Solo Sagrado

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 11 de maio de 2017

Maurílio na Cidade do Cabo, África do Sul. É notório que a Montanha-Mesa ali localizada é um chacra da Mãe-Terra.

Os Estudantes Sabem o que isso significa: um Portal de Energias, um encontro entre dimensões. Bem, é exatamente isso que é essa cidade. No Cabo da Boa Esperança que a nomeia é onde os Oceanos Atlântico e Índico se unem.

Portanto ali é o “Encontro das Águas”, e também o Encontro entre o Leste e o Oeste do Planeta.

Diante dessa Vibração tão Forte, Maurílio se ajoelhou e beijou o Solo Sagrado da Terra-Mãe-África. Mama-África, é claro.

Sim, há na orla da Cidade do Cabo aquele óculos gigante, que vemos a esquerda no desenho e na foto acima.

a flor do amor

Continuamos no ‘Solo Sagrado’, falando do Amor a terra e a Terra.

Marília se casou jovem, ainda adolescente. E então foi morar numa casa simples da periferia.

Ela foi feliz nesse lugar, ao lado do seu marido e dos filhos que nasceram e cresceram ali.

Mas depois eles se mudaram de cidade, e Marília ficou muitos anos sem voltar ao bairro em que residiu. 

Um dia, numa visita a sua cidade-natal, ela já com 40 e poucos anos passou em frente a mesma casa que ela viveu.

E onde passou tão bons momentos do início de sua vida adulta.

Estava vaga, sem ninguém morando. Aí Marília teve uma ideia:

Foi a uma floricultura e comprou um broto de rosas.

A seguir ela plantou as rosas na frente da casa. Pra simbolizar que ali sua Energia Feminina se Abriu.

Consagrando o local onde o Amor entre uma Mulher e um Homem teve sua Florada.

a diva de durbã

De volta a África do Sul. E da Terra pra Água.

Uma Marília Indiana, no Oceano Indiano (ou ‘Índico’). A “Diva de Durbã”.

Durbã é a maior cidade indiana fora da Índia. A colônia é enorme, fotografei até um templo hindu, breve jogo no ar.

E Durbã é no Oceano que nos chamamos de Índico, mas no inglês – que é a língua falada lá – se chama Oceano Indiano.

Tem mais: em Durbã é comum as pessoas entrarem no mar de roupas (situação que já presenciei em Acapulco-México). Por isso Marília de vestido florido, biquíni preto por baixo. De qualquer raça e até embaixo d’água Marília nunca perde o charme:

De roupa no mar. Mas com as unhas e bijuteria impecáveis. Sempre, né?

As unhas são invertidas, uma clara outra escura, e invertendo as mãos também, na direita o dedão é claro, na esquerda escuro.

(Nota: existe na internet uma menina que se denomina ‘a Diva de Durbã’. Meu desenho não se relaciona com o trabalho dela, exceto que eu confesso que me inspirei pelo nome.)

Solo Sagrado, Oceano Sagrado. Muito Respeito e Amor pela Mãe-África, e pela Mãe-Índia.

Nos mares do Cabo e Durbã, definitivamente Tudo se Alinha, Tudo se Encontra.

Hare Rama, Hare Sita = Louvado é Deus Pai e Mãe.

a Princesa e as Flores

”princesa”‘ marília: castelo, carruagem – e flores – na praia mais aristocrática do chile

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 14 de abril de 2017

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres.

Marília foi ao Chile, e também a Joinville-SC (acima da manchete, fechamos a matéria com essa parte).

Portanto comecemos pelo outro país, que ela conheceu junto com seu Amado marido Maurílio.

Visitaram a Grande Valparaíso, o que inclui o famoso balneário de Vinha do Mar.

(Nota: eu traduzo tudo pro português, vocês sabem. ‘Vinha’ é fazenda de vinho, e não conjugação do verbo vir.)

Linguística a parte, Vinha é a praia mais aristocrática do Chile.

Dá uma olhada a direita o prédio que eu flagrei na beira-mar, tem seu lago particular.

“Vinha, a Cidade Bela”.

É ali que a elite da capital passa as férias, onde a ‘juventude dourada’ vai pra ver e ser vista no verão.

Enquanto ele foi dar uma volta em outras partes da cidade, ela foi conhecer essa orla que é toda cheia de flores.

De carruagem. E há um realmente castelo ornando uma pequena península.

Aí com tudo compondo esse ambiente de sonhos, Marília não pôde resistir em se sentir uma verdadeira princesa. E quem resistiria?

……..

Sobre a carruagem não é preciso explicar, várias cidades turísticas contam com elas.

Princesa Marília.

Já as vi pessoalmente além de Vinha em Nova Iorque-EUA no Parque Central, e andei numa delas em Acapulco-México.

E, sim, Vinha do Mar tem um castelo de verdade, que eu fotografei acima e desenhei a direita.

Foi inaugurado perto da virada do século 19 pro 20, por um imigrante alemão muito rico, que queria relembrar desse lado do Oceano um pouco de sua Europa natal.

Ele precisou de um alvará especial, pois no Chile como no Brasil é proibido construir diretamente na praia. Foi concedida, ele fez sua obra, e ali residiu até desencarnar.

Até os postes são floridos em Vinha do Mar. Em Bombinhas-SC, Brasil, também.

Sua viúva continuou na mansão-castelo, mas modificou-a, entre várias mudanças demoliu 2 de suas 3 torres originais, restou 1 de lembrança.

Após o desencarne dela também, o castelo alternou períodos vago com os que funcionou como museu.

E desde o começo de século 21 abriga órgãos da secretaria de turismo da prefeitura de Vinha do Mar.

………

A partir dessa imagem, já estamos vendo Joinville-SC (óbvio, pelo Portal), onde eu também desenhei Marília, abaixo.

Enfim, agora já que já está explicado o castelo e carruagem, falemos da “princesa”.

Marília já havia tido essa sensação antes, quando foi a Los Angeles-EUA.

E, nas colinas de ‘Hollywood’, ela não teve como não se sentir uma das estrelas do cinema (a diferença é que aí o conto de fadas era contemporâneo, e não ‘uma volta no tempo‘).

Mas não pense que ela é uma menina bobinha, que vive num mundo de sonhos sem conhecer a realidade.

A ‘Rua das Palmeiras‘ no Centro de Joinville, sempre com muitas flores.

Exatamente ao contrário. Antes de ir a pra ‘Hollywood’, Marília foi no Centrão de Los Angeles, na Cracolândia, na ‘boca-do-lixo’ da cidade.

Que é uma das maiores concentrações de sem-tetos e viciados do mundo. Um ‘vale dos leprosos’ bíblico em pleno século 21.

Então Marília viu perfeitamente as injustiças do sistema, fez esse ‘dever de casa’, tem sua mente analítica bem crítica e desenvolvida. Precisamente por isso a postagem se chamou ‘o Luxo & o Lixo’.

Agora, o desenvolvimento da Razão não precisa matar a Emoção.

Tendo bem claro como as coisas são, não custa também a gente sonhar, de vez em quando se deixar levar pelo que elas poderiam ser.

Bem-Vindo a Cidade das Flores”, já é anunciado na entrada da cidade.

Assim foi em ‘Hollywood’, e assim foi no Chile. Marília estava ali, andando de carruagem, apenas apreciando a paisagem enquanto o cocheiro a conduz. E há bastante pra apreciar:

O castelo ao fundo. Vendo flores até quando você olha pra cima, no alto dos postes. Aquela praia em que as moradias têm seus lagos particulares.

Tudo foi compondo o cenário. Quem não gostaria de ser uma princesa, por alguns minutos que seja?

Depois de todo esse encanto, o dia continuou mágico: Marília encontrou de novo seu “príncipe”, pôs um biquíni – com a bandeira do Brasil – prendeu o cabelo em maria-chiquinha e foram ambos comer churros, nessa exata mesma praia que ela passou em frente de carruagem.

 a cidade das flores: joinville, santa catarina

Voltamos a Pátria Amada, e logo nessa parte tão bonita. Uma Marília joinvillense. Alguns se espantariam por eu ter retratado ela negra.

O nome comercial é fictício. Se houver uma loja chamada assim em Joinville ou qualquer outra cidade é somente uma coincidência, não estou fazendo propaganda.

Oras, embora a maioria dos moradores dessa cidade sejam de pele clara, uma minoria bastante significativa tem outro fenótipo. Muito mais do que você imagina vendo somente o estereótipo. 

O tempo passa. Após a primeira onda de colonização – de fato essa sim germânica – vieram outras, que mudaram a composição da população.

