1º de Maio, Dia dos Trabalhadores e Trabalhadoras

Por Maurílio Mendes, o Mensageiro

Publicado em 1º de Maio de 2018, Dia do Trabalhador e Trabalhadora.

Por conta da data, vamos fazer uma homenagem, mostrando Marília e Maurílio trabalhando.

Mais ela, porque nessa dimensão dos desenhos eu foco mais na Energia Feminina. Mas há tomadas dele pegando no batente também.

Pra isso fiz uma compilação nos arquivos.

Marília executiva, trabalhando no computador até na hora do almoço.

Assim ao lado das imagens eu vou colocando a ligação pra matéria original, e a data que o desenho foi feito.

……….

Começamos os trabalhos, já que hoje é Dia do Trabalho, com Marília trabalhando em casa de família.

Uma família rica, que fornece até uniforme pra ela.

O desenho foi publicado (via emeio) em 1º de Maio de 2012 (essa atual postagem que você lê agora marca o 6º aniversário da gravura portanto).

Próximas 2: Maurílio bombeiro.

Subiu pra página em 26 de maio de 2015, na postagem chamada ‘Magia Feminina’.

Lá eu escrevi: “1º de Maio, Dia da Trabalhadora“, exatamente pra homenagear as trabalhadoras domésticas.

…….

Não vai qualquer machismo, claro, de representar as Mulheres somente em profissões braçais.

Pra equilibrar, a direita acima Marília como Mulher de negócios.

Executiva, diretora de uma corporação, ou profissional liberal de sucesso. Bem remunerada. Mas muito exigida também.

Tão ocupada que não tem tempo de relaxar, nem na hora do almoço.

Ela mal acabou seu prato mas já ligou o computador pra voltar a trabalhar.

Toma o sorvete já vendo e adiantando os compromissos e tarefas da tarde. Imagem de julho de 2017, na mensagem “Rosa-Choque”.

…….

Chegou a vez de Maurílio. Duas cenas dele trabalhando como bombeiro.

Primeiro em ação, combatendo um incêndio que eclodiu em alguma parte da cidade.

E no retrato 3×4 em preto-&-branco ele orgulhoso do dever cumprido, ainda de capacete mas sem a máscara de oxigênio.

Obviamente só poderia ter sido publicado na mensagem que se chama “Servir & Proteger”, de junho de 2017.

……….

No decorrer da página ainda veremos outras cenas de Maurílio como militar.

Marília pilotando um ônibus urbano.

Agora uma Marília como caixa, num mercado. Desenho de março de 2012.

A mensagem tem o título da fala dela: “São Dezenove Reais e oitenta centavos”.

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Maurílio na boleia de um caminhão.

E também um Táxi-Fusca.

E não qualquer caminhão obviamente, mas o “clássico dos clássicos”:

Um Jacaré Scania – aquela marca que quem ouviu uma vez o ronco não esquece jamais.

Feito em junho de 2015. Claro que só poderia subir pro ar como “O Rei da Estrada”.

Repare na camiseta de posto dele.

Mais pra baixo aparecerá Marília, sua esposa, usando uma delas também.

……..

Agora Marília trabalhando como motorista.

E duplamente, num ônibus  e num táxi.

O busão é de Pinhais, na Zona Leste da Grande Curitiba.

E o táxi, que é um Fusca (o carro mais querido da história da humanidade), do Rio de Janeiro.

Marília, “A Rainha das Ruas”, agosto de 2016.

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“Imobiliária, bom dia”.

Desenho de setembro de 2014.

Marília telefonista. Na versão sem e com óculos, pra você decidir como ela fica melhor.

Na verdade ela está atendendo o telefone.

Mas ela não é telefonista ou secretária, é isso sim uma agente imobiliária.

Profissão que está sendo dominada pelas Mulheres.

Fato que constatei, além do Brasil, também na República Dominicana e África do Sul.

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“Correio” – desenho de outubro de 2017.

Publicado na postagem “O Preço de Ser Bela”.

……….

Aqui retratamos Maurílio e Marília trabalhando ao mesmo tempo.

Ele é fotógrafo profissional, ela modelo.

Estão produzindo uma campanha publicitária pruma marca de refrigerante.

Maurílio adora tirar fotos, especialmente de sua Amada Marília.

Quando eles podem então trabalhar juntos é melhor ainda.

Desenho de dezembro de 2016, que atualizou a mensagem “Em Dose Dupla”.

……….

“Sobe” – agosto de 2016: Marília trabalhando como ascensorista.

Uma profissão que quase não existe mais. Mas não esqueça do ‘quase’.

Embora esteja praticamente extinta, não acabou de todo.

Em 2016 fui a um hospital de Curitiba, e havia sim uma ascensorista.

Então que fique registrado, na segunda metade da segunda década do século 21 ainda tinha gente que ganhava a vida assim:

Fechada no elevador apertando os botões pros passageiros serem poupados dessa função.

E Marília é sempre feminina, chique e charmosa, mesmo o dia inteiro sentada num banquinho enquadrada numa caixa de metal. Tanto que o executivo gostou dela….

……..

“Soteropolitano” (janeiro de 2017):

Maurílio é “moto-boy”, faz entregas de moto. Passa o dia montado no seu instrumento de trabalho sob Sol forte nas ruas de Salvador-BA.

A direita vemos ele enfrentando o trânsito pesado na Avenida Suburbana.

……….

Desenho de setembro de 2012:

Marília trabalhando de garçonete (ou copeira). Ela tem que usar esse uniforme azul, o que ela não gosta. Mas são ossos do ofício.

Pra compensar, ela usa vestidos bem coloridos pra ir e voltar do serviço.

Por isso a postagem se chamava originalmente “Toda Roxinha – em Rebelião Feminina e Silenciosa contra o Uniforme.”

……..

Pra ficarmos na mesma frequência, ela de novo de uniforme azul. Mas agora ainda menos feminino:

É uma farda. Em março de 2014, retratei Marília trabalhando como segurança.

A mesma situação, mas ainda mais forte, uma roupa ainda menos feminina, como dito e é notório.

Por isso quando está em casa ela abusa dos vestidos multi-coloridos, maquiagem, bijuteria e cabelos soltos. 

Assim, a mensagem se chamou “Dia de Trabalho, Dia de Folga”.

……..

Acima e ao lado, vamos ver agora Maurílio de farda, servindo ao Exército.

Em dezembro de 16, no Exército Vermelho do Povo Chinês (esq).

em janeiro de 18, do Exército do Paraguai. Guardando o “Encontro das Águas” da Tríplice Fronteira (dir.).

(Nota: alias tanto a cidade de Foz do Iguaçu no Brasil quanto de Cidade do Leste no Paraguai – que são fronteiriças e ligadas pela Ponte da Amizade – foram justamente fundadas como guarnições militares pra defender os respectivos territórios nacionais.)

………….

A esquerda e acima da manchete: Marília no ofício de (mani e) pedicure.

Lutando, pra que suas clientes possam brilhar, serem admiradas pela aparência.

Por isso está também na mensagem “O Preço de Ser Bela”.

……….

De volta ao transporte.  A direita acima, direto de Maceió, Alagoas:

Maurílio também dirige ônibus. E vestido de Papai-Noel.

Desenho de agosto de 2016, inserido na mensagem “Áureos Tempos”.

E na catraca, Marília de cobradora. Mostrada assim em maio de 2012.

A cobradora (“trocadora” em várias partes do Brasil) não deixa de ser uma caixa.

Assim emendamos com duas cenas dela como caixa.

Dessa vez sem estar dentro de um veículo em movimento.

Acima no banco, feito em janeiro de 2016.

E exatamente um ano depois (jan.17) essa ao lado:

Marília sempre elegante, combinando a maquiagem, unhas e roupa, tudo no mesmo tom:

O Raio Laranja. E ela olha que ela nem é holandesa….

………

“Tudo Bem Limpinho” (junho de 2014):

Mais uma vez Marília como faxineira, de luvinhas e tudo.

