1º de Maio, Dia dos Trabalhadores e Trabalhadoras

Por Maurílio Mendes, o Mensageiro

Publicado em 1º de Maio de 2018, Dia do Trabalhador e Trabalhadora.

Por conta da data, vamos fazer uma homenagem, mostrando Marília e Maurílio trabalhando.

Mais ela, porque nessa dimensão dos desenhos eu foco mais na Energia Feminina. Mas há tomadas dele pegando no batente também.

Pra isso fiz uma compilação nos arquivos.

Marília executiva, trabalhando no computador até na hora do almoço.

Assim ao lado das imagens eu vou colocando a ligação pra matéria original, e a data que o desenho foi feito.

……….

Começamos os trabalhos, já que hoje é Dia do Trabalho, com Marília trabalhando em casa de família.

Uma família rica, que fornece até uniforme pra ela.

O desenho foi publicado (via emeio) em 1º de Maio de 2012 (essa atual postagem que você lê agora marca o 6º aniversário da gravura portanto).

Próximas 2: Maurílio bombeiro.

Subiu pra página em 26 de maio de 2015, na postagem chamada ‘Magia Feminina’.

Lá eu escrevi: “1º de Maio, Dia da Trabalhadora“, exatamente pra homenagear as trabalhadoras domésticas.

…….

Não vai qualquer machismo, claro, de representar as Mulheres somente em profissões braçais.

Pra equilibrar, a direita acima Marília como Mulher de negócios.

Executiva, diretora de uma corporação, ou profissional liberal de sucesso. Bem remunerada. Mas muito exigida também.

Tão ocupada que não tem tempo de relaxar, nem na hora do almoço.

Ela mal acabou seu prato mas já ligou o computador pra voltar a trabalhar.

Toma o sorvete já vendo e adiantando os compromissos e tarefas da tarde. Imagem de julho de 2017, na mensagem “Rosa-Choque”.

…….

Chegou a vez de Maurílio. Duas cenas dele trabalhando como bombeiro.

Primeiro em ação, combatendo um incêndio que eclodiu em alguma parte da cidade.

E no retrato 3×4 em preto-&-branco ele orgulhoso do dever cumprido, ainda de capacete mas sem a máscara de oxigênio.

Obviamente só poderia ter sido publicado na mensagem que se chama “Servir & Proteger”, de junho de 2017.

……….

No decorrer da página ainda veremos outras cenas de Maurílio como militar.

Marília pilotando um ônibus urbano.

Agora uma Marília como caixa, num mercado. Desenho de março de 2012.

A mensagem tem o título da fala dela: “São Dezenove Reais e oitenta centavos”.

……….

Maurílio na boleia de um caminhão.

E também um Táxi-Fusca.

E não qualquer caminhão obviamente, mas o “clássico dos clássicos”:

Um Jacaré Scania – aquela marca que quem ouviu uma vez o ronco não esquece jamais.

Feito em junho de 2015. Claro que só poderia subir pro ar como “O Rei da Estrada”.

Repare na camiseta de posto dele.

Mais pra baixo aparecerá Marília, sua esposa, usando uma delas também.

……..

Agora Marília trabalhando como motorista.

E duplamente, num ônibus  e num táxi.

O busão é de Pinhais, na Zona Leste da Grande Curitiba.

E o táxi, que é um Fusca (o carro mais querido da história da humanidade), do Rio de Janeiro.

Marília, “A Rainha das Ruas”, agosto de 2016.

……..

“Imobiliária, bom dia”.

Desenho de setembro de 2014.

Marília telefonista. Na versão sem e com óculos, pra você decidir como ela fica melhor.

Na verdade ela está atendendo o telefone.

Mas ela não é telefonista ou secretária, é isso sim uma agente imobiliária.

Profissão que está sendo dominada pelas Mulheres.

Fato que constatei, além do Brasil, também na República Dominicana e África do Sul.

………

“Correio” – desenho de outubro de 2017.

Publicado na postagem “O Preço de Ser Bela”.

……….

Aqui retratamos Maurílio e Marília trabalhando ao mesmo tempo.

Ele é fotógrafo profissional, ela modelo.

Estão produzindo uma campanha publicitária pruma marca de refrigerante.

Maurílio adora tirar fotos, especialmente de sua Amada Marília.

Quando eles podem então trabalhar juntos é melhor ainda.

Desenho de dezembro de 2016, que atualizou a mensagem “Em Dose Dupla”.

……….

“Sobe” – agosto de 2016: Marília trabalhando como ascensorista.

Uma profissão que quase não existe mais. Mas não esqueça do ‘quase’.

Embora esteja praticamente extinta, não acabou de todo.

Em 2016 fui a um hospital de Curitiba, e havia sim uma ascensorista.

Então que fique registrado, na segunda metade da segunda década do século 21 ainda tinha gente que ganhava a vida assim:

Fechada no elevador apertando os botões pros passageiros serem poupados dessa função.

E Marília é sempre feminina, chique e charmosa, mesmo o dia inteiro sentada num banquinho enquadrada numa caixa de metal. Tanto que o executivo gostou dela….

……..

“Soteropolitano” (janeiro de 2017):

Maurílio é “moto-boy”, faz entregas de moto. Passa o dia montado no seu instrumento de trabalho sob Sol forte nas ruas de Salvador-BA.

A direita vemos ele enfrentando o trânsito pesado na Avenida Suburbana.

……….

Desenho de setembro de 2012:

Marília trabalhando de garçonete (ou copeira). Ela tem que usar esse uniforme azul, o que ela não gosta. Mas são ossos do ofício.

Pra compensar, ela usa vestidos bem coloridos pra ir e voltar do serviço.

Por isso a postagem se chamava originalmente “Toda Roxinha – em Rebelião Feminina e Silenciosa contra o Uniforme.”

……..

Pra ficarmos na mesma frequência, ela de novo de uniforme azul. Mas agora ainda menos feminino:

É uma farda. Em março de 2014, retratei Marília trabalhando como segurança.

A mesma situação, mas ainda mais forte, uma roupa ainda menos feminina, como dito e é notório.

Por isso quando está em casa ela abusa dos vestidos multi-coloridos, maquiagem, bijuteria e cabelos soltos. 

Assim, a mensagem se chamou “Dia de Trabalho, Dia de Folga”.

……..

Acima e ao lado, vamos ver agora Maurílio de farda, servindo ao Exército.

Em dezembro de 16, no Exército Vermelho do Povo Chinês (esq).

em janeiro de 18, do Exército do Paraguai. Guardando o “Encontro das Águas” da Tríplice Fronteira (dir.).

(Nota: alias tanto a cidade de Foz do Iguaçu no Brasil quanto de Cidade do Leste no Paraguai – que são fronteiriças e ligadas pela Ponte da Amizade – foram justamente fundadas como guarnições militares pra defender os respectivos territórios nacionais.)

………….

A esquerda e acima da manchete: Marília no ofício de (mani e) pedicure.

Lutando, pra que suas clientes possam brilhar, serem admiradas pela aparência.

Por isso está também na mensagem “O Preço de Ser Bela”.

……….

De volta ao transporte.  A direita acima, direto de Maceió, Alagoas:

Maurílio também dirige ônibus. E vestido de Papai-Noel.

Desenho de agosto de 2016, inserido na mensagem “Áureos Tempos”.

E na catraca, Marília de cobradora. Mostrada assim em maio de 2012.

A cobradora (“trocadora” em várias partes do Brasil) não deixa de ser uma caixa.

Assim emendamos com duas cenas dela como caixa.