Uma porção elevada de Joinville é imigrante do interior do Paraná. Sendo que os antepassados desses norte-paranaenses vieram majoritariamente do Sudeste, especialmente São Paulo e Minas Gerais.

Por isso a Marília joinvillense cor-de-ébano. Pé-Vermelha de nascimento, e barriga-verde de coração.

………

Namorando um vestido na vitrine – que é adornada por muitas flores, mantendo a tradição alemã. Ela a-ado-ra comprar roupas, especialmente vestidos. Na medida certa, evidente. Ela nem carrega cartão de crédito, só de débito ou dinheiro vivo, assim não contrai dívidas, só leva o que pode pagar.

“Vou ficar lindinha de rosa!!!”

Como eu disse acima, Marília é bastante perspicaz. Ela não é uma garota estúpida, porque ela não é estúpida.

Mas . . . é uma garota. E portanto (sem exageros, claro) ela ama esse ritual de escolher, experimentar, e depois usar um vestido que lhe chama a atenção.

O desenvolvimento da Mente não precisa negar a Emoção, repito. A Mulher pode ser independente, segura de si. E ainda apreciar expressar a Energia Feminina, você não concorda?

……….

Beijos em teu Coração de Mulher.

“Deus Mãe e Pai proverá”

Terra Amada & Querida: Joinville, Santa Catarina

Terra dos Ônibus Amarelos e da (finada) Busscar.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 13 de março de 2017

Fui mais uma vez a Joinville, Santa Catarina (segundo alguns ainda pertence ao Paraná, abordo essa questão mais abaixo).

E dessa vez levei a câmera, pra produzir esse ensaio fotográfico. Bastante incompleto, é verdade.

A Joinville germânica.

Bem fotografado, com calma e de dia, pude me focar somente no Portal e o Centro e imediações.

Já no apagar das luzes (literalmente!) chegamos ao mar, no Espinheiros (sim, Joinville tem mar. Muitos não sabem disso. Também volto ao tema).

E entre o Centro e o pequeno porto marítimo cliquei rapidamente alguns relances de uma vila de periferia, entre as Zonas Leste e Norte.

Cidade da Dança, Cidade das Flores (já desenhei uma Marília joinvillense, numa loja florida, seguindo a tradição alemã).

Melhor que nada. Um outro dia que eu retornar ampliamos a postagem. Aqui já serve como boa introdução.

Acabando de virar a marca do meio milhão de habitantes, Joinville é o município mais populoso de SC.

Mas não é a ‘maior cidade do estado’, como muitos erroneamente afirmam.

E é fácil entender o porque: cidade e município são conceitos diferentes. Podem coincidir, mas não necessariamente.

A famosa ‘Rua das Palmeiras’.

‘Cidade’ é a urbe, uma mancha urbana contígua, independente de divisões políticas.

Quando vários subúrbios metropolitanos conurbam com um núcleo, uma cidade passa a ser multi-municipal.

Assim fica fácil entender. É fato que no município de Joinville mora mais gente que no município de Florianópolis.

Ainda assim, a cidade que é a Grande Florianópolis abriga muito mais pessoas que a Grande Joinville, portanto a capital e seu entorno são a maior cidade de SC.

E a Beira-Rio no Centrão.

Seja como for, Joinville é o epicentro industrial de Santa Catarina, e por isso disparado o maior PIB do estado – simplesmente o dobro de Florianópolis!

E é a maior cidade do interior catarinense.

…………

Vamos descrevendo as imagens, aí a gente vai falando um pouco mais de Jvlle.

Sua origem é alemã, como é de domínio público. Isso fica evidente na arquitetura da cidade.

Mas há um outro detalhes numa dessas imagens em que aparecem os prédios típicos teutônicos:

Nas placas, abaixo da denominação atual da rua, estão grafados os nomes antigos que ela já teve ao redor de sua história.

É uma característica de S. Catarina. Já fotografei o mesmo em Florianópolis.

Na capital, de colonização açoriana, mesmo os nomes que já caíram em desuso são no idioma português.

Em boa parte do interior, antigamente as ruas e avenidas antes eram ‘weg’, ‘strasse’, etc. É o caso aqui:

Amplie a foto acima e verá:

Na atual esquina das ruas do Príncipe e XV de Novembro antigamente se encontravam a ‘Ziegeleistrasse’ e ‘Mittelweg’, respectivamente.

Alias ela mostra bem o comecinho da XV de Novembro, no Centrão.

A direita vemos o cruzamento dessa mesma via com a BR-101, já do outro lado do Portal.

Na foto a seguir, a placa é exatamente a mesma. Eu apenas girei a câmera pra direita.

E aí aparece o Moinho que há na entrada principal da cidade, visto agora melhor enquadrado.

Nele funciona uma chopperia, se não me engano

Ao lado do portal há um totem, onde está escrito “Bem-Vindo” em português e alemão. 

Mais abaixo na página há uma foto em que ele aparece claramente.

Aqui nos centremos no que há atrás dele:

Outra placa bi-língue, a que comemora a amizade entre Joinville e a cidade de Langenhagen, Alemanha.

Foi firmada entre os prefeitos, no ano de 1980.

Certamente em Langenhagen há outra equivalente, apenas na ordem invertida dos idiomas.

………..

Como é sabido, no Norte do continente europeu (Alemanha e imediações, como a Holanda) é muito forte o costume de andar de magrela.

Assim essa é outra herança germânica: Joinville é também a ‘Cidade do Pedal’.

Várias avenidas têm ciclovias (fotografei uma delas), e uma das atrações é o ‘Museu da Bicicleta’.

Por falar em museus, em imigrantes e em tempos idos:

Numa das pontas da ‘Rua das Palmeiras’ está o Museu da Imigração.

E bem no meio desse calçadão há uma série de totens em preto-&-branco contando a história do lugar.

Fotografei uma das placas, aquela que registra a passagem do Zepelim.

JOINVILLE-PR, OPS, DIGO SC –

Assim como, Energeticamente falando, Curitiba é a transição entre o Sul e o Sudeste, Joinville é a transição do Paraná e Santa Catarina.

Posto de outro modo: em muitos aspectos culturais Joinville é uma cidade paranaense.

Joinville é muito perto da capital do Paraná, apenas 130 km cobertos por pista dupla, então é muito influenciada por Curitiba.

Joinville é quase uma ‘filha espiritual’ de Curitiba.

Pra um curitibano, andar no Centro de Joinville é como estar em casa, tamanha a quantia de empresas curitibanas que têm filial lá.

Se uma imagem vale por mil palavras, observe a esquerda: o primeiro centro comercial (“shopping”) de Curitiba é também o primeiro de Joinville. Um exemplo entre muitos.

Na tomada acima outra avenida com ciclovia.

Mas nessa e na ao lado, quero chamar a atenção pra outro detalhe que Joinville herdou de Curitiba:

A pichação de muros – e agora também dos telhados.

O alfabeto, a nomenclatura dos grupos, o material, o ‘modus operandi’, toda a parafernália resumindo que é aplicada lá são xerox exato do que se faz por aqui.

Sendo que a ‘escola’ curitibana nesse quesito já havia sido ela mesma importada de São Paulo.

Alias devo dizer que a ‘arte’ de rabiscar essas insígnias inelegíveis ao leigo subiu muitíssimo de patamar – não é modo de falar – recentemente.

Quero dizer com isso o seguinte: até a última vez que eu havia ido a Jvlle (2013, 4 anos antes) já havia pichação ao nível do solo.

Porém ainda não era comum escalarem os prédios pra ‘assinarem’ os telhados. Agora se alastrou essa técnica.

ESPINHEIROS, ZONA LESTE – A “PRAIA” DE JOINVILLE –

Viram que tempestade se armou quando nós íamos pra periferia? Joinville tem problemas seríssimos com alagamentos, já eu falo mais disso.

Por hora, falemos do que vimos no subúrbio.

Subúrbio da Z/L da cidade, bairro Espinheiros. Onde o Mar e Joinville se encontram.

Muitos desconhecem esse fato, nem imaginam que Jvlle também é beijada pelo Oceano Atlântico.

Próximas 2: Avenida JK, na Zona Central.

Mas é. Nós nos perdemos numa esquina que não tinha sinalização pra quem é de fora, e fomos parar no Iririú.

Por isso cheguei no último momento possível de iluminação pra registrar o encontro entre Mar e Terra.

5 minutos a mais, e essas imagens não teriam saído. Deus Pai/Mãe permitiu e deu certo, ainda que no limite.

