente que as coisas estão indo no rumo oposto.

Assim Marília resolveu que ao voltar pra casa vai conversar seriamente com seu marido. Caso ele esteja disposto ambos farão um esforço mútuo pra compreenderem um ao outro, e se entenderem,

Se der certo, prosseguirão juntos. Mas  do contrário cada um tomará seu próprio rumo.

Uma hora as lágrimas dela secam e ela, como a cobra que troca de pele, estará pronta pra recomeçar renovada. Uma coisa Marília já resolveu:

Em outra escala, as meninas se aprontando em casa pra irem ‘aprontar’ na rua.

Quando ela voltar a visitar seu irmão, cunhada e sobrinhos no verão (e aí puder se banhar no Oceano, como ela adora) ela não estará mais num casamento infeliz. Ou a relação estará sendo boa pra ambos, ou ela será de novo uma Mulher solteira. Vamos ver no que vai dar.

…….

Beijos em teu Coração de Mulher.

“Deus proverá”

Solo Sagrado

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 11 de maio de 2017

Maurílio na Cidade do Cabo, África do Sul. É notório que a Montanha-Mesa ali localizada é um chacra da Mãe-Terra.

Os Estudantes Sabem o que isso significa: um Portal de Energias, um encontro entre dimensões. Bem, é exatamente isso que é essa cidade. No Cabo da Boa Esperança que a nomeia é onde os Oceanos Atlântico e Índico se unem.

Portanto ali é o “Encontro das Águas”, e também o Encontro entre o Leste e o Oeste do Planeta.

Diante dessa Vibração tão Forte, Maurílio se ajoelhou e beijou o Solo Sagrado da Terra-Mãe-África. Mama-África, é claro.

Sim, há na orla da Cidade do Cabo aquele óculos gigante, que vemos a esquerda no desenho e na foto acima.

a flor do amor

Continuamos no ‘Solo Sagrado’, falando do Amor a terra e a Terra.

Marília se casou jovem, ainda adolescente. E então foi morar numa casa simples da periferia.

Ela foi feliz nesse lugar, ao lado do seu marido e dos filhos que nasceram e cresceram ali.

Mas depois eles se mudaram de cidade, e Marília ficou muitos anos sem voltar ao bairro em que residiu. 

Um dia, numa visita a sua cidade-natal, ela já com 40 e poucos anos passou em frente a mesma casa que ela viveu.

E onde passou tão bons momentos do início de sua vida adulta.

Estava vaga, sem ninguém morando. Aí Marília teve uma ideia:

Foi a uma floricultura e comprou um broto de rosas.

A seguir ela plantou as rosas na frente da casa. Pra simbolizar que ali sua Energia Feminina se Abriu.

Consagrando o local onde o Amor entre uma Mulher e um Homem teve sua Florada.

a diva de durbã

De volta a África do Sul. E da Terra pra Água.

Uma Marília Indiana, no Oceano Indiano (ou ‘Índico’). A “Diva de Durbã”.

Durbã é a maior cidade indiana fora da Índia. A colônia é enorme, fotografei até um templo hindu, breve jogo no ar.

E Durbã é no Oceano que nos chamamos de Índico, mas no inglês – que é a língua falada lá – se chama Oceano Indiano.

Tem mais: em Durbã é comum as pessoas entrarem no mar de roupas (situação que já presenciei em Acapulco-México, nesses 2 casos no exterior em larga escala. Também fotografei isso no Paraná). Por isso Marília de vestido florido, biquíni preto por baixo. De qualquer raça e até embaixo d’água Marília nunca perde o charme:

De roupa no mar. Mas com as unhas e bijuteria impecáveis. Sempre, né?

As unhas são invertidas, uma clara outra escura, e invertendo as mãos também, na direita o dedão é claro, na esquerda escuro.

(Nota: existe na internet uma menina que se denomina ‘a Diva de Durbã’. Meu desenho não se relaciona com o trabalho dela, exceto que eu confesso que me inspirei pelo nome.)

Solo Sagrado, Oceano Sagrado. Muito Respeito e Amor pela Mãe-África, e pela Mãe-Índia.

Nos mares do Cabo e Durbã, definitivamente Tudo se Alinha, Tudo se Encontra.

Hare Rama, Hare Sita = Louvado é Deus Pai e Mãe.

Tundra Nevada

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 27 de abril de 2017

Maurílio e Marília nas estepes da Sibéria, Rússia.