Dessa vez sem estar dentro de um veículo em movimento.

Acima no banco, feito em janeiro de 2016.

E exatamente um ano depois (jan.17) essa ao lado:

Marília sempre elegante, combinando a maquiagem, unhas e roupa, tudo no mesmo tom:

O Raio Laranja. E ela olha que ela nem é holandesa….

………

“Tudo Bem Limpinho” (junho de 2014):

Mais uma vez Marília como faxineira, de luvinhas e tudo.

Muitas vezes ela usa luvas, geralmente brancas, quando quer ficar bem elegante, se sentindo uma princesa (ou mesmo sendo uma de verdade, em encarnações anteriores).

Mas aqui as luvas são por motivo diferente, obrigação profissional mesmo.

Em mais uma homenagem as Mulheres que fazem serviço doméstico, fiz em fevereiro de 2015 esse retrato em Preto-&-Branco.

Aqui o cabelo está preso, pra ela poder trabalhar. Na rua ela solta. E, vejam vocês, bateu uma rajada de vento e levantou tudo. Ela se sentiu a própria Medusa. Mulher dramática……

…….

Falar em cabelo, vamos voltar ao “Templo Feminino”: o salão de beleza.

Em imagem de janeiro de 2014 (também em P&B) Marília depilando a perna de outra Mulher. Puxando a cera….aiiiii!!!

E agora em cores, cena de novembro de 2013.

Nota: aqui vou inserir várias imagens em que estão duas Mulheres.

A princípio, o foco é que Marília seria quem contrata e recebe o serviço.

Mas bem pode ser o contrário, por que não?

Alias eu já escrevi isso na postagem “Em Dose Dupla”, que hospeda essa gravura acima:

“Marília sendo depilada no salão. Ou não, né? Sendo 2 Mulheres, também pode ser que Marília é a depiladora, trabalhando aplicando a cera numa cliente.”

A mesma lógica se aplica as cabeleireiras. Quando desenhei, pensei a princípio em Marília como quem senta na cadeira e tem seu cabelo pintado – ou ampliado, como ao lado.

Mas podemos bem inverter, e dizer que Marília é a prestadora do serviço.

Onde ela está clareando o cabelo da “viúva Negra” (sua cliente se auto-intitulou assim após deixar um casamento infeliz) é de outubro de 2017.

E a profissional loira colocando aplique na morena que se arrependeu de cortar muito curto é de outubro de 2015.

“COMPRA-TERAPIA”

Vamos as compras? Mas pra isso é preciso que haja alguém do outro lado do balcão pra nos atender.

Se aplica a mesma lógica que delineei acima. A princípio fiz Marília como a compradora.

Mas perfeitamente podemos vê-la como a vendedora.

Mais dois retratos em P-&-B. A direita ela vendendo bijuterias foi publicado no Natal de 2017.

E a esquerda na loja de roupas 3 anos antes, logo após o Natal de 2014.

……….

“FIU-FIU”.

Voltando pra cor, mais uma de Maurílio.

Como peão-de-obra. No horário de almoço, descansando.

Digo, mais ou menos. Também mexendo com as moças que passam, assobiando e soltando cantadas baratas (desenho de março de 2012).

………

Maurílio trabalha num prédios que está sendo erguido.

Marília, indiretamente, também. Vendendo café, refri e salgados (junho de 2016).

Na hora da folga dos operários ela encosta o carro em frente a obra.

Eles saíram cedo de casa, vivem em distantes subúrbios.…Vida dura!

O café de muitos é no canteiro de obra, em mesinhas improvisadas que ela traz no porta-malas. Marília faz esse bico pra reforçar o orçamento da família.

………..

Julho de 2012: Maurílio chega cansado e sujo do trabalho. Uniforme cheio  de graxa.

ela está toda perfumada, cheirosa, com o vestido floral verde que acabou de comprar….

Mas mesmo assim Marília vai recebê-lo de braços abertos.

Definitivamente….É o Amor!!!!

……….

Falando em flores: Maurílio, o Jardineiro Fiel (janeiro de 2015).

Ok, jardineiro tem que trabalhar de uniforme, e não de bermuda e descalço.

Digamos que ele é caseiro de alguma chácara, então. Quando o patrão não está ele pode ficar mais a vontade.

O importante é que o serviço seja feito, que (entre outras tarefas) que o pomar, plantas e flores da Fazenda estejam sempre bem-cuidados.

…………

“A CURADORA“: dois retratos de Doutora Marília como médica, enfermeira ou terapeuta.

Ambos de 2016. Acima de setembro, ao lado de março.

Repare na aura rosa dela, uma Energia Feminina, de cuidado com os outros, suas Mãos de Luz.

“O CURADOR”: mas claro, os Homens também podem exercer com muito carinho e competência a Missão de Curadores.

Ao lado, de abril de 2016, Dr. Maurílio. Ele já encerrou o expediente.

Sua esposa, que está grávida, veio buscá-lo pra irem pra casa.

Eu errei na angulação dessa foto. A cabeça deles ficou muito grande, as pernas muito pequenas.

Próximas 3: Marília atleta profissional, começando pela canoagem.

Eles ficaram parecendo anões. Que coisa, né?

Acontece. Alias esse é o que a psicologia chama de ‘ato falho’, quando através de um erro involuntariamente você revela um pouco do inconsciente.

Por que tantos desenhos de médicos, enfermeiras e hospitais em 2016?

Porque eu tive um problema sério de saúde nessa época.

Até fiquei 4 dias internado pelo SUS num hospital do Bairro Alto, Zona Leste de Curitiba.

E meu problema foi justamente nas pernas. Talvez essa a razão que elas saíram pequenas na imagem. Jung explica…

Tem mais: o nome do médico, Dr. Maurílio, não é em minha própria homenagem.

Na triagem da UPA (24h) do Centrão, o médico que conseguiu meu internamento – que foi o que salvou minha perna – era meu xará. 

Embora Maurílio não seja meu nome real, só o de guerra.  E daí foi batizado o personagem que ilustra essas páginas.

Mas o médico era realmente meu xará, mesmo na ‘vida real’.

………

3 retratos de Marília praticando esportes. Mas não uma pelada de fim-de-semana.

E sim atleta profissional, que vive disso, com a bandeira da Pátria Amada no uniforme e tudo. 

Já vimos ela remando, literalmente (janeiro de 2017). Praticando canoagem.

Depois ginástica olímpica, representando o Brasil no Pan-Americano de 2015, em Toronto, no Canadá (imagem de julho daquele ano).

E Marília Faixa-Preta, lutadora de artes marciais (janeiro de 2016). Apenas o quimono dela tem flores e borboletas. Pois Marília é uma “menina-menina”, e tudo nela é feminino.

Dessa vez aconteceu o problema inverso do médico e sua esposa:

A perna de Marília carateca também ficou desproporcional, mas dessa vez comprida demais.

Como eu disse, acontece….Fazer o quê?

……….

A Marília faixa-preta está na postagem que se chama “A Cigana Leu o meu Destino”.

A direita o desenho que intitulou a mensagem: Marília Cartomante.

Uma profissão heterodoxa, esotérica. Ainda assim, um ganha-pão.

Uma arte majoritariamente feminina, a de compreender e decifrar as Energias sutis do Plano Astral.

Majoritariamente sim, mas 100% não. Há Homens médiuns, que trabalham em Centros Espíritas (kardecistas e de umbanda).

Mas a esquerda Marília aí sim numa profissão exclusivamente feminina:

Professor de ioga.

Fazendo a dança do ventre. Seu corpo parece uma cobra, sinuoso, se remexendo com a música.