Pus “praia” entre aspas porque Joinville tem mar sim, mas praia não. Pois não há faixas de areia.

Como também acontece em Paranaguá e Antonina, no Paraná, Santo Domingo no Caribe, e diversas outras metrópoles ao redor do globo.

……….

De volta a Joinville. Hoje a cidade tem mar, mas um dia não teve.

Ainda na próximo ao Centro, fotografei um jardim decorado com estátuas (em Ponta Grossa-PR também).

Explico: o bairro de Espinheiros, que é uma ilha e o único que tem litoral, antes não pertencia a Joinville, mas ao vizinho município de São Francisco do Sul. 

Alias isso nos leva a uma característica única de Joinville: 

O município vai aumentando de tamanho, pois absorveu dois bairros que pertenciam a seus vizinhos a leste.

Espinheiros foi incorporado de São Chico, como acabo de dizer.

Próximas 3: periferia da cidade, ruas de terra, casas de madeira.

E partes do bairro da Itinga se desmembraram de Araquari e foram anexadas ao município de Joinville.

Curioso isso, não? Geralmente no Brasil acontece o contrário, os municípios perderem área com emancipações.

Itaperuçu se separou de Rio Branco do Sul, e Pinhais de Piraquara, pra citar dois exemplos da Grande Curitiba.

Em Joinville o caso foi distinto. Não houve emancipação, e sim transferência.

Ou seja, nenhum município novo foi criado, e sim bairros de municípios já existentes se mudaram pra jurisdição de outro município também já instalado há tempos.

…….

Estamos vendo cenas do subúrbio proletário.

Esse é o perfil médio dos bairros mais humildes da cidade.

Muitas casas de madeira pois é Sul do Brasil. E ainda há muitas ruas de terra, já falo mais disso.

Joinville tem pouquíssimas favelas. Apenas umas 5, e bem pequenas.

Ao lado (na única foto que não tirei pessoalmente, essa foi via ‘Google’ Mapas) uma delas.

Próximas 6: classe média na Zona Central. No texto seguimos falando do subúrbio.

Pra meio milhão de habitantes, não está mal.

A proporção de miseráveis por habitante é mais ou menos a mesma de Santiago do Chile.

E essa é ao lado de Montevidéu-Uruguai a capital latino-americana com menos desigualdade social.

De volta a Joinville, há um mito que a cidade não tem favelas. é mentira.

Existem sim algumas pequenas invasões miseráveis na cidade. São poucas, pequenas e bem afastadas. Mas existem.

Se concentram nos bairros Ulisses Guimarães Paranaguamirim, na divisa entre as Zonas Leste e Sul.

…….

Então está dito. Sim, Joinville tem mar, e tem algumas poucas favelas.

Ainda assim, indiscutivelmente são raras. Até as encostas dos morros de Joinville não são favelizadas.

Não pense que esse é o padrão de toda Santa Catarina, amigo.

Porque em Blumenau, na Grande Balneário Camboriú/Itajaí e na capital Florianópolis a situação é diametralmente distinta.

………

Comparando Joinville e Curitiba: a capital do Paraná tem muito mais miséria. 

Nas próximas 2, imediações da Avenida Beira-Rio. Aqui a prefeitura (também cliquei as de Curitiba e Assunção-Paraguai). A esquerda mais palmeiras, essas são na Beira-Rio como dito, e não na ‘Rua das Palmeiras’ que sai na JK, mostrada logo a seguir.

Incomparavelmente mais, inclusive em termos per capita.

Bem, como disse, proporcionalmente Joinville iguala Santiago e Montevidéu, as duas capitais com menos favelas da América Latina.

(Nota: Buenos Aires, ao contrário do que muitos ainda pensam, é bem diferente, e está coalhada de miseráveis.

Breve grande série com tudo isso ilustrado, uma vez que eu estou indo pra Argentina na mesma semana em que levanto essa postagem pro ar.)

Já Curitiba segue o mesmo padrão de Buenos Aires, com intensa desigualdade social.

Mesmo bem próximo ao Centro há duas grandes favelas, as Vilas Capanema e Parolin.

Ambas já urbanizadas mas a situação segue problemática em muitos quesitos.

E nas periferias da capital paranaense há mais favelas ainda, obviamente, inclusive em morros.

Próximas 2: flores na Zona Central. Essa sim mostra a ‘Rua das Palmeiras’, evidente.

Pra compensar, Joinville tem muito mais ruas ainda de terra que Curitiba.

Bem, a capital do Paraná já pavimentou quase 100% de suas vias.

Evidente, quando surge uma invasão as vias são de leito natural, ao menos no início.

Registrei recentemente algumas na Cidade Industrial e entorno, Zona Oeste.

Mas afora isso, mesmo nos bairros mais periféricos é difícil ver uma via sem pavimentação no município de Curitiba.

Elas ainda existem, mas é preciso caminhar bem no subúrbio pra encontrar.

A maior cidade do interior catarinense ainda está por dar esse passo.

……..

Já seguimos com o texto. Uma pausa pras flores da ‘Cidade das Flores’.

Indo pro Espinheiros, fotografei mais uma ‘amarelinho’ Busscar, ao fundo a tempestade que se formava (esq.). Primeiro falemos do busão. A Busscar, que era de Joinville, começou como Nielson, e até 1987 só fabricava ônibus rodoviários.

Nesse ano ela lançou o modelo Urbanus. Em 1989 veio a mudança de nome pra Busscar.

Nos anos 90 a Busscar se expandiu enormemente, abriu filiais na Colômbia. Nesse país vizinho, que visitei em 2011, a Busscar é um ícone, quase um mito.

No auge, os anos 90 e a 1ª década do novo século, 100% da frota de Joinville era Busscar (incluindo municipais e metropolitanos). Ou pelo menos 99%, houve uma vez que fui lá e haviam uns pouquíssimos Comil, e somente numa linha, a pra Vila Nova se não me engano.

Porém a coisa desandou, e a Busscar faliu no início da década de 10. Aí as viações de Joinville tiveram que comprar de fabricantes diversos.

Ainda me lembro do choque que tive em 2013 ao ir lá e ver pela primeira vez outras marcas em grande quantidade, especialmente Marcopolo, Neobus (que é Marcopolo) e Comil.

Agora, em 2017, a frota joinvillense conta com enorme presença de busos mais novos dessas 3 montadoras gaúchas citadas no parágrafo anterior.

Atualmente os ônibus de Joinville contam com uma película negra ao redor das janelas, o que não ocorria antes. Há muitos Marcopolos também, mas as fotos que fiz deles não ficaram boas.  Na foto acima um Comil, nas duas próximas veículos da Neobus.

A esquerda um municipal saindo do Terminal Central (onde recentemente foram vistos ônibus de Curitiba e Recife-PE, operando emprestados em ‘Tabela Trocada‘).

Note mais uma vez a placa de rua com o nome antigo em alemão.

É claro, ainda há muitos Busscar remanescentes de antes da quebra.  Quando escrevo esse texto (início de 2017) circulavam rumores que a Caio de São Paulo poderia comprar a Busscar. Veremos se a negociação se concretiza.

“PRIMEIRA CHUVA A ESQUERDA”: O CÉU DE JOINVILLE –

Esse ônibus mais escuros (e sem película negra ao redor dos vidros) são metropolitanos, de Joinville pra Araquari ou pra São Francisco do Sul via Araquari. São Chico é uma ilha, tem praia e porto, e é outra cidade, ou seja, embora próxima não é um subúrbio de Joinville, pois  conta com mais de 40 mil habitantes, e tem vida econômica e cultural própria. Já Araquari é bem menor, e emendada a Joinville pelo bairro da Itinga. Assim, podemos dizer que Araquari é o único subúrbio metropolitano da Grande Joinville. Em Araquari está a fábrica da BMW no Brasil, se alguém não sabe.

E quanto a chuva: Joinville tem um problema crônico de enchentes, como é sabido. Comprovamos isso na prática.

Viram a tempestade que se armava quando nos dirigíamos pro Espinheiros. Na volta choveu forte. Apenas 20 minutos, mais ou menos. Ao chegarmos ao Centro o céu já havia limpado.

Mas cobrou seu pedágio. O Centro estava bastante alagado. Fotografei, mas como o fiz a noite e num carro em movimento não deu pra aproveitar as imagens.

Entretanto quem conhece Joinville sabe que é assim mesmo. E não chegou a cair água por meia-hora, ressalto de novo.

Imagino como teria ficado a cidade com uma hora, ou pior, com duas horas de chuva forte.