Muitas vezes ela usa luvas, geralmente brancas, quando quer ficar bem elegante, se sentindo uma princesa (ou mesmo sendo uma de verdade, em encarnações anteriores).

Mas aqui as luvas são por motivo diferente, obrigação profissional mesmo.

Em mais uma homenagem as Mulheres que fazem serviço doméstico, fiz em fevereiro de 2015 esse retrato em Preto-&-Branco.

Aqui o cabelo está preso, pra ela poder trabalhar. Na rua ela solta. E, vejam vocês, bateu uma rajada de vento e levantou tudo. Ela se sentiu a própria Medusa. Mulher dramática……

…….

Falar em cabelo, vamos voltar ao “Templo Feminino”: o salão de beleza.

Em imagem de janeiro de 2014 (também em P&B) Marília depilando a perna de outra Mulher. Puxando a cera….aiiiii!!!

E agora em cores, cena de novembro de 2013.

Nota: aqui vou inserir várias imagens em que estão duas Mulheres.

A princípio, o foco é que Marília seria quem contrata e recebe o serviço.

Mas bem pode ser o contrário, por que não?

Alias eu já escrevi isso na postagem “Em Dose Dupla”, que hospeda essa gravura acima:

“Marília sendo depilada no salão. Ou não, né? Sendo 2 Mulheres, também pode ser que Marília é a depiladora, trabalhando aplicando a cera numa cliente.”

A mesma lógica se aplica as cabeleireiras. Quando desenhei, pensei a princípio em Marília como quem senta na cadeira e tem seu cabelo pintado – ou ampliado, como ao lado.

Mas podemos bem inverter, e dizer que Marília é a prestadora do serviço.

Onde ela está clareando o cabelo da “viúva Negra” (sua cliente se auto-intitulou assim após deixar um casamento infeliz) é de outubro de 2017.

E a profissional loira colocando aplique na morena que se arrependeu de cortar muito curto é de outubro de 2015.

“COMPRA-TERAPIA”

Vamos as compras? Mas pra isso é preciso que haja alguém do outro lado do balcão pra nos atender.

Se aplica a mesma lógica que delineei acima. A princípio fiz Marília como a compradora.

Mas perfeitamente podemos vê-la como a vendedora.

Mais dois retratos em P-&-B. A direita ela vendendo bijuterias foi publicado no Natal de 2017.

E a esquerda na loja de roupas 3 anos antes, logo após o Natal de 2014.

……….

“FIU-FIU”.

Voltando pra cor, mais uma de Maurílio.

Como peão-de-obra. No horário de almoço, descansando.

Digo, mais ou menos. Também mexendo com as moças que passam, assobiando e soltando cantadas baratas (desenho de março de 2012).

………

Maurílio trabalha num prédios que está sendo erguido.

Marília, indiretamente, também. Vendendo café, refri e salgados (junho de 2016).

Na hora da folga dos operários ela encosta o carro em frente a obra.

Eles saíram cedo de casa, vivem em distantes subúrbios.…Vida dura!

O café de muitos é no canteiro de obra, em mesinhas improvisadas que ela traz no porta-malas. Marília faz esse bico pra reforçar o orçamento da família.

………..

Julho de 2012: Maurílio chega cansado e sujo do trabalho. Uniforme cheio  de graxa.

ela está toda perfumada, cheirosa, com o vestido floral verde que acabou de comprar….

Mas mesmo assim Marília vai recebê-lo de braços abertos.

Definitivamente….É o Amor!!!!

……….

Falando em flores: Maurílio, o Jardineiro Fiel (janeiro de 2015).

Ok, jardineiro tem que trabalhar de uniforme, e não de bermuda e descalço.

Digamos que ele é caseiro de alguma chácara, então. Quando o patrão não está ele pode ficar mais a vontade.

O importante é que o serviço seja feito, que (entre outras tarefas) que o pomar, plantas e flores da Fazenda estejam sempre bem-cuidados.

…………

“A CURADORA“: dois retratos de Doutora Marília como médica, enfermeira ou terapeuta.

Ambos de 2016. Acima de setembro, ao lado de março.

Repare na aura rosa dela, uma Energia Feminina, de cuidado com os outros, suas Mãos de Luz.

“O CURADOR”: mas claro, os Homens também podem exercer com muito carinho e competência a Missão de Curadores.

Ao lado, de abril de 2016, Dr. Maurílio. Ele já encerrou o expediente.

Sua esposa, que está grávida, veio buscá-lo pra irem pra casa.

Eu errei na angulação dessa foto. A cabeça deles ficou muito grande, as pernas muito pequenas.

Próximas 3: Marília atleta profissional, começando pela canoagem.

Eles ficaram parecendo anões. Que coisa, né?

Acontece. Alias esse é o que a psicologia chama de ‘ato falho’, quando através de um erro involuntariamente você revela um pouco do inconsciente.

Por que tantos desenhos de médicos, enfermeiras e hospitais em 2016?

Porque eu tive um problema sério de saúde nessa época.

Até fiquei 4 dias internado pelo SUS num hospital do Bairro Alto, Zona Leste de Curitiba.

E meu problema foi justamente nas pernas. Talvez essa a razão que elas saíram pequenas na imagem. Jung explica…

Tem mais: o nome do médico, Dr. Maurílio, não é em minha própria homenagem.

Na triagem da UPA (24h) do Centrão, o médico que conseguiu meu internamento – que foi o que salvou minha perna – era meu xará. 

Embora Maurílio não seja meu nome real, só o de guerra.  E daí foi batizado o personagem que ilustra essas páginas.

Mas o médico era realmente meu xará, mesmo na ‘vida real’.

………

3 retratos de Marília praticando esportes. Mas não uma pelada de fim-de-semana.

E sim atleta profissional, que vive disso, com a bandeira da Pátria Amada no uniforme e tudo. 

Já vimos ela remando, literalmente (janeiro de 2017). Praticando canoagem.

Depois ginástica olímpica, representando o Brasil no Pan-Americano de 2015, em Toronto, no Canadá (imagem de julho daquele ano).

E Marília Faixa-Preta, lutadora de artes marciais (janeiro de 2016). Apenas o quimono dela tem flores e borboletas. Pois Marília é uma “menina-menina”, e tudo nela é feminino.

Dessa vez aconteceu o problema inverso do médico e sua esposa:

A perna de Marília carateca também ficou desproporcional, mas dessa vez comprida demais.

Como eu disse, acontece….Fazer o quê?

……….

A Marília faixa-preta está na postagem que se chama “A Cigana Leu o meu Destino”.

A direita o desenho que intitulou a mensagem: Marília Cartomante.

Uma profissão heterodoxa, esotérica. Ainda assim, um ganha-pão.

Uma arte majoritariamente feminina, a de compreender e decifrar as Energias sutis do Plano Astral.

Majoritariamente sim, mas 100% não. Há Homens médiuns, que trabalham em Centros Espíritas (kardecistas e de umbanda).

Mas a esquerda Marília aí sim numa profissão exclusivamente feminina:

Professor de ioga.

Fazendo a dança do ventre. Seu corpo parece uma cobra, sinuoso, se remexendo com a música.

Ela avisa: “Estou de véu sim, mas….não estou casando” (junho de 2016).

……….

Por falar em víboras….não podíamos deixar de retratar a “Rivalidade Feminina”, tão comum nos ambientes de trabalho.

Marília ficou uns dias sem tirar as sobrancelhas. As colegas do trabalho não perdoaram. 

Ela está ‘por aqui’ com essas ‘Meninas-Veneno’ (setembro de 2017).

E vai fazer elas morderem a própria língua….ui…vão acabar no hospital!

Quem sabe aquela loira que vimos acima sendo atendida pela doutora não é essa colega de trabalho de Mari, após provar de sua própria peçonha?

……….

Pra irmos finalizando, Maurílio e Marília como professores de ioga.

Maurílio também é atleta (março de 2015). Lutador de boxe, os braços tão sarados!