Ela avisa: “Estou de véu sim, mas….não estou casando” (junho de 2016).

……….

Por falar em víboras….não podíamos deixar de retratar a “Rivalidade Feminina”, tão comum nos ambientes de trabalho.

Marília ficou uns dias sem tirar as sobrancelhas. As colegas do trabalho não perdoaram. 

Ela está ‘por aqui’ com essas ‘Meninas-Veneno’ (setembro de 2017).

E vai fazer elas morderem a própria língua….ui…vão acabar no hospital!

Quem sabe aquela loira que vimos acima sendo atendida pela doutora não é essa colega de trabalho de Mari, após provar de sua própria peçonha?

……….

Pra irmos finalizando, Maurílio e Marília como professores de ioga.

Maurílio também é atleta (março de 2015). Lutador de boxe, os braços tão sarados!

Veja a ‘asana’ (‘postura’) “invertida”. Pra chegar nesse ponto de apoiar o corpo totalmente na cabeça tem que ser um grande Mestre, já está mesmo dando aulas (dezembro de 2015).

Bem, ele já foi a Índia. Só falta agora levitar…..

Marília também já foi a Índia, várias vezes.

Alias essa loira ioguina  que desenhei em julho de 2017 é uma homenagem a uma Mulher que existiu de verdade na matéria, e ela trabalhava como professora de ioga.

Estou a vontade porque meu marido está na estrada. Mas a noite quando ele chegar vou estar im-pe-cá-vel!!!”.

Trata-se de uma australiana que Infelizmente foi assassinada pela polícia em Mineápolis, EUA. Lamentável…

………

E fechamos com uma Marília dona-de-casa, a “Rainha do Lar” (abril de 2015). Que também é uma ocupação muito nobre, não reconhecida como deveria.

Usando a camiseta de posto que ela ganhou do marido caminhoneiro. Só que como ela é costureira, customizou em cima e embaixo, torou as mangas e barra.

Pra roupa mais masculina possível ficar feminina e delicada, como ela….

Que Deus Pai e Mãe Ilumine todos os Trabalhadores e Trabalhadoras do planeta, nesse Dia do Trabalho e pra Todo Sempre.

“Deus proverá”

Anúncios

Encontro das Águas

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 20 de janeiro de 2018

Mais um Maurílio soldado.

Dessa vez, soldado do Exército Paraguaio.

Ele está na ‘Tríplice Fronteira’:

Obviamente onde Brasil, Paraguai e Argentina se encontram.

ANOITECE EM COLOMBO: essa imagem não se relaciona com o texto. Já fiz uma matéria, como muitas fotos, mostrando o Pôr-do-Sol no Jardim Monza, em Colombo, Zona Norte da Grande Curitiba. Então agora uma versão em desenho, na qual esse humilde Mensageiro foi incluído. A Caminhada Continua: Maurílio no Jardim Monza (ou quem sabe um pouco mais a oeste, no Jd. Osasco, perto do Roça Grande). Em frente a uma casa de madeira, numa periferia do Sul do Brasil: também já retratei uma Marília adolescente na mesma situação, alias ela e suas 2 irmãs.

Vide a placa acima da manchete – ela foi clicada no lado brasileiro.

Como Maurílio é paraguaio, mais que isso um militar paraguaio, está desse lado da divisa, guardando sua nação.

Ao fundo dele, a direita vemos nossa Pátria Amada, e a esquerda a Argentina.

Retratei Foz do Iguaçu. Não a cidade, mas sim o aspecto geográfico que a nomeia:

O Rio entre o centro e a direita na imagem (no meio das duas partes em verde) é o Iguaçu, que em seu trecho final divide o Brasil da Argentina.

Já o Rio na parte debaixo do desenho (entre a porção cinza e as verdes) é o Paraná, que a montante do Iguaçu divide Brasil e Paraguai, e a jusante desse ponto Argentina e Paraguai.

Um “Encontro das Águas”: o Iguaçu é o maior rio do Paraná – nasce em Curitiba, e logo em seu início já absorve o maior Rio de Curitiba, que é claro o Belém.

E aqui na capital do estado nomeia justamente o palácio da sede do governo. Depois cruza todo território paranaense.

Vamos ver destaques da Tríplice Fronteira. Aqui e na próxima a ‘Ponte da Amizade’ Brasil/Paraguai, a construção nos anos 60.

E após isso chega ao fim de sua epopeia, e se dissolve no Rio Paraná, que apropriadamente nomeia o estado.

E ali as 3 nações-irmãs americanas também têm seu encontro. Por conta disso, em cada uma delas há o Marco das 3 fronteiras que vemos acima.

Todos em suas respectivas margens, juntos formam um triângulo. Amplie a imagem a esquerda pra ver melhor o que vou descrever abaixo.

Não é preciso legendar a imagem, o obelisco de cada país obviamente ostentas as respectivas cores nacionais:

O brasileiro verde-&-amarelo, o argentino azul claro e branco, e o paraguaio tricolor, azul escuro, branco e vermelho.

Os obeliscos brasileiro e argentino são idênticos, em forma de cunha, e foram inaugurados em 1902.

Foz abriga Itaipu, que já foi a maior usina hidrelétrica do mundo, também na fronteira Brasil/Paraguai.

O paraguaio é bem mais recente, de 1961, e diferente: além de retangular, tem o nome da nação num apêndice.

Na tomada do tótem argentino (no canto inferior esquerdo ainda da mesma colagem) vemos ao fundo os prédios do Centro da Cidade do Leste, Paraguai.

E dentro do Rio as balsas que ligam a Argentina ao Paraguai. Entre esses dois países ainda não há ponte, vejam vocês.

Até novembro de 1985 ali também era a balsa Argentina/Brasil. Pois foi quando a ponte (chamada “da Fraternidade”) que liga esses países foi inaugurada.

Cheguei a cruzar essa balsa Porto Iguaçu/Foz do Iguaçu, nesse exato ano de 85, poucos meses antes da ponte ser entregue.

Já a ponte Brasil/Paraguai (a “da Amizade”), é bem anterior, de 1965.

Numa nota brasileira vemos as Cataratas do Iguaçu, na fronteira Brasil/Argentina.

Portanto o Obelisco Paraguaio das 3 Fronteiras foi feito enquanto a ponte estava em obras.

O Marco do lado paraguaio é bem mais novo, repetindo. Em compensação nunca foi reformado.

Já os Obeliscos Brasileiro e Argentino foram reformados, mudaram o piso e fizeram outras melhorias.

Vemos isso claramente no lado brasileiro. Até o começo dessa década já existia o tótem, mas era só isso.

Em foto do sítio DBP Buss, uma jardineira na cidade argentina de Porto Iguaçu. A região tem transgenias busófilas curiosas…

Você podia se encostar e mesmo abraçar o monumento, e alguns faziam isso.

Era num ponto afastado do Centro de Foz do Iguaçu, sem nenhuma infra-estrutura de apoio ao turista.

Logo, pouquíssimas pessoas iam até o local, não havia atrativos além do tótem em si.

Agora, claro que ele continua no mesmo lugar, mas foi todo reformulado:

Construíram um laguinho incluso com iluminação noturna.

O soldado Maurílio. Já que o tema é esse, Pôr-do-Sol num Quartel do Exército Paraguaio que fotografei na capital Assunção, 2013.

Portanto ninguém mais pode chegar a pé até o monumento de cimento.

E ao redor fizeram estacionamento, restaurante, e um museu da colonização imitando uma missão jesuítica espanhola.