Como os joinvillenses indicam como chegar a sua cidade pra quem sai de Curitiba? “Você pega a BR-101, na 1ª chuva a esquerda é Joinville”. Essa piada já resume a intensa relação que a cidade tem com as nuvens carregadas e o consequente aguaceiro que cai do céu.

Aterrissemos de novo ao nível do solo. Veja acima com quais ícones o jornal local A Notícia identifica a sessão ‘geral‘:

Em Santa Catarina os pontos de ônibus são numerados. Essa é a segunda parada da Rua João Colin. Fotografei o mesmo na capital.

Arquitetura alemã; Rua das Palmeiras; Bicicletas; Bailarinas; Flores; o Moinho; e o último desenho não consegui decodificar.

Assim é o ‘ethos’, o ‘mito formador’, assim a Alma de Joinville enxerga a si própria.

No entanto, é preciso fazer um adendo: obviamente a gênese da cidade é germânica.

Mas muitos que não foram até lá podem imaginar que até hoje a imensa maioria dos joinvillenses é loira de olhos azuis.

E se duvidar alguns ainda nem sequer se comunicam em português nas ruas. O estereótipo gruda forte na mente das pessoas. Porém nada poderia ser mais distante da realidade.

Na colagem, um pouco dos hábitos alimentares: um refrigerante local – por isso me refiro ao Norte de SC, esse aqui é feito em Blumenau; Uma lanchonete bem simples do Centrão oferece mostarda preta. Como é o mapa da mostarda no Brasil? No interior do Sul é universal, oferecem inclusive a preta como é o caso aqui. Em Curitiba e São Paulo a essa versão mais forte é mais difícil, mas a clara está sempre presente. Em Belo Horizonte-MG existe mostarda nas lanchonetes populares mas menos. Enquanto que em Brasília-DF já é improvável achar, e no Norte e Nordeste é praticamente inexistente onde servem o povão, comum só na Beira-Mar e centros de compras onde vão os turistas; – Por fim: os catarinenses adoram pôr milho e ervilha nos lanches. Vi o mesmo em em Mafra/Rio Negro, na divisa SC/PR.

O tempo passou, os descendentes de alemães se abrasileiraram, e, mais importante, novas levas de imigrantes americanizaram totalmente a cidade.

(Nota: mais uma vez lembro que por ‘americanos’ me refiro sempre ao continente América, e jamais aos EUA, cujos habitantes são os ianques ou estadunidenses.)

Como Curitiba, na segunda metade do século 20 Joinville foi fortemente povoada por imigrantes do interior do Paraná. Por exemplo:

No bairro Comasa antes de Espinheiros há um subúrbio da cidade chamado nada menos que “Vila Paranaense”, o que sintetiza a questão.

Em relação a esses paranaenses de nascimento e joinvillenses por adoção, parte dos antepassados deles já haviam vindo do Rio Grande do Sul, e desses a maioria são também descendentes de europeus.

Fechamos a parte sobre Joinville como abrimos: mostrando o Portal. Uma síntese de como a cidade se vê, homenageando a arquitetura alemã, as dançarinas da balé e as flores.

Porém boa parte veio do Sudeste, especialmente São Paulo e Minas Gerais, que já têm uma composição racial diferente. Tudo somado:

É claro que a maioria dos Homens e Mulheres de Joinville são brancos, não a maioria loiros mas de tez mais alva sim.

Entretanto, há minoria significativa de negros e mestiços.

Se alguém crê que Joinville lembra os Alpes da Áustria na sua composição racial, nada pode ser mais fora da realidade, repito.

Énessa tomada que aparecem as boas-vindas de forma bilíngue, que citei acima.

Breve farei um desenho ilustrando essa situação.

Portanto, tanto na classe média quanto na periferia, Joinville é ligada ao Paraná,

Óbvio que ela também é fortemente conectada a Santa Catarina em muitas dimensões além da política.

Acabamos de ver isso nos pontos de ônibus e na alimentação, por exemplo.

Não estou querendo ‘roubar’ a cidade do estado vizinho. O que quero dizer é que Joinville é um Portal de Energia, se você entende o que esse termo significa.

(Talvez por isso seu símbolo mais forte na dimensão física é exatamente um portal, e por isso pus acima manchete essa imagem).

Conectando Paraná e Santa Catarina, unindo essas duas sintonias pra que a transição seja suave.

(e de brinde) “Vamos a praia”: itapoá, santa catarina

Joinville tem mar, mas não tem praia. E como nós queríamos ir a praia, entrar no mar, a solução foi ir pra Itapoá.

Ao lado vemos o amanhecer de5 de março de 2017 no mar de Itapoá.

Trata-se de uma pequena e jovem cidade. São apenas 14 mil habitantes fixos. Boa parte das casas é de veraneio, sendo porção significativa delas de propriedade de curitibanos.

Itapoá, como Joinville, é bastante ligada ao Paraná. Várias lojas aqui de Curitiba anunciam que entregam “no Litoral do Paraná e Itapoá”.

Quase que anexando na prática a 1ª praia catarinense (no sentido norte-sul) ao estado ao lado.

Itapoá foi desmembrada de Garuva em 1989. Por sua vez, até 1962 tanto Garuva quanto Itapoá pertenciam a São Francisco do Sul.

Seja como for, notam que eu fotografei “as Flores e o Mar”.

E também o Sol nascendo no mar, o que eu já havia feito em Bombinhas, também no Litoral Norte de Santa Catarina.

Em Itapoá pegamos forte tempestade, como ocorrera na véspera em Joinville. Registrei ela se formando sobre o Oceano.

E depois, debaixo do temporal muito intenso, cliquei   mais algumas flores e o atracadouro de navios da cidade.

O porto está em ampliação, e portanto trazendo mais empregos a Itapoá – na esteira, mais moradores fixos.

Sendo no Sul do Brasil, claro que não faltariam casas de madeira a Itapoá.

Mesmo do carro em movimento, consegui enquadrar uma em qualidade suficiente pra publicar, e abaixo você confere.

Enfim, adaptando a música, “É bom passar uma tarde em Itapoá, ao Sol que arde em Itapoá”.

Nesse caso o Sol ardeu mesmo, mas só de manhã. De tarde ficou tudo cinza e dá-lhe água e raios desabando das nuvens.

Foi bom também. Eu Sou Taoista, e gosto da chuva. Fechou com chave de ouro nosso FDS em SC.

Deus Pai-Sol/Mãe-Chuva proverá”

pra não dizer que não falei das flores

rosasPor Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado (via emeio) em 3 de dezembro de 2011

Todas as postagens de ‘Flores’ são dedicadas as Mulheresctba flores hortências azul rosa

………

Curitiba, meu Amor Maior. 

O Amor não precisa cegar. Curitiba é uma violenta e problemática metrópole do 3° mundo.

floresJá fiz diversas matérias mostrando suas periferias e algumas favelas:

Tatuquara, Sítio Cercado, Cachoeira, Uberaba /Boqueirão, Parolin, entre outras, breve uma da Caximba.

Em várias postagens eu mostrei que nas periferias há muito lixo nas ruas e nos rios.OLYMPUS DIGITAL CAMERA

E breve subo pro ar um levantamento mostrando que Curitiba se tornou bastante violenta.

No fim de 2011, eu acabara de produzir uma série de reportagens retratando mais uma vez tudo isso.

Esse emeio foi o que fechou a série.

imagem-026E por isso o título, “Pra não dizer que não falei das flores.” Escrevi:

Se a última impressão é a que fica, mostro-lhes Curitiba toda florida.

Sob um certo aspecto, cidades são almas femininas:imagem-036

Adoram se enfeitar, e serem reconhecidas e elogiadas pelo quanto estão belas.

Assim essa é minha forma de homenagear essa moça que é Curitiba.

imagem-037Que eu amo do fundo de meu Coração, acima de tudo e abaixo de nada.

Curitiba, em algumas partes, está bem suja, e bastante violenta.

Isso em nada altera meu sentimento.imagem-024

O Amor, quando é Verdadeiro, não impõe condições.

Assim É e Eternamente o Será.

imagem-045………..

Nota: as fotos foram tiradas em 3 partes da cidade (nas ligações sublinhadas mais flores das mesmas regiões):

1- Na beira ou próximo ao Rio Belém (Boqueirão/Uberaba, divisa das Zonas Sul e Leste);linha-verde

2- Bem no miolo da Zona Sul (Sítio Cercado e bairros vizinhos como Xaxim e a seguir Capão Raso).