Veja a ‘asana’ (‘postura’) “invertida”. Pra chegar nesse ponto de apoiar o corpo totalmente na cabeça tem que ser um grande Mestre, já está mesmo dando aulas (dezembro de 2015).

Bem, ele já foi a Índia. Só falta agora levitar…..

Marília também já foi a Índia, várias vezes.

Alias essa loira ioguina  que desenhei em julho de 2017 é uma homenagem a uma Mulher que existiu de verdade na matéria, e ela trabalhava como professora de ioga.

Estou a vontade porque meu marido está na estrada. Mas a noite quando ele chegar vou estar im-pe-cá-vel!!!”.

Trata-se de uma australiana que Infelizmente foi assassinada pela polícia em Mineápolis, EUA. Lamentável…

………

E fechamos com uma Marília dona-de-casa, a “Rainha do Lar” (abril de 2015). Que também é uma ocupação muito nobre, não reconhecida como deveria.

Usando a camiseta de posto que ela ganhou do marido caminhoneiro. Só que como ela é costureira, customizou em cima e embaixo, torou as mangas e barra.

Pra roupa mais masculina possível ficar feminina e delicada, como ela….

Que Deus Pai e Mãe Ilumine todos os Trabalhadores e Trabalhadoras do planeta, nesse Dia do Trabalho e pra Todo Sempre.

“Deus proverá”

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Descendo do Salto

São 2 desenhos inéditos, feitos em abril de 18. Começamos falando desse

VIAGEM PRO PASSADO: A CURITIBA DOS ANOS 80 E 90

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 14 de abril de 2018

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres

Marília grávida. E posando com o sapatinho do bebê (ela está esperando uma menina).

O cenário é a Ópera de Arame, no bairro Abranches, Zona Norte de Curitiba.

Mas espera aí: por que então ela está segurando seus próprios calçados na outra mão?

o outro é esse, Marília toma refri enquanto espera seu táxi, ela acaba de comprar um vestido. Abaixo comentamos melhor.

É simples: porque essa foto não foi tirada hoje, quando há a “Faixa do Salto-Alto” num dos cantos da ponte.

E sim logo que o teatro foi  inaugurado, no começo dos anos 90. A Ópera não se chama “de Arame”por acaso.

Não é só a estrutura que é de metal armado. A passarela de acesso também é.

Assim em 1992, quando ela abriu as cortinas pela 1ª vez, não havia como ir do portão de entrada até a plateia usando salto-alto.

Antes/Depois: não dava pra ir de salto no começo dos anos 90. Até que implantaram a ‘Salto-Faixa‘.

Aquelas Mulheres chiques chegavam ali, em seus sapatos de salto.

Mas não podiam prosseguir, porque os as pontas do salto se enroscavam, elas podiam cair e até se machucar, torcendo o pé ou algo pior.

Mais de perto, Marília com os sapatos da mãe (ela mesma) e da filha.

Aí…não havia jeito, tinham que “Descer do Salto”. Literalmente, não é maneira de falar.

Imagine a cena, elas ali, elengantérrimas, todas produzidas dos pés a cabeça: tinham ido ao salão fazer unha e cabelo, vestido social, e … salto-alto.

Mas o salto não passava. Elas tinham que tirá-los, e chegarem descalças ao teatro.

Iam segurando os sapatos nas mãos. Quem presenciou nunca vai esquecer, era até cômico de ver!

Obviamente essa situação não podia perdurar, tanto constrangimento.

Assim fizeram a ‘Faixa do Salto-Alto’ no canto da passarela, como dito antes e é notório.

Essa imagem não se relaciona com o texto: Marília grávida na China com Maurílio.

Observe a foto acima a esquerda, o ‘Antes’ (baixada da internet) e o ‘Depois’ (tirada por mim em 2016).

Soldaram uma chapa, assim agora é possível ir de salto na Ópera.

Felizmente a prefeitura considerou as necessidades femininas. Ufa!

Entretanto, vocês sabem,  aqui estamos numa ‘volta no tempo’.

Marília tirou esse retrato 25 anos atrás, sua filha já está adulta.

Porém na ocasião da gravidez, quando foi aos muitos parques da Zona Norte da cidade (a maioria deles então recém-inaugurados) pra fazer esse ensaio, não havia a ‘Salto-Faixa’ ainda.

E Marília não sabia. Aí ela também teve que ‘descer do salto’, literalmente.

Claro, ela podia ter tirado a foto descalça sim mas com a outra mão livre.

Agora vamos falar da gravura de Marília tomando um refri. Vocês viram acima que ela espera o táxi pra ir pra casa após comprar um vestido. Ela já está se imaginando de roupa nova….Coisa de Mulher, né?

O sapato dela não precisava ter aparecido se eles não quisessem mostrá-lo, alias.

Pois o fotógrafo (seu marido Maurílio, e quem mais seria?) podia simplesmente tê-la enquadrado da canela pra cima, ninguém nem ia saber desse detalhe.

Mas já que aconteceu assim, Marília desceu do salto fisicamente sim, mas não perdeu a pose.

Ela embarcou na brincadeira, não perdeu a oportunidade:

O sapatinho da menina numa mão, o dela na outra. 1, 2, 3, diga ‘xis’, foi.

Tá registrado pra Eternidade o momento. 

………..

COMPRA-TERAPIA: “NADA COMO UM VESTIDINHO NOVO PRA GENTE SE SENTIR LÁ EM CIMA”, PENSA MARÍLIA.

Pra fechar, como a legenda acima já indicou, falemos do desenho de Marília esperando o táxi, como uma sacola numa mão e uma garrafa de refri na outra.

Voltamos ainda mais no tempo. Aos anos 80. Quando os Fuscas dominavam as ruas do Brasil, inclusive nos táxis.

E o logo da Pepsi era o Tri-Color Clássico, branco, azul e vermelho dentro de uma bola.

(Nota: Coca-Cola é estabilidade, Pepsi é mudança.

O logo da Coca nunca se alterou, desde 1886 quando foi criado.

A filha de Marília: quando ela estava no útero, a mãe adorava tomar Pepsi. Mas a menina nasceu gostando do Taí! Que ironia, não? Deus é um cara gozador e adora brincadeiras…..

O da Pepsi muda o tempo todo, já são 10 no total. Pior que dinheiro brasileiro em épocas  de hiper-inflação.

A Coca só muda sua apresentação visual se…. for pra ficar igual a Pepsi!!! Pronto, falei!

Se você não viu esse flagrante total pessoalmente confira ele agora.)

……..

 Voltando a Marília. A sacola é de uma loja de moda feminina.

Ela foi comprar um vestido bem bonito, pra estrear num  dia muito especial.

Marília e Maurílio no México, em foto recente (2012). O táxi também é Fusca, o refri também Pepsi (com logo novo), mas dessa vez ele quem toma.

Já deu  certo. Ela chamou um táxi (a vendedora pediu a corrida no fixo da loja, na época não existia celular)  porque a ocasião merece esse luxo:

Mari não vai aguentar esperar o ônibus. Já que investiu no visual, gasta um pouco mais e tem esse conforto. Está ansiosa pra chegar em casa e se ver no espelho de vestido novo. E que garota não estaria?

No fim-de-semana vai sair com seu Amor, e vai com a roupa nova, óbvio. Ela vai ficar linda nesse vestido floral de verão, você não acha?

Deus Proverá.

Com o Rei na Barriga

 princesa marília: dessa vez uma princesa de verdade, coroada

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 1° de março de 2018

Publicamos um desenho chamado “a Princesa e as Flores”, em que Marília se sentiu uma princesa.

Porque andou de carruagem em frente a um castelo, em Vinha do Mar, Grande Valparaíso, Chile.

Mas lá era apenas uma brincadeira. Ela apenas se sentiu Real, sem sê-lo de forma real (com o perdão do trocadilho).

Assim como quando visitou ‘Hollywood’ ela se sentiu uma Estrela de Cinema.

Apesar disso, o convite pra estrelar a próxima super-produção ao lado do Brad Pitt ainda não veio…..rs.