Afinal o estado argentino que faz divisa com Brasil e Paraguai é justamente as Missões.

Agora o Marco das 3 Fronteiras do lado brasileiro é uma atração turística de verdade.

Assim os guias de viagem passaram a incluí-lo em seus roteiros.

………

Encontro das Águas, Encontro das Nações Irmãs em Amizade e Fraternidade: 

Assim é Foz do Iguaçu, Porto Iguaçu e Cidade do Leste, a “Tríplice Fronteira”.

“Deus proverá”

Noite Feliz

Por Maurílio Mendes, o Mensageiro

Publicado no Natal (25/12) de 2017

É Natal!

E Marília foi as compras.

Ela resolveu se dar de presente um colar.

Por isso vemos ela na loja, a vendedora falando:

Marília Mamãe-Noel.

“Nossa, você ficou linda!”, essas coisas. Vendedor tem que vender, né?

Mas nesse caso Marília concordou.

A menina levou sorte, vai ganhar a comissão. Marília vai levar o colar.

Não tem mais como não levar. Foi um ‘caso de amor’.

Ela ficou encantada quando se viu no espelho.

Até pôs as mãos no peito como é um gesto característico seu.

………….

E Maurílio é o Papai-Noel.

Aproveitando o embalo: Marília de Mamãe-Noel (dir.).

Ela é uma garota muito vaidosa, e que gosta de chamar a atenção pela aparência.

De forma positiva, claro, sem apelar.

Por isso ela alugou essa fantasia, pra passar assim a festa de família:

Agora de verdade, Papai-Noel na boleia de um busão em Maceió. Confira o sítio Maceió Bus, do autor dessa foto.

De mini-vestido vermelho, barras e alças brancas felpudas, gorrinho típico na mesma configuração, e até um grande cinto.

Fez bastante sucesso. As crianças adoraram, e, por que não dizer?, os marmanjos também:

Eles pediram de presente . . . a própria Mamãe-Noel !!!! Pode isso????

Pode, pois é tudo em tom de brincadeira entre amigos, óbvio. Até porque o coração dela já tem dono.

………..

Papai- e Mamãe-Noel trabalhando na Viação Veleiros – leia a página da empresa que explica o projeto.

Já que falamos dele, não esquecemos de Maurílio, evidente. Ele igualmente se vestiu a caráter, e fez as vezes do Papai-Noel.

Só que ao contrário dela que pôs a roupa em casa, entre família e amigos, Maurílio foi trabalhar fantasiado: 

Dirigindo um Gabriela da Real Alagoas (o desenho a esq. mais pra cima na postagem).

Obviamente vemos que nesse episódio ele mora em Maceió-AL, uma cidade que ele adora! Nas folgas vai curtir a Praia em Pajuçara.

Repito os desenhos em escala maior.

Não é modo de falar, nem figura de linguagem ou ficção. Várias cidades brasileiras adotaram a tradição de decorar os ônibus com neon no Natal.

Especialmente no estado de São Paulo e no Nordeste, mas também em outros estados do Sul e Sudeste.

E pelo menos em São Paulo e em Maceió acontece isso mesmo, Papai-Noel na boleia, e a Mamãe-Noel na catraca.

………

Em tempo: Marília também dirige ônibus – e táxi. Só que nesses casos ela ainda não foi fantasiada. Por enquanto. . . .

 Feliz Natal e Bom Ano Novo a todos e todas.

E que Deus Pai e Mãe Ilumine todos os seus Filhos e Filhas em 2018.

“Deus proverá”

Negócio da China

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 17 de agosto de 2017

Maurílio e Marília na China.

Em P-&-B, eles observando a famosa linha de prédios do Centro de Xangai, na outra margem do rio.

Ela estava quase dando a luz a filha do casal. Como a gravidez corria bem, arriscaram a viagem inter-continental.

Deu tudo certo, a menina teve o privilégio de visitar o Oriente ainda no útero.

Ao passarem pela capital Pequim, foram conhecer a Muralha.

Segundo se diz, a única obra feita pelas mãos do Homem e da Mulher que é visível da Lua.

Não sei é verdade. Mas pelo menos é verossímil, o Grande Muro é realmente colossal.

………..

Tudo na China é colossal.

Pequim e Xangai, suas capitais política e econômica, têm as duas maiores redes de metrô do mundo.

Noturna da capital Pequim.

Não tem jeito, o Eixo da Terra está se inclinando pra Ásia.

A passagem de bastão da Civilização Europeia (da qual os EUA são parte, alias são o ápice) pra Civilização Asiática não apenas é inevitável.

Como é inclusive um processo benéfico. É a Cura da Mãe-Terra.

A cena clássica da Beira-Rio de Xangai.

Já desenhei uma Marília no metrô de Pequim. Mas aquela era local, uma chinesa nativa:

Olhos negros e pele cor-de-cobre, como podem conferir na cena dela parada na estação, a esquerda acima.

a Marília de hoje é brasileira, ruiva.

………

MÃES E FILHAS –

Em nossa incursão anterior “Do Ocidente ao Oriente”, fomos mais uma vez a Índia.

Desenhei uma Marília Indiana com sua filha, andando pela cidade, e elas encontraram uma ‘Vaca Sagrada’, solta nas ruas como é tradição lá.

Dessa vez a Marília é brasileira e, grávida, visitou a China. Me repito, isso foi dito acima.

Pois bem. A menina nasceu, ruiva como a mãe.

O tempo nunca para de passar, e alguns anos a frente vemos a filha de Marília e Maurílio num aniversário de criança.

Uma ‘coelhinha‘, com a tiara de orelha de bichinhos, como está na moda entre as pequenas.

Ela e os amiguinhos, de ambos os sexos, estão brincando na piscina de bolinhas, que a garotada adora.

Mas agora vamos deixar os meninos de lado, e mostrar uma brincadeira que (por motivos óbvios) só as gurias fizeram:

Elas pegaram as bolinhas de plástico e puseram sob as roupas, simulando já possuírem seios.

“Olha, mamãe, já estou mocinha”, chamaram suas progenitoras pra conferir o resultado.

Algumas delas até apertaram seus recém-adquiridos peitos de Mulher, pra conferir como eles estavam ‘volumosos’.

………

Nos focamos bastante na Energia Feminina, da gravidez as brincadeiras de menina.

Pra equilibrar, vamos ver um pouco da Energia Masculina.

Marília e Maurílio foram jogar futebol. Sim, as vezes ela joga junto com os Homens, pois nem sempre há quórum pra fechar dois times femininos. Isso já sabem, eu já levantei esse desenho em outra postagem.

A diferença aqui é que eles estão tatuados:

Marília tem uma sereia na perna, e Maurílio um escorpião no peito.

O ‘XERIFÃO’ DA ZAGA: A ‘COZINHA’ TEM DONO –

Dessa vez os times estavam uniformizados, daí Maurílio vestiu a camisa verde que trazia nas mãos no caminho. Assim os adversários não viram sua tatuagem. Mas eles logo entenderam a metáfora do escorpião:

Maurílio joga na zaga. E joga bem. Domina com maestria a arte de dar carrinhos, Energia Masculina por excelência.

Ele é um Homem alto e encorpado, e sabe usar a força e a inteligência pra dar o golpe na hora certa. E sem ser falta.

Se você conhece as regras desse jogo, o sabes: pegando antes na bola não é infração, não importa que o o jogador do outro time acabe voando longe com o impacto.

Em escala maior o casal na Muralha da China, a “Coelhinha” quase vindo ao mundo.