Ao lado uma na Linha Verde (BR-476, antiga 116), exatamente entre Xaxim e C. Raso, próximo a ‘Vila do Papelão;

santa-candida3- Na Zona Norte, no bairro Santa Cândida (esq.).

O emeio foi mandado em dezembro de 2011, mas o ensaio foi produzido no dia 12 de agosto de 2011.

Exatamente uma semana antes de eu embarcar pra Fortaleza.imagem-035

Digo isso pois a Abertura da série sobre o Ceará será a próxima postagem que subirá pro ar, ainda essa semana.

………

Por enquanto de volta a Curitiba, vamos ver uma sequência clicada no Sítio Cercado:

Mais 3 da Zona Sul. As 2 primeiras do Boqueirão, ao lado de minha casa. A outra entre o Sítio Cercado e Capão Raso, não lembro o local exato, pode ser nesses bairros ou no Xaxim, que fica entre eles.

Do outro lado da cidade, algumas que provavelmente são de Santa Cândida.

De volta as imediações do Belém, bairro do Uberaba. As duas 1ªs eu nomeei ‘Boqueirão’, mas acho que foi do outro lado do Rio, numa delas vemos o Boqueirão ao fundo porém eu estava na margem oposta.

imagem-025

Essas são as Flores que fotografei nesse dia.

Beijos em teu Coração de Mulher.

Que Deus Mãe e Pai a Ilumine Infinitamente.

“Ela/Ele proverá”

mais “Flores do Mar”: Matinhos, Paraná

praiaPor Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 13 de janeiro de 2017

Todas as postagens de ‘Flores’ são dedicadas as Mulheres.1violeta-matinhos-pr-2

Estive novamente em Matinhos.

E dessa vez no verão, deu praia.

Ao contrário da outra vez que eu havia ido no inverno.

1amarela-vermelha-matinhos-prPor isso ampliei a postagem que já estava no ar sobre a cidade.

………

Bem, os bairros são mostrados nessa mensagem ligada em vermelho acima.

Há também uma outra que mostra Matinhos “Entre o Céu e o Mar”.1violeta-matinhos-pr-3

Nosso assunto aqui hoje são as flores.

Nas imagens nós vamos vendo aquelas que foram fotografadas em janeiro de 2017.

1rosa-vermelha-matinhos-prEnquanto que no texto eu vou falando um pouco que já estão no ar outras mensagens com esse mesmo tema:

A com as flores da viagem  de 2015, algumas já na areia da praia.

Nessas aparecem o mar ao fundo, e você vê claramente que foram tiradas na Praia Mansa.1arvore-matinhos-pr

E junto há também flores da Zona Oeste de Curitiba (Cidade Industrial e região).

……….

ao-fundo-a-serra-matinhos-prTudo isso fotografado em 2015, que abre na ligação sublinhada acima, repetindo.

Dessa vez, em 2017, as fotos foram feitas mais longe da orla.

Em nenhum momento o oceano está visível.1hibisco-amarelo-matinhos-pr

Em compensação na tomada acima vemos ao fundo a Serra do Mar.

Já é alguma coisa, não?

…………

E nessa outra mensagem há flores de diversas partes do Brasil e e da América:

1rosinha-matinhos-pr– Do vizinho município de Pontal do Paraná, que também tem praia;

– Antonina ali do ladinho, que tem mar sim mas praia não, como Joinville – alias registrei onde o mar em Espinheiros, nessa cidade catarinense;

Da Estrada da Graciosa, que é por onde eu desci nessa oportunidade em fevereiro de 2014;1violeta-matinhos-pr

Todas essas acima clicadas no mesmo dia.

E na mesma postagem flores de outras partes do continente:

Cidade do México, junho de 2012;

Ponta Grossa, interior do Paraná, abril de 2014;

Piraquara, Zona Leste da Grande Curitiba, junho de 2014;

1amarela-matinhos-pr– E Xaxim, Zona Sul de Curitiba, maio de 2014.

………..

Repetindo, o texto acima não se relaciona com as fotos, e sim direciona pra outras matérias. 1poste-matinhos-pr

Agora sim, a direita, vamos falar de uma foto clicada em Matinhos, 2017:

Pra alguns a 1ª impressão que passa é o poste que está decorado, florido, não?

1vermelha-matinhos-prMas não é o caso, as flores vermelhas pertencem a árvore em frente.

No entanto, em Vinha do Mar (Grande Valparaíso, Chile) e em Bombinhas-SC eu realmente vi e cliquei postes floridos.estrada

……..

De volta a Matinhos-PR, vamos ver grande sequência de flores da cidade.

Digo, a da direita ainda não é no Litoral. E sim na BR-277, a estrada que desce a Serra pra chegarmos lá.

Essa ao lado é a única que não é de minha autoria, e sim de meus familiares.

Agora sim, as Flores de Matinhos, clicadas por mim:

Beijos de Luz em teu Coração de Mulher.

Que Deus Mãe e Pai e Ilumine pela Eternidade

Ela-Ele proverá

é Primavera em Curitiba

flores-jd-schaffer

Jardim Schaffer, divisa entre Vista Alegre e Pilarzinho (Zonas Oeste/Norte).

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro.

Levantado pra rede em 27 de dezembro de 2016

A 1ª parte composta de material inédito.

A 2ª foi publicada (em emeio) em novembro de 2013.

(Todas as postagens de ‘flores’ são dedicadas as Mulheres)

Linha Turismo buso 2-and ctba verde descoberto conversível rodo-ar mercês busscar z/n abranches pilarzinho vidro preto eletrônico

Ônibus-2-Andares da Linha Turismo do outro lado do Pilarzinho, na divisa com o Abranches.

Querida.

Mais uma vez vamos fazer uma mescla.

E ver imagens captadas em tempos e lugares diferentes.

Em 17 dezembro de 2016 (ainda na primavera, portanto, a 4 dias do fim dela), eu andei mais uma vez na Linha Turismo.

Já joguei a matéria completa desse rolê no ar.

Linha Turismo Parques mapa ctba desenho divisão zonas página internet urbs itinerário roteiro traçadoAqui, como Abertura do Trabalho vamos vendo algumas flores que eu fotografei pelo caminho.

Portanto obviamente essa é a parte inédita, produzida em no último mês do ano de 2016.flor-sf

Coloco o mapa da Linha Turismo, que como notam se concentra nas Zonas Oeste, Norte e Central.

Na Zona Leste ela entra rapidamente e a Sul ela ignorou por completo.

Considerações sócio-políticas a parte, aqui o que nos importa são as flores que adornam a cidade.

flor-2-schafferA direita a ‘Via Veneto’ (Av. Manoel Ribas), nos fundos do Parque Barigüi, bairro das Mercês, quase no Rio Barigüi que nomeia o Parque.

O curso d’água também divide as Mercês do bairro Cascatinha.

Portanto aqui estamos entre as Zonas Oeste e Central.

Acima essa árvore toda enfeitada de rosa é novamente no Jardim Schaffer.flores-centro-civico

Veja mais flores do Pilarzinho, nas suas 2 pontas, tanto a divisa com a Vista Alegre quanto, do outro lado, com o Abranches e São Lourenço.

flor-schafferJá o canteiro a direita é na Av. Cândido de Abreu, no Centro Cívico.

Bem em frente ao ponto em que o Rio Belém passa a ser subterrâneo pra cruzar o Centro.

Há outra matéria no ar, em que mostro as flores do Centro Cívico e dos vizinhos Bom Retiro e Ahú.marília loira sorridente feliz cabelo crespo tiara lacinho rosa laço colar branco pulseiras bijuteria vestido Regando Flores botinhas botas

E a esquerda encerramos as fotos tiradas em 2016 com outro canteiro, de volta ao mesmo Jd. Schaffer que fica entre o Pilarzinho e V. Alegre.

……………..

Ao lado uma gravura publicada em outubro de 2014:

Marília regando um canteiro de flores, numa postagem que se chamou exatamente “É Primavera: as Flores Brotaram”.

curitiba-nov-13-3Eu acabo de ampliá-la, e agora além desse desenho há vários outros

Feito esse adendo, voltemos a ver fotos da cidade florida.

Vamos agora a um emeio publicado em 13/11/13:

é primavera em curitiba

curitiba-nov-13-1

Próximas 3: Rebouças, bairro ao lado do Prado Velho, também Zona Central.

A tomada acima é no bairro Prado Velho, Zona Central.

Na lateral daquele hospital psiquiátrico, quase na esquina da Av. Marechal Floriano.

Eu adoro essas árvores de copas amarelas.