Mas essa aqui é uma princesa de Verdade, de alguma monarquia europeia.

Coroa na cabeça, e luvinhas brancas nas mãos.

Marília na Praia de Carneiros (Pernambuco), de biquíni amarelo.

Trata-se, claro, de mais uma encarnação passada de Marília.

Marília é filha do Rei e da Rainha. Como o Casal Real não teve filhos varões e Marília é a mais velha, um dia ela será a Rainha.

E seu marido o Rei (esse dote pesou bem na escolha dele por ela, não?).

Ela está grávida. Seu filho se for Homem um dia também será o Rei, sucedendo seu avô e pai.

Os pombinhos em Boa Viagem, Recife.

(Ou seu primeiro filho do sexo masculino, caso esse seja uma menina. Machismo, é certo. Mas é assim que funcionava.)

Daí o título, Marília está – literalmente – com o Rei na barriga!

ISSO QUE É VIDA: LUA-DE-MEL NO NORDESTE –

Após o ‘sim’ no altar, jogar o buquê, o ritual todo, Marília e Maurílio saíram em Lua-de-Mel. Primeiro foram a Pernambuco.

Acima a esquerda uma foto que ele tirou dela na Praia de Carneiros, no Litoral Sul do estado.

Os três primeiros desenhos (dois são o mesmo em diferentes escalas) são inéditos, feitos em fevereiro de 18.

Agora adiciono outros que tratam do mesmo tema. A direita eles na capital, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife.

De mãos dadas em Fortaleza, a cidade do Sol, do Mar, das lagoas, do ‘funk’, e dos ônibus azuis (e brancos).

O avião pousou na capital pernambucana, alias o aeroporto é também na Zona Sul, perto de Boa Viagem.

Na praia eles pediram a alguém que estava ao lado pra tirar o retrato, consagrando o momento.

Marília amarra bem o biquíni, antes que a onda leve e ela passe a maior vergonha de sua vida!

Cruzes!!!! Melhor nem pensar, né? “Deixa eu reforçar bem esse laço”, ela pensa.

……….

Do Recife eles foram descendo de ônibus, uma parada em Carneiros, que fica no município de Tamandaré (não confundir com Tamandaré aqui da Zona Norte da Grande Curitiba, obviamente)

Embarcando novamente, chegaram a Maceió. Aí foi ela quem fotografou ele, Maurílio bem tranquilo a sombra de um coqueiro na Praia de Pajuçara. Ô vidão, hein amigos? Quem não quer??

Esse retrato também é inédito (fev.18): uma Marília Chinesa.

E de Alagoas foram, também por via aérea, pro Ceará. Novamente pediram a um outro banhista que os retratasse, molhando os pezinhos na Praia do Futuro, Zona Leste da capital Fortaleza.

O Casamento começou bem, não acha? Alias melhor não poderia ser…

………

Que Deus Ilumine a todos.

“Deus proverá”

Noite Feliz

Por Maurílio Mendes, o Mensageiro

Publicado no Natal (25/12) de 2017

É Natal!

E Marília foi as compras.

Ela resolveu se dar de presente um colar.

Por isso vemos ela na loja, a vendedora falando:

Marília Mamãe-Noel.

“Nossa, você ficou linda!”, essas coisas. Vendedor tem que vender, né?

Mas nesse caso Marília concordou.

A menina levou sorte, vai ganhar a comissão. Marília vai levar o colar.

Não tem mais como não levar. Foi um ‘caso de amor’.

Ela ficou encantada quando se viu no espelho.

Até pôs as mãos no peito como é um gesto característico seu.

………….

E Maurílio é o Papai-Noel.

Aproveitando o embalo: Marília de Mamãe-Noel (dir.).

Ela é uma garota muito vaidosa, e que gosta de chamar a atenção pela aparência.

De forma positiva, claro, sem apelar.

Por isso ela alugou essa fantasia, pra passar assim a festa de família:

Agora de verdade, Papai-Noel na boleia de um busão em Maceió. Confira o sítio Maceió Bus, do autor dessa foto.

De mini-vestido vermelho, barras e alças brancas felpudas, gorrinho típico na mesma configuração, e até um grande cinto.

Fez bastante sucesso. As crianças adoraram, e, por que não dizer?, os marmanjos também:

Eles pediram de presente . . . a própria Mamãe-Noel !!!! Pode isso????

Pode, pois é tudo em tom de brincadeira entre amigos, óbvio. Até porque o coração dela já tem dono.

………..

Papai- e Mamãe-Noel trabalhando na Viação Veleiros – leia a página da empresa que explica o projeto.

Já que falamos dele, não esquecemos de Maurílio, evidente. Ele igualmente se vestiu a caráter, e fez as vezes do Papai-Noel.

Só que ao contrário dela que pôs a roupa em casa, entre família e amigos, Maurílio foi trabalhar fantasiado: 

Dirigindo um Gabriela da Real Alagoas (o desenho a esq. mais pra cima na postagem).

Obviamente vemos que nesse episódio ele mora em Maceió-AL, uma cidade que ele adora! Nas folgas vai curtir a Praia em Pajuçara.

Repito os desenhos em escala maior.

Não é modo de falar, nem figura de linguagem ou ficção. Várias cidades brasileiras adotaram a tradição de decorar os ônibus com neon no Natal.

Especialmente no estado de São Paulo e no Nordeste, mas também em outros estados do Sul e Sudeste.

E pelo menos em São Paulo e em Maceió acontece isso mesmo, Papai-Noel na boleia, e a Mamãe-Noel na catraca.

………

Em tempo: Marília também dirige ônibus – e táxi. Só que nesses casos ela ainda não foi fantasiada. Por enquanto. . . .

 Feliz Natal e Bom Ano Novo a todos e todas.

E que Deus Pai e Mãe Ilumine todos os seus Filhos e Filhas em 2018.

“Deus proverá”

Trem das Onze

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 4 de dezembro de 2017

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres

Marília vai viajar – e vai de trem. Ao lado ela esperando na plataforma da estação.

Infelizmente hoje o Brasil com raríssimas exceções não conta mais com esse modal pra longa distância, praticamente se resumiu somente a trens suburbanos.

Mesmo esses não são aproveitados no potencial que seria ideal.

Existem em raras cidades e na maioria delas são poucas linhas, em muitas delas uma só.

No passado existiu mesmo o lendário ‘Trem das Onze’ na Zona Norte de São Paulo, imortalizado na canção de mesmo nome.

Breve levanto pra página o que escrevi sobre o tema, mas hoje como adianto já vemos a Estação Jaçanã:

Aquela que o compositor da música saltava pois morava no bairro.

………

Feito esse registro histórico, voltemos a ficção. Marília vai viajar de trem, cruzar o país.

Sim, no Brasil isso não seria possível. Mas em outras nações o transporte sobre trilhos ainda é a realidade.

Por exemplo, visitei Argentina e África do Sul em 2017. Em ambos a ligação entre suas principais metrópoles ainda conta com esse serviço.

Tentei nos dois casos utilizá-lo, mas por questões de agenda (não haviam viagens disponíveis nos dias que precisávamos) não foi possível.

Na Argentina fiz os deslocamentos internos de ônibus, e na África de avião.

Então vamos Marília viajando ao exterior, e lá indo de trem de uma cidade a outra.

Ela está toda elegante, com luvinhas brancas transparentes, como se estivesse num casamento.

Em sua mala, como notam na primeira imagem no topo da página, ela amarrou uma fita rosa, mesma cor de seu vestido, pra poder identificar na esteira do aeroporto quando é o caso.

magia cigana

Agora uma Marília cigana. Dançando.

Um casal cigano, na verdade. Pois seu marido Maurílio é quem toca pra ela dançar.

Já desenhei essa manifestação quando retratei Marília como “A Devota” de diversas religiões.

Nesse caso era um casal de umbandistas. E nada mais natural:

Afinal consideramos que os ciganos são uma das muitas linhas da Umbanda.

A religião tirou parte de seu rito justamente desse povo.