Na imagem a direita eu fiz inclusive a ‘aura’, mostrando a força da perna de Maurílio no lance, e como o atacante sentiu:

De fato ele foi arremessado a 2 metros de distância. Mas não foi falta. Mais: foi dentro da área, e não foi pênalti, só escanteio.

O centro-avante do time azul estava de cara pro gol, ele e a pelota que sobrou limpinha a seus pés. Já até visualizava a comemoração, era só empurrar pras redes.

Ops . . . pense outra vez. Não deu tempo. Como um raio, Maurílio surgiu nas pernas dele, tal qual um escorpião dando o bote. Já que no carinho o defensor fica na horizontal no solo e suas pernas parecem o ferrão, a analogia com o bicho é perfeita.

Marília é quem explica: “Sou delicada como uma Sereia. E Maurílio é letal como um Escorpião”.

Não vai aqui qualquer machismo. A Sereia, como sabem, é tão letal quanto uma serpente, tubarão ou qualquer predador temido.

Apenas a Sereia derruba suas presas de um modo feminino, atraindo-as até ela, e não se lançando sobre. Exatamente como faz a Tarântula (a “Viúva Negra”), que, bem, é outro símbolo da Feminilidade Mortal.

E Deus Pai e Mãe (eu disse que não há qualquer machismo) proverá.

“Sou muito Mulher!!! Não são uns cabelinhos no braço que vão mudar isso!”

“Deus, tou parecendo um macaquinho. Ou pior, um… um Homem!! Ri-ri”. Marília, dramática, se diverte ao ver seu braço sem raspar.

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Levantado pra pra página em 7 de julho de 2017 (07/07/17)

Publicado (via emeio) nos invernos de 2013 e 2014

Todas as postagens de Marília são dedicadas as Mulheres, essa especialmente.

Nessa mensagem as ligações estão em verdepois o azul indica a fala dos namorados de Marília.

Curitiba é a capital mais fria do Brasil. Em 2017, como em praticamente todos os anos, o inverno está sendo congelante. Assim Marília, como fazem quase todas as Mulheres, se depila menos no frio.

“Que nada. Sou Mulher, e muito Mulher!”

Mesmo quando está mais quente essa já é a tarefa mais chata da ‘Via Sacra Feminina‘. Com os termômetros lá embaixo então piora tudo, os pelos não saem direito, coça, a gilete ou a cera irritam a pele.

A mesma dificuldade que os Homens têm de se barbear com baixas temperaturas. Mas deixemos a dimensão Masculina pra outra hora, pois aqui chegamos a mais uma aventura de Marília (o desenho acima e ao lado são de um emeio de 9 de maio de 2014).

Num dia de manhã, inverno curitibano no auge, temperatura pouco acima do 0º. Marília sai do banho, olha pros seus braços que estão ‘ao natural’. Sempre dramática com relação a sua aparência, ela pensa:

“Deus, que floresta, a Amazônia está longe de se extinguir! Tou parecendo um gorila. Ou pior: um … um Homem! Ri-ri.” Mas ela se consola: “Tou atrasada, não dá tempo de raspar, vai assim mesmo”.

Na rua, com umas quatro camadas de roupa a cobrir seu corpo, ela ri do fato de dizer que parecia Homem.

“A gente vai sair hoje. Mas se ele for diferente do outro [que nem gosto de lembrar], não será problema. Daqui a pouco eu descubro”.

Que nada, Sou Mulher, e muito Mulher! Não por outro motivo tou de saia nesse frio. Não são uns cabelinhos no braço que vão mudar isso“. Ademais, Marília  pondera:

“Com tanto casaco ninguém vai ver mesmo. Meus pelinhos tão mais escondidos que a fórmula da Coca-Cola, kkkkk”, ela dá risadas.

A seguir Marília recorda um fato importante: “Digo, talvez alguém me veja assim, como uma francesa; ele (seu Grande Amor Maurílio, claro) ficou de me pegar no escritório pra gente sair”.

“Se ele gostar de mim de verdade, sabe que eu não sou um manequim, sempre naturalmente lisinho, então isso não será problema”. Vai ser um teste definitivo pra ver se o namoro continua. Ela espera que sim, que seu atual não seja um boçal quanto o ex.

“da água pro vinho”: de um namo conquistador barato pra outro que entende as mulheres

“Mari, o inverno deixou você bem relaxadinha com a depilação, né?” “Cafajeste machista! 3 meses sem me procurar, me liga de surpresa, e queria que até sob neve eu tivesse como uma princesa te esperando???”

Marília está traumatizada, uma vez ela terminou com um rolo seu por causa desse motivo, sabia? É isso que vamos ver agora.

Nevou em Curitiba em 1975. Após essa data se passaram 38 anos até nevar de novo em 23 de julho de 2013. Fiz o desenho a direita  em 27/07/13, somente 4 dias depois portanto.

(Nota: no retrato original a garota está só de calcinha. Por computador Marília ‘vestiu’ um sutiã, pra não exibir os seios em público. No detalhe em escala maior que mostra ‘os pelinhos da discórdia’, a alça não aparece.)

Os próximos 3 desenhos não se relacionam com o texto. Esse (repetido acima da manchete) mostra Marília como uma dona-de-casa. Seu marido é caminhoneiro. Como está sozinha em casa, ela não está das mais chiques, inclusive espaçando a depilação. Mas ele já ligou dizendo que vem jantar em casa. “Vou estar impecável pra recebê-lo”, ela assegura. A noite promete!

Então vocês viram como estava frio no Paraná no inverno de 2013. Uns meses antes, Marília viveu ‘um Amor de Verão‘. Um daqueles romances rápidos que acontecem na praia, e que “não sobem a serra“.

Ou assim esse rapaz de olhos verdes e que não é calvo (o paquera de Marília nas noites de carinho passadas a beira-mar) planejava, usar ela e a seguir descartá-la. Um conquistador, um ‘Casanova’ moderno.

Mas Marília era uma moça ingênua, romântica, e acreditou nas promessas dele de que ficariam juntos. Quando voltaram a capital, adivinha?

Ele não ligava mais pra Marília, geralmente não atendia mais as chamadas dela, e quando o fazia inventava desculpas pra não se verem.

Marília, apesar dele não merecer, sentia sua falta, e lágrimas lhe corriam pela face Coisa de menina apaixonada, claro, mesmo que pela pessoa errada. Parou de telefonar pra não se humilhar mais, mas no fundo ainda ansiava que ele a procurasse.

Até que em julho, no auge do frio, praticamente embaixo de neve e não é modo de falar, ele entrou em contato e pediu pra vê-la. Provavelmente nenhuma das outras com quem ele se divertia estava disponível, aí como um estepe o rapaz se lembrou de Marília.

Marília se arrepia só de pensar em ter que raspar as pernas nesse frio!

Marília estava sem ninguém, e com o clima congelando – e portando ela coberta de casacos da cabeça aos pés – ela estava sem depilar seu corpo.

Como ele ligou no meio da tarde já marcando pro mesmo dia, não houve tempo dela se preparar como gostaria.

Ingenuamente no seu ‘Coração de Mulher’ apaixonado, Marília achou que ele gostava dela, então isso seria o menor dos detalhes, que “o importante era estarem juntos”.