Especialmente porque nessa época do ano elas despejam uma chuva de pétalas douradas sobre você!!!

curitiba-nov-13-6Numa manifestação de carinho que só a Mãe-Natureza sabe mesmo fazer.

Já recebi algumas dessas chuvas áureas exatamente dessa árvore que vemos na foto, e de suas irmãs que moram na mesma rua e mesmo bairro.curitiba-nov-13-2

…………….

Eu disse na legenda acima que as próximas 3 tomadas eram no Rebouças.

A que está legendada não resta qualquer dúvidas, aparece a placa da Rua Engenheiros Rebouças, que nomeia o bairro.

curitiba-nov-13-4

Próximas 2: Canal Belém.

Mas nas outras duas (o hibisco rosa a esquerda e essa vermelha a direita) eu não tenho certeza absoluta.

Creio que sim, minha nítida impressão é que as cenas foram capturadas nas transversais ou paralelas da Marechal, mas sempre bem próximas a essa avenida.

Já fiz também uma matéria fotografando as flores da Zona Central, com foco no Centrão, Alto da Glória, Juvevê, Água Verde, C. Cívico, Rebouças e Parolin.

curitiba-nov-13-5

Vamos a outra parte da cidade: o Canal Belém, que divide as Zonas Leste e Sul (primeiro Guabirotuba da V. Hauer, e depois Uberaba do Boqueirão).

A tomada acima e ao lado são dali. Há outra mensagem também sobre as flores belenenses, mescladas com as de Rio Branco do Sul, no extremo Norte da Grande Curitiba.

E logo abaixo fechamos de novo no Centrão, fotografando a outra Marechal, dessa vez a Marechal Deodoro. Além das matérias já ligadas acima, há outra em que eu mostro as flores do Centro.

curitiba-nov-13Misturadas com as da Zonas Leste (de novo o Belém e mais o Jardim Social) e Oeste (outras das Mercês, e seguindo pro Campina do Siqueira e Mossunguê).

Beijos em teu Coração de Mulher.

Que Deus a Ilumine Infinitamente.

Deus proverá.

As Flores mais Orientais da América: da Paraíba

flor-mais-oriental-de-america-ponta-seixas-j-pessoaPor Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado (em emeios) em 11 de setembro de 2013

(Todas as postagens de ‘Flores’ são dedicadas as Mulheres)

Segue a série sobre a Paraíba.flores-j-pessoa-pb

Acima vemos a flor mais oriental de toda América.

Em João Pessoa está o extremo leste de todo continente, como é notório.

É a Ponta Seixas. E essa amarela acima está na Ponta Seixas.

flores-j-pessoa-pb2Quase dentro do mar como se nota na imagem.

Resultando que ela é a flor que recebe diariamente o primeiro raio de Sol de toda América.

………..

A maioria das tomadas desse ensaio foi feita no bairro Cabo Branco e imediações, Zona Leste.flores-j-pessoa-pb3

Pois é ali que fiquei hospedado.

Por exemplo, acima (repetida sobre a manchete) e ao lado:

As calmas ruas do Cabo branco.

flores-j-pessoa-pb1 E ao fundo os espigões em construção do Altiplano.

………

Mas nem todas.

Eu fotografei pela cidade inteira. flores-jacare-rm-j-pessoa-pb

Essa logo acima e as 2 próximas foram clicadas na Praia do Jacaré.

Em, Cabedelo, Zona Norte metropolitana.

Onde há a famosíssma ‘apresentação do Bolero de Ravel ao Pôr-do-Sol’.

flores-jacare-rm-j-pessoa-pb1Vemos a feira de artesanato e os bares e restaurantes que existem  no local.

…………

Na sequência horizontal abaixo: voltamos ao Cabo Branco:

flores-j-pessoa-pb5flores-j-pessoa-pb6flores-j-pessoa-pb9

flores-j-pessoa-pb14Da Zona Leste vamos cruzar toda cidade e ir direto pra Zona Oeste da Gde. João Pessoa.

Ver uma sequência batida em Santa Rita.

Numa bela praça florida não muito longe da estação de trem.

flores-j-pessoa-pb11Flores de todas as cores: amarelas vermelhas, violetas, esse bege alaranjado.

Pra quem gosta dessa manifestação da natureza, um espetáculo de encher os olhos.

Na sequência abaixo, ainda estamos em Santa Rita, Zona Oeste:

flores-j-pessoa-pb12flores-j-pessoa-pb13flores-j-pessoa-pb15

flores-j-pessoa-pb4Pra encerrarmos, mais algumas na Zona Leste, Cabo Branco, Ponta Seixas e imediações.

Na foto ao lado ao fundo o Oceano Atlântico.

E na 3ª da sequência mais uma vez o bosque na encosta que separa o Cabo Branco do Altiplano.

flores-j-pessoa-pb7flores-j-pessoa-pb10flores-j-pessoa-pb8

Que Deus a Ilumine Eternamente.

“Deus proverá”

Paz & Amor

paz-e-amorPor Maurílio Mendes, O Mensageiro

Levantado pra rede em 25 de outubro de 2016

Um desenho inédito, e os demais publicados (em emeio) nos anos de 2013 e 14

Começamos pelo inédito ao lado, produzido em outubro de 2016.

Maurílio e Marília namorando, mais uma vez.

Ela de camisa com o símbolo ‘hippie’ da paz, a pegada da pomba. Daí o título, igualmente um lema ‘hippie’.eu-a-d-o-r-o-flores

FLORES PRA UMA FLOR

Ainda no mesmo tema dos pombinhos se amando:

Gravura de dezembro de 13:

Maurílio dando flores pra sua amada Marília.

Ela adora flores. Especialmente quando vêm dele.

pensando-neleFalando em Maurílio, ele está com essa camiseta violeta que adora, já o retratei com essa roupa aqui (2 vezes na mesma postagem) e aqui.

Ao lado: também de dezembro de 13.

Marília se arrumando pra se encontrar com seu Amor. E já pensando nele, vários coraçõezinhos pulsando.

OUTONO: ESFRIANDO EM CURITIBA

Quando jogo o retrato no ar, é primavera em Curitiba e está esquentando.de-blusa

Mas eu fiz o desenho em março de 2014.

Portanto no outono, quando estava esfriando.

Por isso ela toda elegante de blusa de lã, ajeitando os cabelos castanhos.

……….

Abaixo em outra escala. Clique sobre pra ampliar, o mesmo vale pra todas sempre.

ajeitando-os-cabelosmarilia-paz-e-amore-quando-as-flores-vem-dele-entao

Que Deus Ilumine a todos.

“Deus proverá”

Flores do Belém (Orientais e Austrais) e do Extremo Norte (Rio Branco do Sul)

Primavera Violeta Boqueirao Z-Sul

Aqui e acima da manchete: Flores no Canal Belém, Boqueirão, Zona Sul. Inclusive dá pra ver o rio.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Levantado pra rede em 31 de agosto de 2016

Publicado (em emeios) no ano de 2014

(Todas as postagens de ‘Flores’ são dedicadas as Mulheres)

………..

Juntamos 2 emeios na mesma mensagem.

Começamos por um que foi publicado em 7 de fevereiro de 2014:Rosa Boqueirao Zona Sul

Queridas.

Como já esclareci antes, eu percorri a pé o trajeto do ônibus que eu utilizo:

475-Canal Belém (que vai da Rui Barbosa até a Vila Lorena, Uberaba, quase na divisa com São José).

Boqueirao Zona SulEm prestação: em 2 de fevereiro de 14 eu fui daqui da minha casa até a PUC.

Menos de uma semana depois no sentido inverso:

De minha casa ao ponto final periférico, perto da Foz do Belém. Uberaba Z-Leste1

Tentei inclusive atingir a Foz, mas não consegui.

Em maio de 14, tentei de novo.

Mas de novo não deu, dessa vez foi quase.

Raio Vermelho Uberaba Z-LTive que esperar mais um ano e meio. Somente em novembro de 2015 deu certo.

Quando fui por outro caminho (rio acima e não rio abaixo).

enfim eu consegui ver o ponto que o Belém desagua no maior Rio do Paraná, o Iguaçu.

……………

Bom, o que nos interessa aqui são as flores. Contei tudo Uberaba Z-Lesteisso pelo seguinte:

Em vários desses rolês eu fotografei também as flores de cada local.

As flores de minha casa até a PUC estão aqui.

As flores do Parque Nacional/Pq. de São José e as de São Rosa Canal Belem Uberaba Z-L1Mateus do Sul, no interior, estão anexas nas próprias matérias principais.