Que nos últimos séculos se estabeleceu no Leste Europeu, mas cuja origem é a Índia:

Esse país super-povoado que é a ‘Grande-Mãe’ de boa parte da humanidade.

…….

Por isso vemos (em 2 escalas) a Marília Cigana.

Cheia de colares, e de roupa vermelha. Sempre, né?

E dessa vez sem véu. Então aproveito o embalo e mostro mais duas Marílias ciganas, essas de véu.

Os desenhos vieram de outras postagens, clicando na ligação aparece em escala maior com mais detalhes:

Acima “A Cartomante”, lendo no baralho o destino de alguém.

E depois fazendo a Dança do Ventre.

“Deus proverá”

a “Viúva Negra”

A Marília original, ‘como a Natureza fez’: uma morena palito.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 7 de outubro de 2017

Todas as postagens de ‘Marília’ são dedicadas as Mulheres.

…….

Marília, quando jovem, teve um casamento infeliz. Seu marido não a respeitava: tinha várias amantes, traía-a com inúmeras outras Mulheres. E além disso era insensível com o que ela lhe pedia.

Pois não a via como sua companheira de verdade. Em sua visão egocêntrica, sua esposa não era uma pessoa com os mesmos direitos que ele. E isso fez muito mal a Marília.

Após anos procrastinando, ela finalmente resolveu se separar, quando os filhos já estavam mais crescidos.

“CORRIGINDO A NATUREZA”: DE UMA MORENA ‘PALITO’ PRA UMA LOIRA PEITUDA

“Agora vou ficar loira.”

Quando enfim se livrou desse peso, Marília ainda levou um tempo pra se recuperar do baque. Logo após o divórcio, ela estava deprimida.

Com a auto-estima em baixa. Se descuidou e não travava direito de sua aparência, e nem mesmo de sua saúde.

Assim ela ficou doente, de corpo e espírito, pois não via muita razão pra ser diferente.

Mas o tempo passa, e tudo muda. Marília se cansou de ficar nessa baixa frequência. Ela renasceu espiritualmente. “Daqui por diante, serei uma Nova Mulher”, ela prometeu a si mesma.

E pra espelhar seu espírito novo, ela decidiu modificar também seu corpo, pra dar um gás novo geral, em todas as dimensões.

Pra começar, ela fez o que sabia que tinha que ter feito a muito, mas agora foi: procurou o médico e tratou os problemas de saúde.

Pois esses eram somáticos, o corpo adoeceu por refletir um espírito enfraquecido.

Não foi só isso. Marília se renovou também na sua apresentação visual: primeiro, fez um implante de silicone nos seios, pra eles ficarem mais volumosos.

Aí ela foi ao salão de beleza e pintou seus longos fios, de negros pra loiros. Depois aproveitou o embalo e fez permanente no cabelo. Tudo isso vimos nas gravuras acima. Ao lado, o ‘antes/depois’.

………

E EIS A “VIÚVA NEGRA” –

Marília sempre foi vaidosa, desde criança. Na verdade desde o berço ela já tem as unhas pintadas.

Entretanto, quando esteve deprê, ela se deixou um pouco de lado essa parte também. Por aí vemos como esse casamento fatídico lhe mal.

A ‘Nova Marília‘: cabelos claros ondulados, e com ‘air bags’.

Pois essa era sua característica mais marcante desde a infância. Bom, natural, né? Se ela se deixou até adoecer, não ia ser pra estética que ela ia olhar com carinho.

Mas agora tudo isso é passado. Virou uma “Mulher de peito” (figurada e literalmente), cachinhos dourados, segura de si, ademais uma Mulher solteira.

“Agora Sou ‘A Viúva Negra’ “, ela se auto-definiu assim.

Seu ex-marido não desencarnou, ao contrário, ainda perambula por esse plano material que estamos. Mas pra Marília ele está morto, não existe mais. Não apenas a pessoa dele, como indivíduo.

E sim como arquétipo, como um padrão de comportamento se quiser definir assim. Querendo dizer com isso o seguinte: ela nunca mais vai ficar com um Homem egoísta, que não a respeite.

Marília é sensual e fogosa, e está bem viva. “Não sou ex-Mulher de ninguém”, ela brinca: “não é porque eu me divorciei que virei Homem. Ao contrário, Sou Mulher – e muito Mulher !!”. Ela gosta e sente falta da companhia Masculina. Mas desde que valha a pena, que isso esteja bem claro.

A “Viúva Negra”.

Marília paquera, joga charme, gosta de ser cantada (embora as vezes fique envergonhada, caso tenha dúvidas se o olhar é mesmo pra ela), dorme na casa de seu namorado, ou ele dorme na casa dela.

E quando ela está com alguém fica só com ele, pois Marília é Mulher de um Homem só. Porém, o pretendente tem que ser um Homem de corpo e Mente Masculinos, mas Coração sensível.

Ou seja: másculo sim (pois ela detesta os frescos e afetados que até se depilam, quem é a Energia Feminina do casal é ela). Mas ainda assim que Ame e apoie as Mulheres de Verdade, em carne e osso.

De cafajestes ela já está cansada, já quitou sua cota. E, mesmo que cumpra todos os critérios, ao menos por enquanto cada um em sua própria casa.

Dormem juntos em ocasiões especiais, mas diariamente não, exatamente pra magia não se esvair. Ela precisa desse recolhimento nesse momento de sua vida.

As pessoas perguntam se ela “não vai casar de novo?”. Marília responde: “Por quê não? Quem sabe um dia, né? Se o marido valer a pena, estou Aberta a possibilidade. Porém isso num futuro, próximo ou distante, Deus é quem Sabe o dia.

Porque por hora, usar véu . . .  só se for pra fazer a Dança do Ventre!!!! KKKK!!!”, ela se diverte. Por isso ela está de preto. Porque tão cedo não vai entrar num vestido branco de novo, ao menos não “aquele” vestido. Alias o que ela usou um dia já foi até cortado em dois.

Em escala maior.

E quem pode culpá-la? Marília já sofreu muito enredada em quem não valia a pena. Agora ela quer curtir essa Vibração de Ser a Sereia:

Encantar os Homens, mas eles é quem pulam em seu território, e não ela no deles.

……..

Que Deus Mãe e Pai a Ilumine pela Eternidade.

“Ela/Ele proverá”

Menina-Veneno

Marília ficou sem fazer a sobrancelha, por uns dias. Pra quê? Virou alvo dos comentários maldosos das colegas.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 7 de Setembro de 2017, independência da Pátria Amada

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres

Marília ficou uns dias sem fazer as sobrancelhas.

E esse pequeno detalhe estético gerou ácidos diálogos com suas colegas de trabalho.

Marília só se refere a elas com a pecha de “as recalcadas”.

E certamente é recíproco, as outras moças também devem vê-la em termos não mais elogiosos.

Pra se vingar, ela preparou uma armadilha: pegou uma pinça e afinou as sobrancelhas (“estava mesmo precisando”, ela admite)…

Digo, as garotas pensam isso umas das outras , mas não falam.

Nas suas trocas de farpas, elas se chamam por “querida” ou “amiga” – e mesmo “Meu Amor”!!!

A ‘Ironia Feminina’ no que ela tem de melhor, na verdade de pior: acidez revestida de falsidade.

Nas legendas nós vamos contando esse episódio, enquanto no corpo do texto filosofamos do porque disso ocorrer dessa forma.

……..

… só que nesse exato dia foi trabalhar de óculos escuros, pra que as ‘recalcadas’ pensassem que ela “tinha algo a esconder”. Deu certíssimo, as ‘invejosas’ falaram exatamente o que Marília queria.

As Mulheres competem muito entre si, vocês sabem melhor do que eu. E a arma usada é sempre a malícia, a intriga.

Em todos os escritórios que trabalham várias gurias é a mesma coisa: formam-se panelinhas antagônicas, cujo passatempo de suas membros é desancar as ‘rivais’.

Sem que isso gere um enfrentamento direto. As vezes falando pelas costas.