Doloroso engano! Quando já estavam sem-roupa, ele ergueu os braços dela e resolveu fazer graça: “Pôxa, Marília, você já foi bem mais cuidadosa com a depilação, hein? O inverno deixou você bem relaxadinha…”

“Veneno de Mulher”: Marília ficou uns dias sem fazer a sobrancelha, e suas colegas de trabalho não perdoaram. O namorado tirou sarro de Marília porque ela pulou a depilação e virou ex por causa disso. Marília bem que gostaria de ter o mesmo poder de nunca mais ver essas ‘recalcadas’, mas não pode fazer nada – exceto bolar uma vingança pra serpente morder sua própria língua. É a ‘Rivalidade Feminina’, que não perdoa deslizes na aparência da outra.

Pra quê? Cutucou a onça com a vara curta. Ela já tava ressentida de ter sido abandonada, mas por gostar dele acabaram se vendo quando ele enfim a procurou.

É o Coração de Mulher, que Ama as vezes mesmo sem reciprocidade. Agora, abandonada e ainda cobrada, aí não. Isso é demais.

Quem fala o que quer ouve o que não quer. Então ela disparou: Seu cafajeste machista!!! Primeiro, fica mais de 3 meses sem lembrar que eu existo, e eu fiquei sozinha, não tava com ninguém.

Se ao menos me chamasse com um dia de antecedência, claro que eu teria me arrumado.

Mas não. Depois de um século você surge do nada, no auge do frio – até nevando está! – e queria o quê, que eu estivesse como uma princesa te esperando?

No fim foi bom. Ela ficou furiosa, e enfim rompeu as ilusões. Ele (cinicamente como sempre) pediu desculpas, até passaram a noite juntos. Mas foi a última.

O resto de Amor que ela sentia acabou ali. No dia seguinte cedo ela riscou o telefone dele das agendas (de papel e do celular) e decidiu que estava encerrado em definitivo. Tem mais: os Homens estão dispensados de passarem lâminas, cera quente e ‘laser’ em seus corpos.

Maurílio foi de surpresa ver Marília. Ela morreu de vergonha porque não esperava visitas, então estava ‘a vontade’.

Assim, que tenham pelo menos um pouco de tolerância com as Mulheres – especialmente quando está nevando ou perto disso!

No seu caso particular, Marília decidiu que jamais voltaria a ficar com outro Homem machista, fútil e preso somente as aparências materiais.

Não me interprete mal. Marília não reclama de se depilar. Sim, no inverno ela espaça um pouco, como quase todas as Mulheres também fazem o mesmo.

Mas no calor, pra usar roupas de alcinha ou tomara-que-caia, evidentemente ela está sempre impecável. Mesmo no frio, nas primeiras paqueradas com um rapaz é óbvio que ela vai lisinha como uma seda vê-lo.

Isso quando o encontro é programado com antecedência, e ela sente que vale a pena investir na relação. Agora, o cara a evita por um tempão, chega de surpresa, e ainda quer fazer piadas as custas dela. “Vai se catar”, Marília ficou furiosa.

“Oras, por que tanto drama? Vamos ver o que você esconde com tanto afinco”.

E o garoto de olhos verdes virou só uma amarga lembrança. O tempo passou e ela conheceu Maurílio, que é calvo e de olhos castanho-claros. Eles estão se curtindo, Maurílio gosta de Marília de verdade, e está só com ela. Ela sente isso.

Um dia, como vemos nos 3 últimos desenhos (feitos em 26/08/14), Maurílio foi visitar sua Amada de surpresa. Como apesar do inverno esquentou um pouquinho, e ela não contava ver nem a ele nem a ninguém, Marília estava de ‘shorts’, regata, mas sem se depilar.

Ela ficou quente e rubra de tanta vergonha, e tentou tapar seus bracinhos peludos. Mas delicadamente ele pegou suas mãos e ergueu-as. Marília tremeu, pois veio-lhe a mente a lembrança anterior.

A exata mesma cena, ela sem se depilar, o rapaz segura e levanta seus braços. “É agora, não tem jeito”. Sem escolha, Marília cedeu. “Bem, ao menos dependendo do que ele falar descubro se é igual ao outro (urgh!, que descanse em paz!!!) ou se é mais gentil”.

“Querido, estou …tou um pimentão de vermelha!”. “Mas Mari, você tá uma graça com esse ‘charme europeu’…rs’.

Maurílio foi gentil. Fez uma brincadeira com ela, como visto ao lado. Marília ficou encantada. Viu que a Vida sorriu pra ela.

De um machista que só se aproveita das Mulheres ela agora tem um namo que se empatiza o sexo feminino.

Final feliz, ela no colo dele, de braços e pernas (em “estado bruto”) pro ar. “Ufa! Esse sim entendeu que eu não sou de plástico.

Homem que gosta de Mulher de verdade gosta da gente em carne e osso. E, de vez em quando, até com uns pelinhos……kkkkk!!!!”

Deus proverá

“Trovão Azul” & “Domingo no Parque”, em B.H.

Metal em Minas.

Por Maurílio Mendes, o Mensageiro

Publicado em 26 de junho de 2017

Um Maurílio metaleiro, e mineiro. Morador de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Pegando condução pra ir pra Zona Oeste. Mas não qualquer coisa, e sim um Trovão Azul da época que ‘Volvo era Volvo’.

Tem mais: um Amélia que era “Ônibus de Verdade“.

Tem mais ainda: no saudoso padrão Metrobel, e “em frente ao parque”.

Em uma das muitas matérias sobre busologia no sítio, publiquei a foto ao lado (extraída da página Bus MG).

Pensando Nela . . .

Um colega, que morou em BH, se emocionou em lembrar sua infância. Foi ele quem falou que a tomada foi feita “em frente do Parque”.

Quando eu disse que desenharia a cena, novas recordações afloraram em sua mente. Eis suas palavras:

”   Rá, era demais ouvir a resfolegante respiração deles, bem mais ágeis e rápidos do que seria de se supor, descendo a ladeira!

Ah, e os cheiros? Final da tarde, começando a abrir as florzinhas “damas da noite”, aquele cheiro açucarado, o piso de ardósia, e os  Mercedões rugindo pela rua…

 Oh, Minas Gerais, quem te conhece não esquece jamais!   “

Daí o título, fazendo alusão a outras postagens: “Trovão Azul” e “Domingo no Parque“.

………..

Enfim. Maurílio está indo pra Z/O de B.H. pra ver sua namorada Marília, que também é roqueira. Ademais, ela é uma menina que adora pintar o cabelo de rosa. Ou as vezes de azul.

Um Amor em Rosa & Azul. Mas as roupas de ambos são pretas, pois a trilha sonora é o bom e velho ‘Rock’n Roll’.

Vamos pro Oeste, galera.

o ‘apartheid’ acabou.

Próxima parada, África do Sul.

Por 40 anos (1948-1988 aprox.), durante o infame regime racista, eram proibidos por lei os relacionamentos entre um Homem e uma Mulher de raças distintas.

Camisa do Kaiser Chiefs, time mais popular da África do Sul – os negros adoram futebol.

A legislação previa longas penas de prisão pra ambos, mas na prática um negro que ‘ousasse’ sequer pegar na mão de uma branca seria linchado ou executado no mesmo momento.

Já escrevi em detalhes sobre esse triste período da história sul-africana. Mas hoje tudo isso é passado, as pessoas são livres pra viverem seu Amor, independente dos tons de pele serem diferentes.

Inclusive fotografei vários casais inter-raciais nas orlas de Durbã e da Cidade do Cabo. Agora minha versão com as próprias mãos da mesma cena.

A Marília loira é africâner, o que significa que étnica, cultural e linguisticamente ela é holandesa. Enquanto que seu marido, o  Maurílio sul-africano, está com a camisa do time mais popular do país, o Kaiser Chiefs.