E ainda outras do Belém (e de diversos bairros da cidade do Sítio Cercado a Santa Cândida) nessa outra mensagem.

Algumas já ligadas acima em azul mais pra cima, essas repito aqui de novo.

……………Raio Amarelo Uberaba-Z-L

Então meninas. 

(Nota: as postagens de flores são dedicadas e dirigidas as Mulheres, como eu coloco em todos os cabeçalhos.)

Rosa Vermelha Boqueirao Z-Sul(Eis a razão pela qual me dirijo ao público dessa matéria no feminino, já que essa é uma Energia Feminina. )

Feito esse esclarecimento, sigamos: na postagem de hoje vamos ver as flores que ficam perto do Rio Belém, porém daqui de minha casa até a Foz. 

Por isso flores orientais e austrais, pois eu fui pelo Uberaba (Zona Leste) seguindo o trajeto do ônibus. E voltei pela outra margem, no Boqueirão, Zona Sul. No nome de cada foto está o bairro que foi clicada. Boqueirao Zona Sul1

Essa a direita, por exemplo, já é minha rua, que fica paralela a Beira-Rio.

Vejamos mais flores da divisa Leste/Sul da cidade (e nessa postagem há mais algumas, mescladas com as de diversos outros bairros):

Rosa Canal Belem Uberaba Z-LCanal Belem Boqueirao Zona SulHortencias Boqueirao Z-Sul

flores do extremo norte: baixada paranaense, rio branco do sul

RBS-LaranjaAs imagens e tudo o que foi dito acima se refere as fotos do Boqueirão e Uberaba, enfatizando de novo, município de Curitiba mesmo, no emeio de fevereiro de 14.

Vamos a outro emeio, que se refere a outro rolê.

Dessa foto ao lado até o final as tomadas são em outro lugar, na Região Metropolitana.RBS-Hibisco Vermelho

Foi publicado em 3 de abril do mesmo ano, 2014.

Na ‘Baixada Paranaense’, clicadas no município de Rio Branco do Sul.

RBS-Hibisco RosaUm subúrbio no Extremo Norte da Grande Curitiba.

Nota-se pelo relevo montanhoso da cidade.

Outros aspectos que observei em minhas voltas por lá você confere na matéria ligada em azul, acima. RBS-Flores

Aqui vamos ver as flores que adornam a região.

Um pouco antes de onde está parado aquele velho Fiat 147, por exemplo, haviam em sequência Hibiscos rosas e vermelhos.

RBS-AmareloNa verdade as flores, tanto essas como quase todas nesse dia, ficaram um pouco embaçadas.

Peço desculpas porque errei na focalização.

Segue pois apesar dessa falha são bonitas e merecem ser apreciadas.

RBS-VermelhoRBS-Flor AmarelaRBS-Cor-de-Rosa

RBS-BrancoClique sobre as imagens que elas aumentam.

Deus a Ilumine Infinitamente. 

Beijos em teu Coração.

“Deus Mãe-Pai proverá”

Rodovia do Xisto: Lapa e São Mateus do Sul, PR

ponte rio iguacu-smsPor Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 15 de agosto de 2016

Como o título já indicou, estive nas cidades de Lapa e São Mateus do Sul. cohab-lapa e passeio fusca

Pra isso, fui pela BR-476. Que nesse trecho se chama “Rodovia do Xisto”.

Abrimos com duas tomadas dessa estrada, uma em cada cidade:

portal sao mateus do sul

Portal de São Mateus.

A esquerda acima BR-476: ponte sobre o Rio Iguaçu na entrada de São Mateus do Sul.

E a direita chegando na Lapa. Uma enorme cohab recém-inaugurada na periferia da cidade.

Detalhe: naquele dia estava tendo um passeio de Fuscas.

Por isso vemos 2 deles, intercalados por um carro novo de padrão elevado.

panteao dos herois-lapa

Panteão do Heróis da Lapa. O canhão acima da manchete fica ali.

……….

As duas cidades guardam muita coisa em comum. São próximas, e sua população também é similar:

44 mil pessoas moram na Lapa, e 41 mil em São Mateus.

Oficialmente a Lapa faz parte da Região Metropolitana de Curitiba.

Trata-se de falsificação grotesca da realidade.

avenida principal-sms

Próximas 2: av. principal de S. Mateus do Sul.

A Lapa não tem qualquer característica que a torne subúrbio da metrópole conurbada da capital do estado e municípios vizinhos.

Como eu já expliquei com bem mais detalhes antes.

Embora encantadora, a Lapa não faz parte da Grande Curitiba na prática.

E sim do interior do Paraná.avenida principal1-sms

Entrou oficialmente por interesses políticos.

Que nem sempre guardam relação com a realidade, e aqui foi o caso.

Rio Negro, na divisa com Santa Catarina, passa pela mesma situação.

avenida principal-lapaE aqui vai a prova.

As próximas duas fotos, ao lado e logo abaixo, são a mesma em duas escalas.

Trata-se da avenida principal da Lapa.

Clique sobre pra ampliar a tomada direita:buso e flores-lapa

O busão que faz a linha Araucária/Lapa.

Da Expresso Maringá, empresa do grupo Constantino (Gol), que comprou a Viação Lapeana.

Pro que nos interessa aqui, é pintura livre.

casario antigo2-lapa

Próximas 3: casario antigo, Centro da Lapa.

Se a Lapa fosse mesmo região metropolitana, esse buso teria que ter pintura padronizada unicolor, em bege ou amarelo.

Pois assim são os ônibus metropolitanos. Esse não é metropolitano, embora diga isso na lataria.

Ele tem pintura livre exatamente porque é o que em São Paulo se chama ‘suburbano‘: mesmo com 2 (ou 3) portas e catraca, liga por rodovias cidades do interior próximas, mas que não são conurbadas.casario antigo-lapa

Eu tirei fotos melhores do busão (e das flores). Mas a bateria de minha câmera está ruim, não saiu. Por outro lado, nessa outra matéria há fotos do Araucária/Lapa em boa qualidade, puxadas da rede.

…………

Por muito tempo a Lapa teve baixo crescimento vegetativo. Pois não oferece uma gama muito ampla de empregos bem remunerados.

casario antigo1-lapaAssim os jovens emigram, vão morar em metrópoles maiores, que ofertam mais opções. Por isso a princípio foi uma surpresa constatar que o governo fez a essa cohab na Lapa (ao direita abaixo em escala maior).

Atualização: isso foi verdade por décadas. Mas quem sabe tenha começado a se alterar. No censo de 1991 a Lapa tinha 40 mil moradores. Na projeção de 2007 do IBGE, 41 mil.cohab-lapa

Portanto crescimento quase zero em mais de uma década e meia. No entanto, no censo de 10 foi pra 44, e na projeção pra 2015 47 mil pessoas.

Ao captar isso pelo sítio do IBGE já atualizei a matéria, poucos minutos depois dela ir pro ar.

herois da lapaDe posse desses novos dados, entendi o surgimento desse cohab: indica a mudança, a Lapa ganhou mais um bairro populoso porque sua população voltou a crescer.

……….

Se hoje a Lapa é uma pequena e pacata cidade do interior, saiba quem ainda não sabe:

Ela teve vital importância na implantação da República Brasileira. canhao - lapa

Trata-se do famoso ‘Cerco da Lapa’. A direita, repetindo, canhões (que eu já fotografei também na Rep. Dominicana) que adornam a parte externa.

Amplie a foto a esquerda pra ler a placa que há no ‘Panteão dos Heróis’: “A Revolução Federalista eclodiu no Sul do Brasil em 1893, nos primórdios da recém proclamada República.

Os revoltosos dirigiam-se para o norte, porém foram detidos na Lapa, em 1894.”

casa antiga madeira-sms

Aqui e a direita: sobrados de madeira muito antigos em São Mateus do Sul.

Já volta o texto. Antes, uma nota minha, O Mensageiro: o Paraná também é Sul do Brasil, evidentemente.

Por isso o autor quis dizer que a revolta começou no Rio Grande do Sul.

E por “dirigiam-se para o norte” significa que eles marchavam pra tomar a capital do país.

Então no Rio de Janeiro como todos sabem.

Pra isso teriam que passar pela Lapa. Não passaram.casarao madeira-sms

Os rebeldes acharam que seria facílimo, que a Lapa seria apenas mais uma escala numa longa viagem.

E que a luta mesmo seria na capital federal, as margens da Baía de Guanabara.

sobrado misto-sms

Também S. Mateus. Esse é misto, fachada de alvenaria, lateral de madeira.