Em outras oportunidades frente-a-frente mas com comentários maldosos, sem que a coisa desande pra agressão física.

………..

Não é nenhum tipo de machismo o que estou afirmando aqui.

Afirmaram na frente de várias pessoas que a sobrancelha dela estava grossa. Mas não estava. Engoliram o próprio veneno.

Até porque o Homem, quando quer tirar satisfações, faz bem pior.

90% dos assassinatos, e quase todas as guerras e ditaduras sangrentas da história da humanidade foram comandadas pelo sexo Masculino (a matéria que produzi sobre a África do Sul ilustra bem).

Então não estou de forma alguma criticando as Mulheres e dizendo que nós Homens “amamos mais o próximo”, porque exatamente o oposto é que é verdadeiro.

O Homem sempre partiu pra agressão física contra seu oponente (outros Homens, as Mulheres e mesmo crianças) toda vez que julgou que sairia vitorioso do embate.

Vou inserir aqui desenhos que não se referem diretamente ao texto ao lado, mas que por algum motivo se relacionam ao tema. Começo mostrando que não é a 1ª vez que Marília (de amarelo) fica com as sobrancelhas sem tirar. Mas aqui ela era uma adolescente tímida, e uma amiga mais experiente lhe deu uma ‘aula de feminilidade’.

Daí natural que a Mulher, até pra se defender, tenha desenvolvido a malícia, pra derrubar um adversário sem necessitar entrar em choque físico com ele.

………

Então, repito, não almejo criticar as Mulheres, ao contrário, toda a série sobre ‘Marília’ visa homenageá-las. Mesmo nas características femininas não tão ‘iluminadas’.

Nós seres humanos, de ambos os sexos, com raras exceções não somos Iluminados. Ao contrário, como o Yin-Yan mostra, Luz e trevas convivem em nós.

Pelo motivo que for, o fato é que muitas Mulheres do século 21 são maliciosas. E usam e abusam da ironia pra acertar suas “Rivalidade Femininas’.

Marília fica até roxa de raiva com a provocação.

Aqui nós voltamos a Marília e suas colegas da outra panelinha que há no local de trabalho.

Veja: sim, Marília está com as sobrancelhas grossas. Porém “o que as outras têm a ver com isso, afinal???”, Mari não se conforma.

Nenhum Homem lhe criticou por sua aparência. Mas as Mulheres . . . affffff!!!

Não é a primeira vez que tiram sarro de Marília por excesso de pêlos em seu corpo, um namorado fez o mesmo. Bem, ele virou ex-namorado por causa disso. Pelo menos ele Marília pôde mandar sumir de sua vida, poder que ela não tem com as colegas – teve que bolar essa vingança.

Falam da “Amazônia”, passam as mãos em suas próprias sobrancelhas como notam a direita, colocam pinças e panfletos dos salões de beleza em sua mesa, chegam mesmo a imitar macacos.

Não falta criatividade pra criar novos métodos de irritá-la.

“Se essas invejosas usassem todo esse talento pra trabalhar, ajudando a resolver os problemas da firma . . .”. ela pensa.

E conclui: “elas já seriam as presidentes, no mínimo diretoras da corporação, teriam sua própria sala lá na matriz”.

As “recalcadas” não são o único espinho na vida profissional de Marília. Ela detesta ter que trabalhar nesse uniforme azul. Por isso abusa das bijuterias, esmalte e maquiagem, pra feminilidade vencer a uniformização celeste.

Marília espuma de raiva, mas não pode fazer nada, esse tipo sutil de assédio não é criminalizado.

“Grrrr… Se ela mordesse a língua, seria internada num hospital em estado gravíssimo”, ela pensa.

“Taí a solução”, lhe veio um estalo: “O jeito é fazer essa _______ (impublicável) engolir seu próprio veneno”. Assim foi feito.

“Quem ri por último ri melhor, ‘queridinha’. KKKKKK” – eram as gargalhadas silenciosas de Marília ao virar o jogo, ao vexar publicamente quem fazia isso com ela.

……….

Pra sermos imparciais, temos que reconhecer que tudo no Universo é relativo.

Pras outras garotas, pode ser que Marília é quem seja a ‘Serpente Venenosa‘.

Marília comprando vestidos. Aqui também há uma certa “falsidade feminina”, a vendedora também usa palavras doces que ela não Sente em seu Coração, só visa vender. Mas como não há acidez, Marília aprecia ouvir os ‘falsos elogios’: “Ui! Me Engana que Eu Gosto”.

Afinal, reconheçamos, Mari não é mais bondosa com as rivais que elas com ela. Também usa de ironia, falando em ‘Amor’ quando está na verdade fervendo de ódio, daí o “Menina-Veneno” do título.

Pode mesmo ser. Seja como for, um dia é da caça, outro da caçadora.  Hoje, foi Marília quem desferiu um tiro certeiro, e levou a cabeça de sua rival como troféu.

Pode ser que outro dia seja o contrário, afinal o confronto perene e não-racional é exatamente o que caracteriza as ‘Rivalidades Femininas’.

Só acaba quando uma sai da firma. Como nem Marília nem suas inimigas pretendem sair, vamos ver o que acontece amanhã.

Aquela que for mais ágil com as palavras ri por último, a outra morde a própria língua. Quem viver verá.

Deus Mãe e Pai proverá.

Negócio da China

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 17 de agosto de 2017

Maurílio e Marília na China.

Em P-&-B, eles observando a famosa linha de prédios do Centro de Xangai, na outra margem do rio.

Ela estava quase dando a luz a filha do casal. Como a gravidez corria bem, arriscaram a viagem inter-continental.

Deu tudo certo, a menina teve o privilégio de visitar o Oriente ainda no útero.

Ao passarem pela capital Pequim, foram conhecer a Muralha.

Segundo se diz, a única obra feita pelas mãos do Homem e da Mulher que é visível da Lua.

Não sei é verdade. Mas pelo menos é verossímil, o Grande Muro é realmente colossal.

………..

Tudo na China é colossal.

Pequim e Xangai, suas capitais política e econômica, têm as duas maiores redes de metrô do mundo.

Noturna da capital Pequim.

Não tem jeito, o Eixo da Terra está se inclinando pra Ásia.

A passagem de bastão da Civilização Europeia (da qual os EUA são parte, alias são o ápice) pra Civilização Asiática não apenas é inevitável.

Como é inclusive um processo benéfico. É a Cura da Mãe-Terra.

A cena clássica da Beira-Rio de Xangai.

Já desenhei uma Marília no metrô de Pequim. Mas aquela era local, uma chinesa nativa:

Olhos negros e pele cor-de-cobre, como podem conferir na cena dela parada na estação, a esquerda acima.

a Marília de hoje é brasileira, ruiva.

………

MÃES E FILHAS –

Em nossa incursão anterior “Do Ocidente ao Oriente”, fomos mais uma vez a Índia.

Desenhei uma Marília Indiana com sua filha, andando pela cidade, e elas encontraram uma ‘Vaca Sagrada’, solta nas ruas como é tradição lá.

Dessa vez a Marília é brasileira e, grávida, visitou a China. Me repito, isso foi dito acima.

Pois bem. A menina nasceu, ruiva como a mãe.

O tempo nunca para de passar, e alguns anos a frente vemos a filha de Marília e Maurílio num aniversário de criança.

Uma ‘coelhinha‘, com a tiara de orelha de bichinhos, como está na moda entre as pequenas.

Ela e os amiguinhos, de ambos os sexos, estão brincando na piscina de bolinhas, que a garotada adora.

Mas agora vamos deixar os meninos de lado, e mostrar uma brincadeira que (por motivos óbvios) só as gurias fizeram:

Elas pegaram as bolinhas de plástico e puseram sob as roupas, simulando já possuírem seios.

“Olha, mamãe, já estou mocinha”, chamaram suas progenitoras pra conferir o resultado.

Algumas delas até apertaram seus recém-adquiridos peitos de Mulher, pra conferir como eles estavam ‘volumosos’.