Muitos conhecem a banda inglesa Kaiser Chiefs. O que várias pessoas não sabem é que os músicos britânicos se inspiraram no clube africano, homenageando-o. Assim é. Kaiser Chiefs (auri-negro, ou seja, amarelo-&-preto) e Orlando Pirates (alvi-negro)  são as preferências nacionais, os que dividem a massa na África do Sul.

E eles fazem o maior clássico de Soweto (são ambos dali), de Joanesburgo e de toda nação. É o ‘derby’ (no termo em inglês ) nacional.

Novamente contrário a imagem distorcida que muitos têm, a África do Sul ama futebol. A maioria negra com certeza. Sim, os brancos se dividem entre o ‘rugby’ e o futebol, com preferência pelo primeiro mas muitos gostam também do segundo.

Porém os nativos africanos não têm coração partido, não têm lealdade dividida. Pra eles, o esporte preferido é disparado o futebol, como é na maior parte do continente e do planeta.

Já desenhei Maurílio com camisas (ou adereços como boné e tatuagens) de times da Colômbia, México, Equador, Argentina, Paraguai, Chile, Uruguai, França, Itália e Alemanha. Agora é a vez do ‘Continente-Mãe’ da Humanidade. 

do oriente ao ocidente

Muçulmana devota. Mas extremamente feminina e vaidosa, colorida da cabeça aos pés.

Vamos na mão inversa agora. Acima mostramos uma descendente de holandeses fora da Europa, numa nação de pele majoritariamente escura. Vejamos o outro lado da moeda, mais um casal inter-racial.

Ela é mais clara, ele é pardo. Mas que compartilham a mesma religião, são muçulmanos. Nasceram e moram em Amsterdã, a capital dos ‘Países Baixos’.

Os ancestrais deles vieram do Oriente: da Turquia, Afeganistão, Indonésia, enfim, algum país islâmico da Ásia.

Mas a Marília e Maurílio retratados aqui são tão holandeses quanto os moinhos de vento, os aterros no mar e os canais de Amsterdã (alias eles passam na ponte sobre um deles).

Uma vez que os europeus nativos não querem mais ter filhos, têm que importar mão-de-obra. Assim os bairros proletários centrais das grandes cidades oeste-europeias estão ficando um pouco mais coloridos, digamos assim.

Num ponto de ônibus da Cidade do Cabo, África do Sul, fotografei um muçulmano muito parecido com o ‘Maurílio’ holandês que eu desenhei: esse de carne-&-osso também é descendente de asiáticos (nesse caso Índia, Paquistão ou Bangladesh), tem pele parda, cobre a cabeça e usa roupas ocidentais (calça).

Já desenhei uma Marília holandesa da gema, etnicamente falando, sobre essa mesma ponte de Amsterdã. Aquela é ruiva, olhos azuis, a pele alva como a neve, e anda de bicicleta. 

Uma holandesa “típica”?? Bem, até o século 20 certamente a que tem tez e olhos claríssimos era o próprio retrato da Holanda.

No século 21, entretanto, essa de turbante é tão representativa quanto, ao menos na Zona Central de Amsterdã, Roterdã e as outras grandes cidades.

O Maurílio muçulmano também cobre a cabeça, e a barba enorme, quase até o peito mas sem bigode, igualmente é representativa de seu grupo étnico.

Mudemos o foco pra Mulher, pois a Energia Feminina é sempre mais bela e colorida que a Masculina, na dimensão do vestuário certamente:

Essa holandesa de ascendência na Ásia segue os preceitos ortodoxos de sua religião, por isso os membros e a cabeça são cobertos, só os parentes dentro da casa podem ver seus cabelos e seus braços.

Ainda assim, o lenço e o vestido são multi-coloridos, e ela está maquiada e com as unhas – do pé e da mão – pintadas.

A Holanda – e a Europa – estão mudando !!

Pois Marília, na raça, continente ou religião que for, nunca deixa de ser extremamente feminina em sua aparência.

É possível uma Mulher ser muçulmana praticante, e ainda assim vaidosa.

Seu turbante florido materializa um estado de espírito, o ‘encontro de dois mundos’, o islâmico e o feminino, do qual essa Marília é a síntese.

“Deus proverá”

Servir & Proteger

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 8 de junho de 2017

Maurílio bombeiro.

Ao lado em ação.

Lutando pra extinguir as chamas que eclodiram num prédio em alguma parte da cidade.

E a direita um retrato 3×4. 

Missão cumprida, o incêndio está debelado.

Vidas e patrimônio foram preservados, graças a ação desses que realmente se dedicam a ‘Servir & Proteger’ a sociedade.

Aí, numa hora de descontração, foi registrada essa cena dele sorrindo, pra consagrar pela Eternidade.

“na pequena água”: um momento místico de união com deus mãe e pai

Apagado o fogo, podemos serenar a mente dessa preocupação.

E assim podemos nos focar numa Energia um pouco mais Feminina.

Marília está numa chácara, numa pequena fazenda.

E ali ela foi ao campo colher flores.

Com raiz e tudo, pois depois ela vai enxertar os ramos no jardim que há na soleira de sua casa.

Ao passar sobre o riacho, ela se lembrou que um pouco rio abaixo há uma pequena cachoeira.

Aí Marília não teve dúvidas: deixou suas roupas e o cesto de flores na margem, e entrou se banhar nela.

O dia está frio, tanto que o vestido e blusa são longos, cobrindo toda a extensão de suas pernas e braços.

E a água está gelada, claro, pois é um riacho de serra, cheio de pedras.

Mas não importa. Esse momento pra Marília é Místico, quase uma Auto-Iniciação se quiser ver assim.

De maneira que esse estado de Espírito transcende qualquer sensação material.

Uma vez que Deus não é somente ‘o Pai’, mas Pai e Mãe de todos os seres humanos, em verdade de tudo que há no Universo.

E a Água – assim como as Flores – representam a porção Feminina da Fonte Maior.

Assim nada mais natural que ao banhar nessas águas geladas Marília se Sinta Uma com o Criador, e com todo o Cosmos em suas Infinitas dimensões.

É como se a Filha retornasse a Casa Materno/Paterna após longa peregrinação.

Um Samadhi no Pequeno Rio.

Experiência que seu Grande Amor Maurílio também já vivenciou.

Namastê.

Hare Rama, Hare Sita.

Louvado é Deus Pai e Mãe.

Solo Sagrado

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 11 de maio de 2017

Maurílio na Cidade do Cabo, África do Sul. É notório que a Montanha-Mesa ali localizada é um chacra da Mãe-Terra.

Os Estudantes Sabem o que isso significa: um Portal de Energias, um encontro entre dimensões. Bem, é exatamente isso que é essa cidade. No Cabo da Boa Esperança que a nomeia é onde os Oceanos Atlântico e Índico se unem.

Portanto ali é o “Encontro das Águas”, e também o Encontro entre o Leste e o Oeste do Planeta.

Diante dessa Vibração tão Forte, Maurílio se ajoelhou e beijou o Solo Sagrado da Terra-Mãe-África. Mama-África, é claro.

Sim, há na orla da Cidade do Cabo aquele óculos gigante, que vemos a esquerda no desenho e na foto acima.

a flor do amor

Continuamos no ‘Solo Sagrado’, falando do Amor a terra e a Terra.

Marília se casou jovem, ainda adolescente. E então foi morar numa casa simples da periferia.

Ela foi feliz nesse lugar, ao lado do seu marido e dos filhos que nasceram e cresceram ali.

Mas depois eles se mudaram de cidade, e Marília ficou muitos anos sem voltar ao bairro em que residiu. 