Sob uma nevasca muito forte, como notam.

Natural, eles estão no Polo Norte da Terra, bem acima do Círculo Polar Ártico.

………

Maurílio é acostumado a enfrentar temperaturas muito frias:

No Canadá ele fez até um boneco de neve.

Porém ali ele estava perto do Círculo Polar, mas ainda abaixo dele.

Em Labrador, no Canadá, está caindo neve. Mas bem pouquinho.

Em outra oportunidade ele foi esquiar de férias nos Alpes, na Áustria.

Dessa vez sequer está nevando, o céu está limpo.

Nevou a noite, e está bem frio. Mas de dia não.

…….

Na Ucrânia (que por décadas junto com a Rússia e e diversas outras nações eram parte do mesmo país, a URSS) fora onde ele havia visto a camada de neve mais grossa, cobriu até o carro.

Abra a postagem pra ver, ele conversando na língua nativa – no alfabeto cirílico!, oriental – com o dono da casa.

E Maurílio já havia ido a Rússia antes.

Bem, a imagem em frente as cúpulas multi-coloridas do Kremlin é auto-explicativa.

Aqui está bem frio, ele também está de touca, mas no momento o céu está limpo. Não vemos o chão, pra saber se há neve acumulada.

Falei tudo isso pra ressaltar o que vocês já perceberam: dessa vez na Sibéria é a nevasca mais forte de todas.

Está nevando durante o dia, com Sol. E não apenas a noite.

Pois se Labrador-Canadá é perto do Polo Norte, as estepes da tundra siberiana estão no Polo Norte. Não estão ‘próximas a ele’, mas são exatamente o próprio.

É a 1ª vez que desenho Marília na neve. Ela mora na capital mais fria do Brasil, Curitiba óbvio. Onde é absolutamente normal temperaturas próximas de 0º, mas neve é raríssimo, só 3 vezes em um século. A última em 2013 mas só no Extremo Sul da cidade com intensidade , no resto da metrópole quase nada ou mesmo nada (no interior foi diferente, nevou bem forte). Assim, vou nas laterais Marília toda encasacada no inverno curitibano. Os desenhos são de outras postagens, clique nas ligações em vermelho pra ver os originais onde ela aparece de corpo inteiro.

Mas Marília e Maurílio estão acostumados com o clima, que outros considerariam ‘hostil’.

Pra eles não, é harmônico e natural. Pois eles são esquimós. Daí a pele vermelha e os olhos puxados do casal a direita acima.

Eles não estão a turismo no Extremo Norte da Sibéria, não estão se encantando com a paisagem exótica, pois pra eles não é nada exótica, é sua terra-natal.

Nas regiões polares a agricultura não é possível, pelo frio intenso.

Resultando que obviamente os esquimós são caçadores, pois sua comida e vestuário são obtidos assim, daí a lança na mão de Maurílio.

Entretanto, leve em conta que os Esquimós Peles-Vermelhas vivem em Plena Harmonia com a Natureza, pois se veem como parte dela, Sendo Um com a Mãe-Terra.

Só matam o que for estritamente necessário pra não morrerem de fome e frio, exatamente como fazem os animais.

Oras, é conhecida a relação de Amor e Harmonia entre os Peles-Vermelhas e o bisão, que lhes serve de comida e abrigo contra o frio.

Exatamente por isso pra exterminar os índios os colonizadores europeus na América do Norte exterminaram primeiro o bisão.

No Ártico, a Palavra Vale. Olho-no-olho, não precisa contrato escrito. E a Harmonia entre tudo e todos é a Lei.

A maioria dos Homens e Mulheres das regiões temperadas e tropicais, bem ao contrário, tem na trapaça e ganância seu modo de vida.

Vivem a enganar – e sempre que possível explorar e mesmo matar desnecessariamente [veja a guerra das torcidas de futebol] – seus semelhantes.

E veem a Natureza como algo a ser domado e subjugado.

Tristes tempos, triste civilização. Mas . . . não precisa ser dessa forma grotesca.

Do Extremo geográfico da Terra vem a lição que nós podemos ser menos extremados na nossa visão.

E viver em Harmonia com todos os Irmãos e Irmãs, com a Natureza e com o Cosmos.

Que os Anjos digam Amém. No Ártico, é assim desde Sempre.

………

Mensagem produzida no Brasil mas levantada pra rede a partir da Cidade do Cabo, África do Sul.

“Deus proverá”