………

Nos focamos bastante na Energia Feminina, da gravidez as brincadeiras de menina.

Pra equilibrar, vamos ver um pouco da Energia Masculina.

Marília e Maurílio foram jogar futebol. Sim, as vezes ela joga junto com os Homens, pois nem sempre há quórum pra fechar dois times femininos. Isso já sabem, eu já levantei esse desenho em outra postagem.

A diferença aqui é que eles estão tatuados:

Marília tem uma sereia na perna, e Maurílio um escorpião no peito.

O ‘XERIFÃO’ DA ZAGA: A ‘COZINHA’ TEM DONO –

Dessa vez os times estavam uniformizados, daí Maurílio vestiu a camisa verde que trazia nas mãos no caminho. Assim os adversários não viram sua tatuagem. Mas eles logo entenderam a metáfora do escorpião:

Maurílio joga na zaga. E joga bem. Domina com maestria a arte de dar carrinhos, Energia Masculina por excelência.

Ele é um Homem alto e encorpado, e sabe usar a força e a inteligência pra dar o golpe na hora certa. E sem ser falta.

Se você conhece as regras desse jogo, o sabes: pegando antes na bola não é infração, não importa que o o jogador do outro time acabe voando longe com o impacto.

Em escala maior o casal na Muralha da China, a “Coelhinha” quase vindo ao mundo.

Na imagem a direita eu fiz inclusive a ‘aura’, mostrando a força da perna de Maurílio no lance, e como o atacante sentiu:

De fato ele foi arremessado a 2 metros de distância. Mas não foi falta. Mais: foi dentro da área, e não foi pênalti, só escanteio.

O centro-avante do time azul estava de cara pro gol, ele e a pelota que sobrou limpinha a seus pés. Já até visualizava a comemoração, era só empurrar pras redes.

Ops . . . pense outra vez. Não deu tempo. Como um raio, Maurílio surgiu nas pernas dele, tal qual um escorpião dando o bote. Já que no carinho o defensor fica na horizontal no solo e suas pernas parecem o ferrão, a analogia com o bicho é perfeita.

Marília é quem explica: “Sou delicada como uma Sereia. E Maurílio é letal como um Escorpião”.

Não vai aqui qualquer machismo. A Sereia, como sabem, é tão letal quanto uma serpente, tubarão ou qualquer predador temido.

Apenas a Sereia derruba suas presas de um modo feminino, atraindo-as até ela, e não se lançando sobre. Exatamente como faz a Tarântula (a “Viúva Negra”), que, bem, é outro símbolo da Feminilidade Mortal.

E Deus Pai e Mãe (eu disse que não há qualquer machismo) proverá.

Vaca Sagrada

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro.

Publicado em 30 de julho de 2017.

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres.

……..

Vamos pro Leste, galera, fazer mais uma série sobre a Ásia

Abrindo muito bem essa sequência, hoje vemos Marília com sua filha na Índia.

Como se sabe, nesse pais as vacas são sagradas, veneradas como animais santificados.

Inclusive segundo a crença local esses bichos podem alcançar a Iluminação e atingir o estágio que no Ocidente se denomina ‘santo’.

Por isso elas ficam soltas pelo meio das ruas, inclusive nas grandes metrópoles.

A menina é mais escura que a mãe, porque o pai é um indiano de pele marrom, mas nariz e cabelos finos.

Se essa te parece a definição de um índio, bem, o termo ‘índio’ se origina exatamente na Índia.

OM – MARÍLIA, A IOGUINA –

Agora uma Marília brasileira. Digo, nascida, criada e moradora de nossa Pátria Amada.

Mas, em Espírito, ainda estamos na Índia: uma professora de ioga – ou Yôga, como alguns preferem.

Acima, ela trabalhando, ensinando a seus alunos as posturas dessa filosofia multi-multi-milenar.

E nas próximas 2 tomadas essa mesma Marília loira de olhos claros em momentos de folga.

Daí ela pode soltar o cabelo, usar vestidos e se produzir, colocando bastante bijuteria e até um hibisco no cabelo.

…………

Outras postagens relacionada a Índia/ioga:

– Marília em frente ao Taj Mahal, na Índia;

– Ela nesse mesmo país oriental, sobre um elefante;

– Outra Marília ioguina, dessa vez numa postura diferente, no solo;

– Seu Grande Amor Maurílio também é iogue, fazendo a Invertida;

– Ele igualmente foi a Índia, e lá se Iniciou nos Mistérios do Oriente;

Marília Cigana (os ciganos vieram dessa exata mesma Índia).

Abaixo repito os desenhos em escala maior.

Próxima Parada: China. Já desenhei, separadamente, tanto Maurílio quanto Marília chineses, ele soldado e ela no metrô de Pequim, o maior do mundo.

Mas agora veremos um casal de brasileiros visitando a China (ela nas últimas semanas de gravidez), na Muralha e no Cenbtro de Xangai.

OM – Pra tudo se alinhar, veja meu apelido aqui na página:  “O Mensageiro”. As iniciais dele são “O.M.”. Ou seja, formam exatamente a ‘Sílaba Sagrada’ OM.

Hare Rama, Hare Sita. Louvado é Deus Pai & Mãe.

“Sou muito Mulher!!! Não são uns cabelinhos no braço que vão mudar isso!”

“Deus, tou parecendo um macaquinho. Ou pior, um… um Homem!! Ri-ri”. Marília, dramática, se diverte ao ver seu braço sem raspar.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Levantado pra pra página em 7 de julho de 2017 (07/07/17)

Publicado (via emeio) nos invernos de 2013 e 2014

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres, essa especialmente.

Nessa mensagem as ligações estão em verdepois o azul indica a fala dos namorados de Marília.

Curitiba é a capital mais fria do Brasil. Em 2017, como em praticamente todos os anos, o inverno está sendo congelante. Assim Marília, como fazem quase todas as Mulheres, se depila menos no frio.

“Que nada. Sou Mulher, e muito Mulher!”

Mesmo quando está mais quente essa já é a tarefa mais chata da ‘Via Sacra Feminina‘. Com os termômetros lá embaixo então piora tudo, os pelos não saem direito, coça, a gilete ou a cera irritam a pele.

A mesma dificuldade que os Homens têm de se barbear com baixas temperaturas. Mas deixemos a dimensão Masculina pra outra hora, pois aqui chegamos a mais uma aventura de Marília (o desenho acima e ao lado são de um emeio de 9 de maio de 2014).

Num dia de manhã, inverno curitibano no auge, temperatura pouco acima do 0º. Marília sai do banho, olha pros seus braços que estão ‘ao natural’. Sempre dramática com relação a sua aparência, ela pensa:

“Deus, que floresta, a Amazônia está longe de se extinguir! Tou parecendo um gorila. Ou pior: um … um Homem! Ri-ri.” Mas ela se consola: “Tou atrasada, não dá tempo de raspar, vai assim mesmo”.

Na rua, com umas quatro camadas de roupa a cobrir seu corpo, ela ri do fato de dizer que parecia Homem.

“A gente vai sair hoje. Mas se ele for diferente do outro [que nem gosto de lembrar], não será problema. Daqui a pouco eu descubro”.

Que nada, Sou Mulher, e muito Mulher! Não por outro motivo tou de saia nesse frio. Não são uns cabelinhos no braço que vão mudar isso“. Ademais, Marília  pondera:

“Com tanto casaco ninguém vai ver mesmo. Meus pelinhos tão mais escondidos que a fórmula da Coca-Cola, kkkkk”, ela dá risadas.

A seguir Marília recorda um fato importante: “Digo, talvez alguém me veja assim, como uma francesa; ele (seu Grande Amor Maurílio, claro) ficou de me pegar no escritório pra gente sair”.

“Se ele gostar de mim de verdade, sabe que eu não sou um manequim, sempre naturalmente lisinho, então isso não será problema”. Vai ser um teste definitivo pra ver se o namoro continua. Ela espera que sim, que seu atual não seja um boçal quanto o ex.