Mas não foi. Volto a descrever o que está grafado na placa:

“O contingente de 639 Homens (…) resistiu bravamente ao cerco realizado por mais de 3 mil federalistas durante 26 dias.

(…) Não foram além do Paraná. A Lapa sepultou seus bravos heróis.

Mas a Lapa também cavou o túmulo da Revolução Federalista.

chimarrodromo-sms

São Mateus gosta de chimarrão. Aqui o ‘Chimarródromo’, bem no Centro. E a esquerda uma cuia gigante na periferia.

A Lapa deu a vitória a República.”

Ao fim, a Lapa caiu nas mãos dos revoltosos, afinal eles eram em número 5 vezes maior.

Mas os 26 dias que a Lapa resistiu foram vitais pra definir quem venceria a  guerra:

Foi o tempo que permitiu ao Comando-Geral do Exército reorganizar e rearmar suas fileiras, pra fazer frente a ameaça.

Com o quase mês que os rebeldes demoraram pra passar pela Lapa, a custosa vitória federalista nessa cidade foi a sua última. A República triunfou.

cuia gigante-sms………..

São Mateus é nas margens do Rio Iguaçu.

O maior e mais importante rio do Paraná, que não por outro motivo nomeia o palácio sede do governo do estado.

As suas margens, ainda dentro do perímetro urbano de Curitiba, está aquele que um dia foi o maior parque nacional urbano do Brasil. rio iguacu-sms

E que contém dentro dele diversos outros parques. Num deles está o Zoológico, em outro a foz do Belém, o maior rio da capital do estado.

De volta a São Mateus:

Bem no Centro está o Porto, no Iguaçu. A direita ponte sobre ele.

porto-smsVimos na primeira foto da matéria, no topo da página, foto feita sobre ela. Agora sob.

No passado, o transporte fluvial era muito mais comum.parque na barranca-sms

Aportavam ali embarcações de todos os tamanhos.

Inclusive uma barcaça que antes desbravou o Mississipi, EUA. Preservada no local.

parque na barranca1-smsAo lado do porto há um parque lindeiro, uma das maiores opções de lazer da cidade.

………..

Da ponte acima até essa a direita abaixo, essas 5 tomadas são dali.grafite no parque-sms

Podemos ver a galera pescando, passeando, namorando.

Mesmo num domingo frio de inverno Sul-Brasileiro.

E ao lado um grafite ‘relembrando o passado’, retratando barcos que ancoraram ali nos ‘bons tempos’.

centro-sms

Centro de S. Mateus.

(Nota: em Valparaíso-Chile eu cliquei cenas similares, grafites homenageando meios de transporte antigos.

Mas nesse caso terrestres, ou quase ‘aéreos’, pois um é um teleférico)

………..pouca violencia1-sms

Mais uma vez, voltemos ao Paraná que é nosso tema de hoje.

pouca violencia-smsConstatei que São Mateus do Sul é uma cidade pouco violenta, felizmente.

As 2 imagens, acima e ao lado, provam:

Casas de alto padrão não se dão sequer ao trabalho de fecharem seus portões. rodovia-sms

…………

Comentemos um pouco as fotos.

Vocês sabem, nem sempre o texto corresponde a imagem que está mais próxima, busque pelas legendas.

campus uepg-smsVemos no decorrer da página:

Caminhão Scania (direita): clicado perto do Porto e da Praça da Matriz, no Contorno da BR-476;

Falando na Praça da Matriz. Ali estão o campus da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) e a Catedral. detalhe uepg - sms

Primeiro falemos do prédio que abriga a UEPG, visto em 3 tomadas, acima e nas laterais.

fachada-uepgAcredito que tenha sido um seminário antes ou algo assim, pela santa que há na fachada.

A mesma construção sedia também a secretaria municipal de educação, como notamos.

Bem em frente, o principal templo católico da cidade.

Visto em 2 tomadas, nítido e com as flores que há em frente.

Mais a frente veremos mais flores de São Mateus. igreja

Ao lado do campus está o ‘Chimarródromo’, já vimos a imagem bem mais pro alto da página.

Na mesma praça está uma lojinha de artesanato que imita as casas construídas pelos poloneses.

igreja-flores-sms……….

– Em São Mateus do Sul existem as lanchonetes dentro de reboques automobilísticos (‘trailers’).

Veja a direita, não muito longe dessa praça. Como em qualquer cidade do interior:

Já fotografei a mesma cena em Guarapuava, também no Sul do estado. lanchonete-sms

……….

– Agora um pouco da periferia.

Estando no Sul do Brasil, em S. Mateus não poderiam faltar muitas casas de madeira.

madeira1-smsmadeira-smsmadeira horizontal-sms

artesanato-sms

Loja de artesanato.

Na última foto da sequência acima vemos uma casa em que em algumas paredes as toras estão na vertical, que é o dominante no Brasil e Chile.

E em outras na horizontal, que é o mais comum no Caribe. E aqui no Brasil somente no Amapá.

Nos outros estados, do Sul, Norte e mais Mato Grosso, Espírito Santo e São Paulo, a maioria das casas de madeira é na vertical, enfatizando.

portal contenda

Portal de Contenda. Não entramos na cidade, fotografei da estrada.

Apesar que eu já fotografei na horizontal no interior e Litoral do Paraná, Litoral de São Paulo e Chile.

……….

Se você seguir pela BR-476, chegará a outra ‘Cidade-Gêmea PR/SC’: ‘Porto União da Vitória‘.

Ou seja União da Vitória-PR/Porto União-SC.

Lá, embora ainda não sejam maioria, é a cidade brasileira em que mais há casas de madeira na horizontal.periferia beira-rio1-sms

Isso entre as que eu já visitei, ainda não tive a oportunidade de pisar no Amapá.

Não fotografei as casas de madeira de ‘Porto União da Vitória’. Mas fiz um desenho. periferia beira-rio-sms

– Ao lado e logo acima: bairro na periferia de São Mateus.

Exatamente as margens do Rio Iguaçu, essa rua de terra passa no vão da ponte visto acima.

Mais residências em madeira, como notam.fazendas ao fundo-sms

– A esquerda, ainda na periferia de São Mateus, outra cena típica do interior:

Você está bem dentro da cidade, mas se subir num ponto mais alto avistas as fazendas que cercam a área urbana.placa-sms

E a direita voltamos ao Centro. Uma placa de rua. Com um Passat na ativa!!

Na sequência horizontal abaixo, igualmente placas de rua no Centro, porém na Lapa. Elas trazem o nome antigo da via, como acontece em Santa Catarina.

placa1-lapaplaca2-lapaplaca-lapa

tapete de flores-smsAS FLORES DE SÃO MATEUS

Com esse tapete florido ao lado abrimos a seção que mostra as flores que adornam São Mateus do Sul. Clicadas na Praça e Avenida principais da cidade.

Clique sobre as tomadas pra ampliá-las, o mesmo vale pra todas, sempre.

tapete de flores1-smscanteiro-smscanteiro-sms1flores-smscanteiro2-smscanteiro3-sms

construcao antiga-smsMais cenas de São Mateus do Sul:

Próximas 2: construções antigas. Note que na esquina as duas ruas são de paralelepípedo, porém de tipos diferentes:casarao-sms

Ao lado o retangular clássico (no passado muito comum em toda parte, agora diminui mas ainda existe, incluso aqui em Curitiba);

E acima o hexagonal, dominante no Litoral do Paraná e S. Catarina, mas que aqui em Ctba. desconhecemos. 11-13 sms

Na foto ao lado: um caminhão guerreiro 11-13 azul descansa num bairro de periferia de São Mateus.

Veja outras postagens específicas mostrando centenas de caminhões antigos Scania e Mercedes, pelo mundo todo.

panteao dos herois1-lapa

Panteão dos Heróis da Lapa.

Falando em veículos clássicos – e redondos – mais pra cima vimos uma procissão de Fuscas.

Pra quem gosta dessas baratinhas, eu já fiz várias matérias sobre eles:

Um ensaio mostrando vários Táxis-Fuscas em Curitiba, especialmente na Rodoviária, em 1980.

igreja velha-lapa

Centro da Lapa. Antiga igreja matriz.

Na mesma matéria vemos fotos também do Rio de Janeiro e Cidade do México;

– Fotos de Acapulco, Litoral Mexicano, onde até hoje os Táxi-Fuscas são maioria; E os desenhos: dessa mesma cidade; e por fim Marília dirigindo um Fusca-Táxi no Rio .

Que Deus Ilumine a toda Humanidade.

“Deus proverá”