Um dia, numa visita a sua cidade-natal, ela já com 40 e poucos anos passou em frente a mesma casa que ela viveu.

E onde passou tão bons momentos do início de sua vida adulta.

Estava vaga, sem ninguém morando. Aí Marília teve uma ideia:

Foi a uma floricultura e comprou um broto de rosas.

A seguir ela plantou as rosas na frente da casa. Pra simbolizar que ali sua Energia Feminina se Abriu.

Consagrando o local onde o Amor entre uma Mulher e um Homem teve sua Florada.

a diva de durbã

De volta a África do Sul. E da Terra pra Água.

Uma Marília Indiana, no Oceano Indiano (ou ‘Índico’). A “Diva de Durbã”.

Durbã é a maior cidade indiana fora da Índia. A colônia é enorme, fotografei até um templo hindu, breve jogo no ar.

E Durbã é no Oceano que nos chamamos de Índico, mas no inglês – que é a língua falada lá – se chama Oceano Indiano.

Tem mais: em Durbã é comum as pessoas entrarem no mar de roupas (situação que já presenciei em Acapulco-México, nesses 2 casos no exterior em larga escala. Também fotografei isso no Paraná). Por isso Marília de vestido florido, biquíni preto por baixo. De qualquer raça e até embaixo d’água Marília nunca perde o charme:

De roupa no mar. Mas com as unhas e bijuteria impecáveis. Sempre, né?

As unhas são invertidas, uma clara outra escura, e invertendo as mãos também, na direita o dedão é claro, na esquerda escuro.

(Nota: existe na internet uma menina que se denomina ‘a Diva de Durbã’. Meu desenho não se relaciona com o trabalho dela, exceto que eu confesso que me inspirei pelo nome.)

Solo Sagrado, Oceano Sagrado. Muito Respeito e Amor pela Mãe-África, e pela Mãe-Índia.

Nos mares do Cabo e Durbã, definitivamente Tudo se Alinha, Tudo se Encontra.

Hare Rama, Hare Sita = Louvado é Deus Pai e Mãe.

Tundra Nevada

Por Maurílio Mendes, O Mensageiro

Publicado em 27 de abril de 2017

Maurílio e Marília nas estepes da Sibéria, Rússia.

Sob uma nevasca muito forte, como notam.

Natural, eles estão no Polo Norte da Terra, bem acima do Círculo Polar Ártico.

………

Maurílio é acostumado a enfrentar temperaturas muito frias:

No Canadá ele fez até um boneco de neve.

Porém ali ele estava perto do Círculo Polar, mas ainda abaixo dele.

Em Labrador, no Canadá, está caindo neve. Mas bem pouquinho.

Em outra oportunidade ele foi esquiar de férias nos Alpes, na Áustria.

Dessa vez sequer está nevando, o céu está limpo.

Nevou a noite, e está bem frio. Mas de dia não.

…….

Na Ucrânia (que por décadas junto com a Rússia e e diversas outras nações eram parte do mesmo país, a URSS) fora onde ele havia visto a camada de neve mais grossa, cobriu até o carro.

Ele está conversando na língua nativa – no alfabeto cirílico!, oriental – com o dono da casa. Abra a postagem pra ver a tradução do que eles falam, se você não entende ucraniano.

E Maurílio já havia ido a Rússia antes.

Bem, a imagem em frente as cúpulas multi-coloridas do Kremlin é auto-explicativa.

Aqui está bem frio, ele também está de touca, mas no momento o céu está limpo. Não vemos o chão, pra saber se há neve acumulada.

Falei tudo isso pra ressaltar o que vocês já perceberam: dessa vez na Sibéria é a nevasca mais forte de todas.

Está nevando durante o dia, com Sol. E não apenas a noite.

Pois se Labrador-Canadá é perto do Polo Norte, as estepes da tundra siberiana estão no Polo Norte.

Não estão ‘próximas a ele’, mas são exatamente o próprio.

É a 1ª vez que desenho Marília na neve. Ela mora na capital mais fria do Brasil, Curitiba óbvio. Onde é absolutamente normal temperaturas próximas de 0º, mas neve é raríssimo, só 3 vezes em um século. A última em 2013 mas só no Extremo Sul da cidade com intensidade , no resto da metrópole quase nada ou mesmo nada (no interior foi diferente, nevou bem forte). Assim, vou nas laterais Marília toda encasacada no inverno curitibano. Os desenhos são de outras postagens, clique nas ligações em vermelho pra ver os originais onde ela aparece de corpo inteiro.

Mas Marília e Maurílio estão acostumados com o clima, que outros considerariam ‘hostil’.

Pra eles não, é harmônico e natural. Pois eles são esquimós. Daí a pele vermelha e os olhos puxados do casal a direita acima.

Eles não estão a turismo no Extremo Norte da Sibéria, não estão se encantando com a paisagem exótica, pois pra eles não é nada exótica, é sua terra-natal.

Nas regiões polares a agricultura não é possível, pelo frio intenso.

Resultando que obviamente os esquimós são caçadores, pois sua comida e vestuário são obtidos assim, daí a lança na mão de Maurílio.

Entretanto, leve em conta que os Esquimós Peles-Vermelhas vivem em Plena Harmonia com a Natureza.

Pois se veem como parte dela, Sendo Um com a Mãe-Terra.

Só matam o que for estritamente necessário pra não morrerem de fome e frio, exatamente como fazem os animais.

Oras, é conhecida a relação de Amor e Harmonia entre os Peles-Vermelhas e o bisão, que lhes serve de comida e abrigo contra o frio.

Exatamente por isso pra exterminar os índios os colonizadores europeus na América do Norte exterminaram primeiro o bisão.

No Ártico, a Palavra Vale. Olho-no-olho, não precisa contrato escrito. E a Harmonia entre tudo e todos é a Lei.

A maioria dos Homens e Mulheres das regiões temperadas e tropicais, bem ao contrário, tem na trapaça e ganância seu modo de vida.

Vivem a enganar – e sempre que possível explorar e mesmo matar desnecessariamente [veja a guerra das torcidas de futebol] – seus semelhantes.

E veem a Natureza como algo a ser domado e subjugado.

Tristes tempos, triste civilização. Mas . . . não precisa ser dessa forma grotesca.

Do Extremo geográfico da Terra vem a lição que nós podemos ser menos extremados na nossa visão.

E viver em Harmonia com todos os Irmãos e Irmãs, com a Natureza e com o Cosmos.

Que os Anjos digam Amém. No Ártico, é assim desde Sempre.

………

Mensagem produzida no Brasil mas levantada pra rede a partir da Cidade do Cabo, África do Sul.

“Deus proverá”

Mama-África

JOANESBURGO, ÁFRICA DO SULMarília e Maurílio em Soweto.

Toda rosa tem espinhos. Eles realçam a beleza da Flor.

Aqui na África o povo sabe disso melhor que ninguém. A luta foi árdua pra poderem ser livres, o jugo do ‘apartheid’ foi cruel.

Muito sangue correu, muitas lágrimas lustraram a pele escura dos Homens e Mulheres da Raça-Matriz da Terra. Mas a vitória veio.

Um grande ciclo se abriu pra África, e pra toda humanidade. E, pra esse humilde Mensageiro, um Grande Ciclo Alvoresceu em plena África.

Em 20 de abril de 2017 essa postagem sobe pro ar

Joanesburgo, África do Sul, Mãe-Africa, 2017. A Vida Continua. Sempre Continua.

Graças a Deus Mãe e Pai, que proveio e Proverá.