“da água pro vinho”: de um namo conquistador barato pra outro que entende as mulheres

“Mari, o inverno deixou você bem relaxadinha com a depilação, né?” “Cafajeste machista! 3 meses sem me procurar, me liga de surpresa, e queria que até sob neve eu tivesse como uma princesa te esperando???”

Marília está traumatizada, uma vez ela terminou com um rolo seu por causa desse motivo, sabia? É isso que vamos ver agora.

Nevou em Curitiba em 1975. Após essa data se passaram 38 anos até nevar de novo em 23 de julho de 2013. Fiz o desenho a direita  em 27/07/13, somente 4 dias depois portanto.

(Nota: no retrato original a garota está só de calcinha. Por computador Marília ‘vestiu’ um sutiã, pra não exibir os seios em público. No detalhe em escala maior que mostra ‘os pelinhos da discórdia’, a alça não aparece.)

Os próximos 3 desenhos não se relacionam com o texto. Esse (repetido acima da manchete) mostra Marília como uma dona-de-casa. Seu marido é caminhoneiro. Como está sozinha em casa, ela não está das mais chiques, inclusive espaçando a depilação. Mas ele já ligou dizendo que vem jantar em casa. “Vou estar impecável pra recebê-lo”, ela assegura. A noite promete!

Então vocês viram como estava frio no Paraná no inverno de 2013. Uns meses antes, Marília viveu ‘um Amor de Verão‘. Um daqueles romances rápidos que acontecem na praia, e que “não sobem a serra“.

Ou assim esse rapaz de olhos verdes e que não é calvo (o paquera de Marília nas noites de carinho passadas a beira-mar) planejava, usar ela e a seguir descartá-la. Um conquistador, um ‘Casanova’ moderno.

Mas Marília era uma moça ingênua, romântica, e acreditou nas promessas dele de que ficariam juntos. Quando voltaram a capital, adivinha?

Ele não ligava mais pra Marília, geralmente não atendia mais as chamadas dela, e quando o fazia inventava desculpas pra não se verem.

Marília, apesar dele não merecer, sentia sua falta, e lágrimas lhe corriam pela face Coisa de menina apaixonada, claro, mesmo que pela pessoa errada. Parou de telefonar pra não se humilhar mais, mas no fundo ainda ansiava que ele a procurasse.

Até que em julho, no auge do frio, praticamente embaixo de neve e não é modo de falar, ele entrou em contato e pediu pra vê-la. Provavelmente nenhuma das outras com quem ele se divertia estava disponível, aí como um estepe o rapaz se lembrou de Marília.

Marília se arrepia só de pensar em ter que raspar as pernas nesse frio!

Marília estava sem ninguém, e com o clima congelando – e portando ela coberta de casacos da cabeça aos pés – ela estava sem depilar seu corpo.

Como ele ligou no meio da tarde já marcando pro mesmo dia, não houve tempo dela se preparar como gostaria.

Ingenuamente no seu ‘Coração de Mulher’ apaixonado, Marília achou que ele gostava dela, então isso seria o menor dos detalhes, que “o importante era estarem juntos”.

Doloroso engano! Quando já estavam sem-roupa, ele ergueu os braços dela e resolveu fazer graça: “Pôxa, Marília, você já foi bem mais cuidadosa com a depilação, hein? O inverno deixou você bem relaxadinha…”

“Veneno de Mulher”: Marília ficou uns dias sem fazer a sobrancelha, e suas colegas de trabalho não perdoaram. O namorado tirou sarro de Marília porque ela pulou a depilação e virou ex por causa disso. Marília bem que gostaria de ter o mesmo poder de nunca mais ver essas ‘recalcadas’, mas não pode fazer nada – exceto bolar uma vingança pra serpente morder sua própria língua. É a ‘Rivalidade Feminina’, que não perdoa deslizes na aparência da outra.

Pra quê? Cutucou a onça com a vara curta. Ela já tava ressentida de ter sido abandonada, mas por gostar dele acabaram se vendo quando ele enfim a procurou.

É o Coração de Mulher, que Ama as vezes mesmo sem reciprocidade. Agora, abandonada e ainda cobrada, aí não. Isso é demais.

Quem fala o que quer ouve o que não quer. Então ela disparou: Seu cafajeste machista!!! Primeiro, fica mais de 3 meses sem lembrar que eu existo, e eu fiquei sozinha, não tava com ninguém.

Se ao menos me chamasse com um dia de antecedência, claro que eu teria me arrumado.

Mas não. Depois de um século você surge do nada, no auge do frio – até nevando está! – e queria o quê, que eu estivesse como uma princesa te esperando?

No fim foi bom. Ela ficou furiosa, e enfim rompeu as ilusões. Ele (cinicamente como sempre) pediu desculpas, até passaram a noite juntos. Mas foi a última.

O resto de Amor que ela sentia acabou ali. No dia seguinte cedo ela riscou o telefone dele das agendas (de papel e do celular) e decidiu que estava encerrado em definitivo. Tem mais: os Homens estão dispensados de passarem lâminas, cera quente e ‘laser’ em seus corpos.

Maurílio foi de surpresa ver Marília. Ela morreu de vergonha porque não esperava visitas, então estava ‘a vontade’.

Assim, que tenham pelo menos um pouco de tolerância com as Mulheres – especialmente quando está nevando ou perto disso!

No seu caso particular, Marília decidiu que jamais voltaria a ficar com outro Homem machista, fútil e preso somente as aparências materiais.

Não me interprete mal. Marília não reclama de se depilar. Sim, no inverno ela espaça um pouco, como quase todas as Mulheres também fazem o mesmo.

Mas no calor, pra usar roupas de alcinha ou tomara-que-caia, evidentemente ela está sempre impecável. Mesmo no frio, nas primeiras paqueradas com um rapaz é óbvio que ela vai lisinha como uma seda vê-lo.

Isso quando o encontro é programado com antecedência, e ela sente que vale a pena investir na relação. Agora, o cara a evita por um tempão, chega de surpresa, e ainda quer fazer piadas as custas dela. “Vai se catar”, Marília ficou furiosa.

“Oras, por que tanto drama? Vamos ver o que você esconde com tanto afinco”.

E o garoto de olhos verdes virou só uma amarga lembrança. O tempo passou e ela conheceu Maurílio, que é calvo e de olhos castanho-claros. Eles estão se curtindo, Maurílio gosta de Marília de verdade, e está só com ela. Ela sente isso.

Um dia, como vemos nos 3 últimos desenhos (feitos em 26/08/14), Maurílio foi visitar sua Amada de surpresa. Como apesar do inverno esquentou um pouquinho, e ela não contava ver nem a ele nem a ninguém, Marília estava de ‘shorts’, regata, mas sem se depilar.

Ela ficou quente e rubra de tanta vergonha, e tentou tapar seus bracinhos peludos. Mas delicadamente ele pegou suas mãos e ergueu-as. Marília tremeu, pois veio-lhe a mente a lembrança anterior.

A exata mesma cena, ela sem se depilar, o rapaz segura e levanta seus braços. “É agora, não tem jeito”. Sem escolha, Marília cedeu. “Bem, ao menos dependendo do que ele falar descubro se é igual ao outro (urgh!, que descanse em paz!!!) ou se é mais gentil”.

“Querido, estou …tou um pimentão de vermelha!”. “Mas Mari, você tá uma graça com esse ‘charme europeu’…rs’.

Maurílio foi gentil. Fez uma brincadeira com ela, como visto ao lado. Marília ficou encantada. Viu que a Vida sorriu pra ela.

De um machista que só se aproveita das Mulheres ela agora tem um namo que se empatiza o sexo feminino.

Final feliz, ela no colo dele, de braços e pernas (em “estado bruto”) pro ar. “Ufa! Esse sim entendeu que eu não sou de plástico.

Homem que gosta de Mulher de verdade gosta da gente em carne e osso. E, de vez em quando, até com uns pelinhos……kkkkk!!!!”

Deus proverá